I just want to be alone.
Categoria: Geral
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Eu tenho medo de um monte de coisas. Vacas, hospitais, fogos de artifício, ladrão, elevador velho, de ficar cega, palhaços, piriguetes sem noção, portas de armários abertas, estranhos na janela e por aí vai.
Mas acho que nada me dá tanto medo quanto o futuro. A longo ou curto prazo, tanto faz: a idéia de pensar no que está por vir me dá pânico. E o engraçado é que quando você é mais novo, pode ir adiando o momento de pensar a respeito, mas chega um momento que o cerco se fecha e a coisa se torna inevitável. Futuro do presente…
Mais um ano de faculdade? O que fazer depois disso? O que eu quero para mim? Talvez o que assuste não seja o futuro em si, mas a falta de perspectivas. Quando ainda é sonho, não pode virar fracasso.
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Passado…
Internet é uma ferramenta cheia de qualidades contraditórias. Por exemplo, ao mesmo tempo que uma das vantagens dela é ser uma espécie de arquivo gigante, isso também pode ser o pior dela.
Especialmente quando você tem lá seus 8 anos de acesso (sim, eu sei que tem gente que freqüenta há mais tempo do que isso, me poupem dos comentários do tempo da internet à manivela que o post não é sobre isso). Você já andou por ali e por aqui, deixou opiniões e um tanto de sua história aos pedaços no meio.
A praga é que independente de você não querer relembrar ou saber de certas coisas, elas acabam aparecendo para você. É quase como se você estivesse passeando em um shopping e alguém te puxasse do nada para uma sala de museu.
Um passeio nem sempre agradável, se levar em conta as perguntas levantadas. Pretérito Imperfeito…
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Presente…
?
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Vazio agudo
ando meio cheio
de tudo*
e talz.
Mããããs temos boas notícias! E por incrível que possa parecer, são coisas que não envolvem dinheiro (pelo menos não o meu). Hoje à tarde passa na HBO o ótimo Império do Sol (do tempo que o Christian Bale ainda não tinha tanquinho, he he he) e à noite no Telecine tem Belle de Jour. Iupi!!!! 
*é do Leminski
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Só porque hoje cedo estou ouvindo Queen:
Insanity laughs under pressure we’re cracking
Why Can’t we give ourselves one more chance?
Why can’t we give love that one more chance?
Why can’t we give love give love give love?
Give love give love give love give love give love give love?
Cause love’s such an old fashioned word
And love dares you to care
For the people on the edge of the night
And love dares you to change our way
Of caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves
Under Pressure
Under Pressure
Pressure
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Eu sei que já postei isso hoje no meu flog mas…
The Rocky Horror Picture Show in 30 seconds re-enacted by bunnies!!!! LET’S DO THE TIIIIIIME WARP AGAAAAIN!!!!!!!!
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Ontem no final da tarde recebi visita da Lu e do Kado. Espero que eles não tenham ficado chocados com a bagunça da casa e as paredes verdes da sala, hehe.
Essa é a pior coisa sobre casa alugada: você não pode mudar as coisas, não pode pintar parede, reformar nem nada. Enfim, adaptar ao seu gosto. Mas ok, não tenho muito o que dizer, fora a parede verde gosto de tudo aqui. 
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Está frio, estou entediada então vou fazer um top 5. Dessa vez resolvi homenagear um dos lugares da internet onde mais tenho passado (ou deveria dizer ‘perdido’?) meu tempo. Vamos hoje ao…
TOP 5 COMUNIDADES ESTRANHAS DO ORKUT
5.I Never Had Sex With the Pope



2.Literatura, Queijo & Fórmula 1


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Zé Gonçalves foi meu professor de Educação Artística no Nossa Senhora de Lourdes (o ‘Lourdão’), lugar onde estudei durante toda a minha vida. Foi ler esse scrap e começar a lembrar de como era bom estudar nesse colégio. Não só porque a infância/adolescência são tempos mais fáceis: o Lourdão era especial mesmo.
Era um colégio de freiras, mas o catolicismo não nos era empurrado goela abaixo, e as aulas de Ensino Religioso sempre viravam palcos de ótimos debates. Tínhamos inspetores como o Pedro e a Tia Lia que nos conheciam pelo nome. Professores que deram aula para gente da 5ª até a 8ª série (o caso do Zé). Amigos que nos acompanharam desde o jardim de infância. Era tanta liberdade, tantos professores maravilhosos como a Laís e o Cleomar…
Eu queria de verdade ter a mesma sorte que minha mãe teve quando eu fosse matricular meus filhos em algum colégio. Eu sei que muito do que sou eu devo ao Lourdão e as pessoas que conheci lá (e também ao Xou da Xuxa, o Rá-Tim-Bum e a Sessão da Tarde
).
***
Ok, a pira do momento é: eu acho que esse mundo não passa de um fruto da minha imaginação. Eu sustentava essa idéia no fato de reencontrar estranhos na rua em lugares e dias diferentes. Mas aí um fulano qualquer poderia dizer “Duh, se vocês moram na mesma cidade a probabilidade de se encontrarem são grandes” e eu deixei para lá.
Mas tenho observado anotações em cadernos velhos e… gente, eu acho que estou criando todos vocês.
Tem elementos que largo por aí que bate muito com pessoas que conheço. Se minha pira não for uma pira (hohoho), acho que vou anotar em algum canto algo sobre achar um baú cheio de dinheiro e uma viagem para a Inglaterra.
Um PS pra Marília: Hey, lembra daquele livro que eu ia dedicar pra você e para o Carlos Germano (hihihihi)? Tem uma personagem lá que é o Fá cuspido e escarrado. ME-DO!!
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Da Utilidade do Cheiro no Papel Higiênico
A única coisa que eu não vejo utilidade é naqueles coelhinhos e cachorrinhos fofos que deixam estampados no papel. De repente é para alegrar o ambiente, sabe-se lá. Enfim, o importante é que de hoje em diante vocês já sabem: o cheiro do papel não é inútil. Diga-se de passagem, alguns papéis com cheiro estão mais baratos do que os sem. Tá aí um milagre econômico que não sei explicar. 
…
Que tédio, preciso de café, pão e dinheiro. Volto depois.
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Mas eu não consigo lembrar do meu cpf, o número do telefone e do cep daqui de casa e a data de vencimento dos meus cartões. Legal, né? 
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Final de semana com três novos filmes, todos acima da média, pelo menos. E fui eu que escolhi, olha só que milagre!

