111748524732784731

A-há! Tirei a Sade da cabeça!! O problema foi o custo: Billy Idol. Jizuis, alguém me tira desse túnel do tempo musical antes que eu comece a usar polainas ou saia balonê!!

I spend so much time
Believing all the lies
To keep the dream alive
Now it makes me sad
It makes me mad at truth
For loving what was you

Legal, quando eu não sabia Inglês eu cantava “Assaltar um peixe!” ao invés de “Eyes Without a Face” hehe. Enfim, eu gosto desse trecho da música. Tem a ver.

***

Responda a questão com caneta preta ou azul, justificando sua resposta: Ao usar o sistema de transporte coletivo de curitiba, do que você tem mais medo?

a) Cachorros que correm atrás de pessoas que correm atrás de ônibus
b) Velhas que falam sozinhas
c) Briga de malaco com direito à polícia
d) Gente que ao embarcar acha que está participando do American Gladiators (há, há. desenterrei essa)
e) Todas as alternativas acima

(Pois acreditem: ontem à noite voltando para casa eu encarei a alternativa e)

***

Alice não pôde deixar de rir, mesmo em meio às lágrimas.
– E pode-se deixar de chorar só pensando em coisas? – perguntou.
– É claro, é assim que se faz. Ninguém pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

111747077826231561

Engraçado. As pessoas citam como ‘medos modernos’ coisas do tipo “medo de ser assaltado”, por exemplo, mas poucos falam do horror moderno chamado…

…COFRINHO!!!!!

É, o cofrinho, senhoras e senhores! Até o começo dos anos 90, usar calça de cós alto ainda era fashion, o que significa que os adolescentes dos anos 80 não viveram esse medo.

Mas nós, pessoas antenadas (há, há) do século XXI (eu nunca sei contar os séculos direito, eca), usamos calças com cós cada vez mais baixo, o que nos leva ao dito cujo do cofrinho.

Ninguém escapou de um belo dia, ao inocentemente catar um objeto no chão, ouvir delicadas sentenças como “Opa, posso por uma moeda aí?” e suas respectivas variações.

Na realidade, cheguei a conclusão de que sofro de cofrinhofobia quando percebi que na cantina da faculdade sempre sento encostada na parede para esconder o possível cofre. E que não sento de jeito nenhum sem dar aquela levantada na calça antes.

Bizarro. Tanta coisa pra ter medo e eu com essa. Mas se vocês ouvissem os meninos falando do cofrinho das outras, também teriam essa fobia.

Aiai.