Reino do Amanhã

Prova do Edison, parte II. O engraçado é que quando abri a prova e vi que tinham só três questões ao invés das dez costumeiras, fiquei toda contente. Aí percebi que elas se desdobravam em a, b, c… enfim, deu dez de novo. Tomara que dê pelo menos para tirar o 7,0 para passar. Eu não sei se aguento uma final no momento, estou realmente esgotada.

Ah, sim. Suuuuuper empolgada com a entrada em dia do salário, já fui na Ghignone aumentar minha coleção de Shakespeares (comprei A Comédia dos Erros e A Megera Domada, sendo a primeira com tradução do Millôr) e hqs. No caso, além do Dylan Dog de sempre, comprei também Reino do Amanhã.

Eu não sou grande conhecedora do universo DC, mesmo porque o máximo que eu lia era Batman, e isso até o ano 2000. Mesmo assim, é claro que conheço a mitologia o que obviamente deu um gostinho especial para a história. Mas a premissa é muito bacana e, principalmente, muito bem desenvolvida por Mark Waid: depois que Superman deixa de proteger os humanos, outros tipos de heróis (muito mais violentos) acabam por implantar o caos na Terra.

Agora, surpreendente mesmo é a arte do Alex Ross. É de ficar de queixo caído, isso desde o Superman ou Batman mais velhos até o momento em que a Mulher Maravilha aparece com uns quilos a mais. É fantástico, só vendo para crer. Uma pequena amostra:

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