Sideways: bacaninha, mas não deixa de ser meio insosso. Sabe aquele filme que não tem nada de errado, mas também não tem nada que o torne de fato especial? Então. A coisa toda gira em torno da amizade de dois homens, que viajam pela Califórnia conhecendo os vinhos produzidos na região. Nenhum diálogo excepcional, nenhuma personagem que exigisse uma interpretação brilhante, nem nada. Dá para dizer que é assim, um filme mediano. Se fosse vinho desceria tipo um Almadén, hehe.

Casa de Areia e Névoa: Ben Kingsley está absurdamente fo-da no papel do militar iraniano que tenta reconstruir a vida nos Estados Unidos. O filme tinha tudo para ser um daqueles enfadonhos filmes americanos com tribunal, mas o conflito fica entre as personagens da história mesmo: Kathy teve a casa confiscada pelo município por engano, e no tempo em que tentava recuperá-la, a casa foi leiloada e vendida para Behrani. Vale assistir pela atuação do Kingsley e de Shohreh Aghdashloo como a esposa de Behrani, é realmente de ficar de boca aberta.

Em Busca da Terra do Nunca: boa história, e bem produzida. É um filme bem leve, inocente. E mesmo nos momentos em que a história fica mais amarga, ainda assim é mostrado tudo de forma bem encantadora, como o mundo imaginado por Sir James Matthew Barrie. Johnny Depp como sempre excelente (eu ainda acho que o único filme que ele escolheu mal foi o Medo e Delírio em Las Vegas), Kate Winslet mandando bem também. O visual do filme (tanto a recuperação dos trajes de época quanto os cenários) é lindo, uma pena que não tenha levado o Oscar de Direção de Arte e Costume Design (cruzes, esqueci como fica isso em português!!)
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Momento de acidez fofinha:
Ohana means family, family means nobody gets left behind. Or forgotten.

E eu sei que para bom entendedor meia citação fofinha deveria bastar, mas enfim, I’m so fucking disappointed sobre como algumas pessoas agem (e reagem) com relação ao fim do meu namoro com o Leandro e o começo do namoro com o Fábio que achei melhor deixar registrado para futuras referências.
O que me lembra uma outra fala da Lilo: Ok, Stitch. Agora você pode cuspir veneno neles.
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(Nem eu agüento me ouvir!)
Se bem que não adianta atirar as pedras no casal como se eles fossem os únicos culpados pelo lixo que anda a música nacional. Sábado passado eu e o Fá estávamos assistindo o top 20 Brasil da MTV, e bem, foi triste a coisa. Entre lixos e mais lixos infelizmente a única coisa interessante é internacional, o System of a Down.
Dos brasileiros um show de mediocridade. Chorão um cara que congelou no tempo com seu Charlie Brown Jr. e poutz gente! O que é aquele ‘Renata’ do Tihuana? A música é uma bosta e o clip consegue ser ainda pior. A sensação que dá é que a música precisa urgentemente de uma chacoalhada. Do jeito que as coisas estão, prefiro continuar ouvindo minhas velharias.

(Vam’lá Caçulinha: O tempo paaassa, o tempo vooooa! E só os Bítos continuam numa bô-aaa!)
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Então, eu vi o Guerra dos Mundos. E descontando o fato de que o Tom Cruise força um pouco a barra na hora de interpretar o ‘papai crianção’, de que o filme é tão tenso que quando acaba você respira aliviado e de que sessão lotada de cinema é um saco (especialmente com umas perengas gralhando logo atrás de você), o filme é bem bom.
Acredito que parte das pessoas que não curtirão o filme será por causa do fim. Eu confesso que achei zilhões de vezes melhor (tragável) do que o de Sinais, por exemplo. E antes que eu me esqueça: a menininha, Dakota Something, pode ser muito bonitinha e tal. Mas taqueuspa, se eu tiver uma filha fresca como ela vai levar cascudo até aprender a virar gente.

(Grandão, né, filha?)

