O Menino Maluquinho

Então. Colégios têm sempre tradições, e uma das tradições do Lourdão era ler “O Menino Maluquinho”, do Ziraldo. Acho que não teve gente que escapou de ler, mesmo porque ganhamos até versões de bolso do livro no Dia das Crianças.

Mas é um livro bacana bagarai. Simples e inocente, é claro, mas muito legal. Tem algumas sacadas, jogos de palavras, etc. que não aparecem em livro “de gente grande” digamos assim. No final das contas, o livro é todo poesia. Continue lendo “O Menino Maluquinho”

I wasn’t ready, after all

Enfim, … Angie, angie, they can’t say we never tried.

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Por falar em Angie, lembrei de um diálogo que vi numa dessas séries bestas da Sony. Vale o registro:

– Então, ela é do tipo Beatles ou Stones?
– Como assim?
– Ela é “I Want to Hold Your Hand” ou “Let’s Spend The Night Together“? Continue lendo “I wasn’t ready, after all”

Vazia

É como estou me sentindo. Não estou apaixonada por algo novo que me dê vontade de passar horas e horas falando sobre o assunto, tipo um livro ou uma peça de teatro. A única coisa que me salva da nulidade total são os filmes que tenho assistido com o Fábio, caso contrário eu estaria perdida.

Ontem, por exemplo, vimos A Fonte da Donzela, do Bergman. Fazia tempo que não via um filme tão impactante assim, realmente causa efeito em quem está assistindo. No caso, um efeito não muito agradável, digamos assim. Eu passei ainda algum tempo com um seco na garganta por causa da história de estupro/vingança e, principalmente, pela forma como foi mostrada. Continue lendo “Vazia”

No telefone…

Depois não sabem porque não gosto de falar no telefone…

Marilza* – Alô, quem está falando?
Anica – É a Ana Paula.
Marilza – Oi, minha querida! Tudo bom com você?
Anica – Tudo em ordem.
Marilza – E sua mãe como está? E sua irmã?
Anica – Elas estão muito bem.
Marilza – E você e o Leandro, está tudo bem?
Anica – Não, nós terminamos.
Continue lendo “No telefone…”

Ó, vida, ó azar

Já cheguei a fazer trilha com uma bota de salto de 10cm, mas apanhei horrores de um par de channel ontem.

Observem a direção para onde a shiny happy hand aponta. Trupicões e trupicões, principalmente no caminho de volta para casa hoje cedo.

Mas enfim, ontem fui a uma formatura, o que na hora foi muito bacana. Mas agora bateu um certo pânico: partindo do princípio que se eu tivesse continuado Jornalismo eu já estaria formada, e de que mesmo com Letras era para eu estar me formando agora no primeiro semestre, fica óbvio que eu não tenho mais tempo para brincadeira.

Sabe comé, tem uma hora que a água bate no queixo.