Ufaaaaa!!

A quinta foi terrível, eu ainda não acredito que sobrevivi. A reunião com a chefinha acabou às 22hrs O lado bom é que eu e a Jô descobrimos onde se vende Fake Nhá Benta por 75 centavos a caixinha E agora, o que me deixou mais aliviada ainda, é que acabei de terminar a interview de Oral IV. Tá aí uma coisa que me stressa bagarai, é horrível a sensação de estar sendo avaliada pela banca… pelo menos a avaliadora foi a Mariza, meu chuchuzinho.

Bom, o que me resta para essa tarde de sexta é ler o livro que ganhei do Alex (nhaaaaaai!!!!!! ), descansar, e à noite tentar fazer o Barreado que eu prometi para o pessoal aqui em casa. Não sei se o Barreado rola, mas que a caipirinha de morango vai dar certo, ahhhh isso vai!

Identidade

Eu acabo de me dar conta que, mesmo gostando muito de Agatha Christie, eu nunca li “O Caso dos Dez Negrinhos”. Mas de qualquer forma, o que eu ouvi dizer é que esse filme foi levemente baseado no livro.

A história é, em teoria, bem comum no gênero: dez pessoas ficam presas em um motel, e passam a ser assassinadas uma a uma. Como já disse, em teoria. Mas é óbvio que não vou ficar me estendendo muito nisso, já que qualquer coisa que eu fale em um filme de suspense pode… hmmm… acabar com o suspense.

Antes de mais nada, nota 10 para a atmosfera criada. A chuva que não acaba, a luz que em dado momento se apaga, os relâmpagos, o motel pequeno… tudo converge para uma sensação de claustrofobia. Os atores também tem mérito nisso: aquela coisa de se surtar e simplesmente não ter para onde ir foi bem representado.

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You Are The Quarry

Ok, eu ando *bem* desligada musicalmente falando, mesmo porque nem sabia que o Moz estava gravando esse álbum. Mas como amo de paixão os trabalhos desse cara, não tem como não ficar felicíssima com a notícia.

Infelizmente, You Are The Quarry só chega no Brasil em junho (sabe-se lá o motivo). Já fui atrás para conhecer um tico e só posso dizer uma coisa: tá foda bagarai!!

Por foda bagarai entenda-se: “continua sendo a trilha sonora ideal para momentos de deprê”. Mas daquele jeito estiloso que só o Moz consegue fazer.

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Agora eu me superei.

Estou babando há semanas no cartaz do Morgue Story e fiz uma coisa que mereceria 100 chibatadas do V: não procurei o nome do responsável pela arte do cartaz.

Aí, veio aquele comentário no meu post logo abaixo com esse link aqui. E claro, fui visitar. E aí quando bati o olho pensei “Pô, parece com a arte do cara que fez o cartaz do Morgue Story

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Lucky day

Eu sou muito sortuda. Primeiro, porque o Lê me ligou hoje cedo e veio me buscar, não precisei pegar busão cheio de dia de chuva. Depois, porque a Eva me pagou mais do que eu esperava receber e terceiro… saca só, é bizarro:

Eu no ponto de ônibus, loca de vontade de voltar para casa depois de ouvir um monte da Clarissa (é, eu fui mal bagarai no seminário mesmo), e então chega um cara e diz “Posso falar com você?”

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Eu não mereço…

…esses trocentos dias de chuva.

Foda é cair da cama antes da hora depois de noite mal dormida porque a bosta do cachorro está latindo lá fora e não tem ninguém para abrir o portão que por um acaso não está funcionando o que significa que aí você tem que tomar chuva para abrir o outro portão, etc.

Ok, chega de azedume.

O Marlo (sim, o que odeia blogs ) tinha falado algo sobre ver filme na casa dele hoje, acho que vou acabar indo com o Lê e a Sol. Afinal, não há nada melhor do que ver filme quando está chovendo desse jeito.

Ok, tem, mas esse tipo de coisa não se comenta em blogs.

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Muito barulho por nada

A Jô é realmente um amor de pessoa. Me ligou hoje para perguntar se deu tudo certo. Eu sei que depois, quando conversar direito com ela (não deu para conversar porque eu estava digitando um trabalho para a Sol), ela vai achar que não deu tudo certo. Eu vou ficar sem saber.

(…)

Eu só não queria ter sido tão… tão Beatrice.

(…)

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