(Obs. de 2007: Era uma carta do tarot vertigo. Nem sei mais qual é)
Ces’t moi.
Um pandemônio.
(Obs. de 2007: Era uma carta do tarot vertigo. Nem sei mais qual é)
Ces’t moi.
Sabe, Nick Hornby estava certo quando em Alta Fidelidade perguntava “Sou infeliz porque escuto música pop, ou escuto música pop porque sou infeliz?”. Estava sondando minha lista de músicas e me dei conta que a maioria fala sobre finais de relacionamentos, crises e o diabo a quatro.
É realmente toda uma cultura incrédula.
Enfim, que Deus abençoe Robert Smith, porque hoje eu posso ouvir Love Song sem me sentir miserable.
…Whenever I’m alone with you
You make me feel like I am home again
Whenever I’m alone with you
You make me feel like I am whole again
– Arrumar a (tema de Além da Imaginação) Primeeeeeira gaveta
– Arrumar o guarda roupa
– Encontrar e arrumar meu relógio
– Ler Ulisses
– Me acostumar a acordar cedo
– Fazer faxina na caixa de recordações
– Cancelar aquele Mastercard absurdo
– Visitar todos os -istas possíveis (menos dentista, que eu já fui em dezembro)
– Reencontrar pessoalmente as pessoas que achei no orkut (Nana, Karla, etc.)
– Encontrar a Nane e conhecer as filhas dela
Continue lendo “Coisas para fazer antes que as férias acabem:”
Já que começo de ano é fase de reavaliação…
TOP 5: QUEM SOU EU?
(versão cinema)
5. Scarlett O’Hara (E o Vento Levou…)
Garota mimada. Completamente dependente de uma figura masculina. A sorte dela é que existe um Rhett.
Scarlett: Rhett, Rhett… Rhett, if you go, where shall I go? What shall I do?
Rhett Butler: Frankly, my dear, I don’t give a damn.

Whatever makes you happy,
Whatever you want
You’re so fucking special,
I wish I was special
But I’m a creep, I’m a weirdo
What the hell am I doing here?
I don’t belong here
I don’t belong here…
Eu não sou eu se não carrego comigo muitos medos, um punhado de insegurança e outro tanto de ironia. E eu não reclamo: é até algo fácil de se ignorar em outros momentos.
Continue lendo “Creep”
Entrei em crise blogueira de novo. Volto quando passar.
O ano nem virou e pelo visto eu já estou cumprindo algumas resoluções. Hohoho… Preciso de novas. Penso depois da meia noite. Aliás, eu só vou pensar na minha vida depois da meia noite: se eu estipulo um horário eu pelo menos penso nela, hehe.
No final das contas é tipo casa em desordem, fica tudo tão virado que você não tem coragem de começar a faxina. Mas se vai aos poucos, acertando aqui e acolá… Ok, não é como casa em desordem. É sério, eu acho que depois que bati a cabeça eu fiquei um pouco pior do que o normal.
Continue lendo “No ano que passou…”
Confissão: a ressaca realmente estava me matando hoje e eu só ia encontrar o Frank por uma questão de honra (já que ele diz que eu sempre furo os encontros, hehe). Mas o café aqui em casa foi *tão* bacana que eu fico feliz por não ter simplesmente me enfiado embaixo do cobertor hoje.
Tudo bem que eu quase envenenei ele com cappuccino vencido, mas enfim, foi uma ótima tarde. As pessoas deveriam conversar mais. Faz tão bem 
Mais chuva de verão?
Mais perguntas sem sentido, Anica?
Desde muito pequena eu sempre tive um pesadelo que volta e meia se repetia, coisa que eventualmente ocorre até hoje em dia. Não é nada que crie algum tipo de fobia, mas é com certeza o meu pior pesadelo.
E qual não é minha surpresa ao ler na Folha o seguinte relato sobre o tsunami na Ásia:
“Eu estava de pé na praia quando notei que o nível do mar estava subindo, mas eu não fiquei preocupado porque pensei que era apenas uma maré alta estranha. Então eu ouvi um som assustador que eu jamais tinha ouvido antes. Foi um som crescente, seguido por um barulho ensurdecedor que parecia ficar cada mais alto. Eu gritei para alguém correr e comecei a fugir para a terra”, disse o pescador Chellappa.
É exatamente como descreveria meu pesadelo.