Teu frio
Curitiba
vicia-me em abraços
(Edival Perrini)
Eu sei que parece coisa de louco, ainda mais levando em conta que tenho que sair da cama cedo para pegar ônibus e tudo mais. Mas essa cidade fica *tão* linda no inverno, que não há frio que tire minha paixão ao ver o Jardim Bot�nico todo branquinho.
Sem contar que quentão e fondue só é bom no frio. ^^
Achei algumas fotos na Gazeta, a coisa mais linda do mundo, olha só:
(anotação 2006: link quebrado)
Uma vez quando eu estava tentando fazer haikais eu lembro que fiz um assim:Céu azul,
vento frio
estamos em abril
Ênfase para o tentando. Eu realmente nunca fui boa em poesia, mas o fato é que essa fase do outuno curitibano em que o céu fica limpo e dá para sentir aquele ventinho gelado que deixa o nariz vermelho é quase tão apaixonante para mim quanto os ipês amarelos florindo e marcando o fim do inverno.
Uou, quanta sensibilidade. Coisas do inverno. Aliás, outra coisa boa para se fazer é ler embaixo do edredon com caneca de café quente ao lado. Pois bem, ontem à noite fiz isso. O tal do livro de contos é FAN-TÁS-TI-CO (com o perdão do trocadilho, hehe). Tem gente de quem nunca tinha ouvido falar antes e já gamei.
Como de costume, escrevo comentários assim que acabar a leitura.


Já estou bem. Dormi horrores, tricotei horrores, li horrores… foi quase como um dia de folga, com a exceção de que não podia abrir muito a boca e fiquei só na sopinha.
They say that at the exact time of death we lose 21 grams of bodily weight. But how many lives do we live? how many times do we die? How much can fit into 21 grams? 
é pouco no momento.