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E é desse modo que me ocuparei no próximo semestre. O engraçado é que na hora da matrícula eu sou uma pessoa super cheia de vontade de levar a sério e tudo mais, mas não dá nem um mês de aula e eu já começo a me perder.

Uma coisa que apareceu de última hora foi o ‘Análise do Discurso’. Estou fazendo por dois motivos:

a) Preciso fechar minha carga de optativas livres
b) Por algum motivo bizarro, eu me dou bem bagarai com Lingüística. Quase pensei em mudar a ênfase do meu bacharelado uma vez.

E agora eu sossego e fico de férias mesmo, sem pensar nisso. Penso no Evangelho Segundo Jesus Cristo que comecei a ler hoje (hehe, finalmente estréio no mundinho do Saramago!) e n’A Guerra dos Mundos que vou assistir com o Fá daqui a pouco.

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Gente, o que é o cheiro desse Veja Maçã Verde? Eu nem sabia que existia, minha mãe acabou ganhando de graça naquelas promoções compre um leve 2 e talz. Eu fiquei completamente apaixonada, passei pela casa inteira!!

(se vocês não sabem, eu sou amiga dona de casa pelo menos uma vez por semana, he he)

***

Então, minha irmã foi para o Rio Grande do Sul semana passada, para acompanhar o Vicente no jogo do Atlético. Aí acabou que eles ficaram por lá mais uns dias, férias e tal, sabe como é.

Agora, para a parte que interessa: ela trouxe um monte de chocolate mentolado para mim! Rôôôuuuu!!!! Tem noção de como é bom acordar cedinho, tomar café comendo chocolate mentolado??!!!!! Hehehe

***

Momento de Iluminação

Ontem de madrugada estava assistindo O Retorno do Rei e tipo, que horror. Menos de um ano sem ver o filme e eu já começo a achar um monte de falhas! Juro, era o meu filme preferido da trilogia, e ontem eu achei picareta bagarai.

Não sei o que está acontecendo com meu gosto cinematográfico.

***

Apaixonada por essa música aqui:

The Logical Song (Supertramp)

When I was young, it seemed that life was so wonderful,
a miracle, oh it was beautiful, magical.
And all the birds in the trees, well they’d be singing so
happily,
joyfully, playfully watching me.
But then they send me away to teach me how to be sensible,
logical, responsible, practical.
And they showed me a world where I could be so dependable,
clinical, intellectual, cynical.
There are times when all the world’s asleep,
the questions run too deep
for such a simple man.
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
but please tell me who I am.
Now watch what you say or they’ll be calling you a radical,
liberal, fanatical, criminal.
Won’t you sign up your name, we’d like to feel you’re
acceptable, respectable, presentable, a vegetable!
At night, when all the world’s asleep,
the questions run so deep
for such a simple man.
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
but please tell me who I am.

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And the way I feel tonight
I could die and I wouldn’t mind
And there’s something going on inside
Makes you want to feel makes you want to try
Makes you want to blow the stars from the sky

***

Sabe, de todas as coisas ‘que não tinham na minha adolescência’, a que eu menos entendo é esse lance do cosplay. Qual é exatamente a do negócio? Brincar de ser uma personagem?

Bem, eu era a Change Mermaid na minha infância, e nem por isso precisava me vestir como tal.

Não vou dizer que as fantasias em alguns casos não são cool (muito embora algumas pessoas percam a noção de ridículo certas vezes), mas tipo, isso deve custar caro. Não é melhor comprar, hum, não sei, alguns livros? Ou mangá, que seja.

***

Aceito sugestões de leitura para as férias. Aviso de antemão que não estou com humor para fantasia e ficção científica. E que estou aposentando o Ulisses de novo.

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Oh-la-la!

Assim, eu olho para ela e penso “Gee, nasci no corpo errado”. Eu deveria nascer Dita Von Teese!

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Então, tipo assim, eu não estou lendo nada de apaixonante nem assisti nada espetacular. Então, como não tenho nenhuma informação cultural relevante para dividir com vocês no momento, vamos ao…

…LINK INÚTIL DO DIA!!!!!!

Você gosta de gatos?? Gosta de colocar coisas sobre ele*?!! Então não deixe de ver o stuff on my cat! Uma pérola!

*(preciso dizer: não, eu não coloco nada sobre o Puck)

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wellesJá que Guerra dos Mundos chegou no cinema, vou aproveitar o gancho e passar para vocês o link para ouvir o fodérrimo Orson Welles numa adaptação de War of the Worlds para o rádio: clica aqui.

A adaptação foi ao ar em um programa de rádio dos Estados Unidos em outubro de 1938, no caso a história da invasão da Terra por marcianos foi transformada por Welles em um tipo de noticiário a respeito da invasão. A programação ‘normal’ da rádio era interrompida várias vezes com flashes a respeito do ataque alienígena. Isso surtiu tamanho efeito que a população entrou em pânico, acreditando que aquilo estivesse de fato acontecendo.

Tempos mais inocentes, ahn? Confesso que essa época tinha lá o seu charme. Para saber mais sobre a brincadeira do Welles, clica aqui.

E só para terminar, uma citação do Welles que ilustra bem porque acho esse cara totalmente fantástico: “Sou ator de teatro e cinema, escrevo contos, programas de rádio e televisão, dirijo filmes e peças, sou ventriloquo, ilusionista e mágico. Pena eu ser tantos e vocês tão poucos. Meu nome é Orson Welles.” (se apresentando para uma platéia de quatro pessoas em Berlim)

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Então, daquela velha história do ‘uma coisa puxa outra’. Ontem fui procurar uma citação de A Insustentável Leveza do Ser em uma agenda velhona, para passar para o Fábio. Nisso, achei a transcrição da cena do casamento de Mickey e Mallory Knox em Assassinos Por Natureza e resolvi postar uma foto do filme no meu flog, lembrando da questão da crítica à mídia que o filme faz.

Eis que procurando exemplos semelhantes (e mais ‘concretos’, digamos assim), dessa história de bandidos virando mitos por causa da imprensa, lembro do caso do Pareja, aquele rapaz que é freqüentemente citado quando o assunto é complexo de estocolmo. Fui dar uma olhada no senhor Google para refrescar minha memória sobre os acontecimentos e acabei me deparando com e esse texto excelente do Marcelo Leite.

Se você está só coçando aí na frente do computador, não custa nada dar uma conferida. Levanta uma série de questões sobre a responsabilidade não só do jornalista, mas da sociedade. Atenção especial para o último parágrafo, que contem trechos da carta de uma das pessoas envolvidas no caso da Escola Base.

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[on phone] Ross, hi, it’s Rachel. I’m just calling to say that um, everything’s fine and I’m really happy for you and your cat who, by the way, I think you should name Michael. And, you know, ya see there I’m thinking of names so obviously, I am over you. I am over you and that, my friend, is what they call closure. [hangs up and tosses phone in the ice bucket]

***

Foi procurar essa fala e a primeira coisa que me passou na cabeça foi www.friends.com, né? Aí nesse endereço eu achei isso aqui:


As heard on
Dr. Joy’s radio talk show

E gee, achei tão engraçado. Dr. Joy e tal. Hã, hã.

***

Cheguei a conclusão que um passeio dê ônibus em Curitiba seria muito mais agradável se as pessoas tivessem noção. “Noção de quê?”, vocês me perguntam. Bom, dá até para fazer uma lista disso.

  • Noção de espaço: o povo das mochilas gigantes deveria ter noção que SIIIIM, sempre há uma pessoa ao redor que vai levar uma mochilada na cara
  • Noção de educação: ceder o lugar para gestantes, deficientes e idosos não é uma questão de opção, deve ser feito sempre.
  • Noção de espaço II: se você ficar na porta de embarque e desembarque, as pessoas não conseguirão embarcar e desembarcar.
  • E já que estou falando dos ônibus em Curitiba, deixa eu comentar um lance bizarro. Desde que fiz o Top 5 coisas que as pessoas fazem que me irritam horrores, toda vez que pego ônibus um tosco senta ao meu lado mascando chicletes daquele jeito. Affmaria, ninguém merece.

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    Hoje enquanto eu matava um tempo na cantina antes da minha final com o Gil, li em uma Veja a seguinte pérola da Sabrina Sato:

    “Nesta fase da vida, não preciso ser inteligente. Mais para a frente, sabe? Quando estiver caída, vou virar intelectual.”

    E penso, oh, Deus, o que sobrará para mim quando eu estiver caída.

    ***

    Então que eu e o Fá fomos ao cinema ontem para assistir…

    (rufem os tambores!)

    … Batman Begins!!!!

    Ok, de início: não é igual aos do Tim Burton. Mas é até um tanto de sacanagem comparar, mesmo porque os filmes do Burton contavam com vilões carismáticos como o Coringa e a Mulher Gato. Mas tem uma coisa que o Burton soube captar a respeito de Batman que Nolan, provavelmente para ter um filme de maior apelo comercial, não soube: Batman é muito mais detetive do que lutador.

    Aliás, se tem uma coisa que sempre gostei no Batman foi isso: a inteligência valendo mais do que a força. Dá um tom mais charmoso para a história, contrasta muito mais com o playboy Bruce Wayne, enfim, é um ponto cool do homem morcego que foi deixado de lado nesse filme.

    Não é só excesso de lutas, há uma cena de perseguição de carros chaaaaata e comprida, que provavelmente só deve divertir a gurizada que curte um vrumvrum (o que obviamente não é o meu caso). É uma pena, mas não é nada que estrague o filme.

    Diga-se de passagem, não estraga principalmente por causa de alguns ótimos coadjuvantes (gente, o Gary Oldman é o Gordon!!) e o Christian Bale, que interpreta muito bem o Batman.

    No final das contas saí do cinema morrendo de saudades das HQs do Batman, pensando em recomeçar a coleção. E gente, que é isso de Coringa em uma continuação?! Rôuuu!!!

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    Então, cá estamos nós completando seis meses de namoro. Eu nem deveria ficar postando fofurices por aqui, porque vocês sabem, essa coisa de amor é meio brega e vai que alguém está lendo meu blog pela primeira vez, vai pensar que o próximo post terá um gif gigante da Hello Kitty com um “komenta, plixx!”. Mas caramba, passar seis meses com o Fá e não deixar isso registrado é um crime.

    E pensando nele não consigo deixar de lembrar daqueles versos da música da Alanis:

    You’re the best listener that I’ve ever met
    You’re my best friend
    Best friend with benefits
    What took me so long

    (E chega. Juro que não vou colocar cursor com estrelinhas brilhantes nem aquele monte de blinkies no meu blog)