111643252656354239

Já que hoje a lo-oh-ot of people vai assistir a pré-estréia do Episódio III, segue um blog em homenagem a todas essas pessoas: The Darth Side: Memoirs of a Monster. Supercalifragilisticexpialidoso!

Em troca, peço a todos vocês que vão assistir hoje que:

a) Evitem contar spoilers para mim
b) Depois de assistir me contem se é bom ou se George Lucas conseguiu estragar o que poderia ser um dos melhores episódios.

Combinado?

E agora, para a pergunta que não quer calar: O que tem no seu CTRL+V nesse momento?

No meu: supercalifragilisticexpialidoso

Hohoho.

111635603059951509

Uma série de confissões…

  • Eu sou tarada pelos pés da Mel Lisboa
  • Eu gosto de dar beijinho de esquimó no meu gato
  • Eu xingo mentalmente as pessoas que trombam em mim na rua
  • Eu dou risada em elevador quando estou sozinha
  • Eu tomo Coca no gargalo se ninguém está vendo
  • Eu tenho medo de ficar sozinha em casa
  • Eu mato muita aula
  • Eu peço pra minha irmã marcar minhas consultas porque tenho pânico de telefone
  • Eu não gostei de Watchmen
  • Eu adorei A Usurpadora
  • Eu já matei a azaléa da minha irmã regando a planta com Fanta
  • Eu furo quase qualquer coisa que combino com meus amigos
  • Eu costumava desligar o rádio-relógio durante a madrugada para não acordarmos a tempo de ir para a aula
  • Eu já tentei acertar a cabeça do meu irmão com um martelo
  • Eu tenho sérios problemas com cola branca e lã
  • Eu acredito que não exista assunto mais intrigante do que os que dizem respeito a minha pessoa
  • Eu tenho uma série de valores distorcidos a respeito de um monte de coisa
  • 111628005187156922

    “Foi aí que você se enganou. Foi aí que você errou. O erro que todas as mulheres cometem. Por que vocês não podem nos amar, com nossos defeitos e tudo? Por que vocês nos colocam em pedestais monstruosos? Nós todos temos pés de barro, as mulheres tanto quanto os homens, mas quando nós, homens, amamos as mulheres, nós as amamos conhecendo suas fraquezas, suas loucuras, suas imperfeições, amando-as ainda mais, talvez, por essa razão. São os imperfeitos, não os perfeitos, que têm necessidade do amor. É quando somos feridos por nossas próprias mãos, ou pelas mãos dos outros, que o amor deveria vir nos curar – senão do que serve o amor?”

    Esse é um trecho de uma peça do Oscar Wilde, chamada “O Marido Ideal“. A molecada normalmente se apaixonada por “O Retrato de Dorian Gray” e para por aí mesmo, no máximo recorrem àqueles livros de aforismos ou às fofocas da vida do autor. Mal sabem o quanto perdem deixando de ler as peças do Wilde: são nelas que ele revela totalmente sua genialidade.

    Enfim, tá aí a única pessoa no mundo que eu gostaria de conhecer bem, além de mim.

    111626183001675667

    SANCHEZ
    I am not afraid of you. You are nothing but a dreamer.

    COLUMBUS
    Look out of that window.

    Surprised, SANCHEZ nevertheless turns, looks out.

    COLUMBUS
    What do you see?

    SANCHEZ
    Roofs… towers, palaces…spires…

    COLUMBUS
    All of them created by people like me.

    SANCHEZ turns round again to face him.

    COLUMBUS
    No matter how long you live, Sanchez, there’s something that will never change between us. I did it! You didn’t!

    Um dos diálogos mais marcantes que já vi, num filme que assisti meio sem querer numa madrugada da vida, o 1492 com o Gérard Depardieu. Não que seja um filme maravilhoso que todo mundo tem que assistir um dia na vida, mas já faz aí uma penca de anos que vi o filme e ainda lembro dele justamente por causa dessas falas.

    Enfim, fica aí a sugestão pro povo que adora fuçar catálogos de locadoras e curte um filmitcho com pé na História.

    111620356399566778

    É normal colocarmos ‘coisas‘ na frente de ‘pessoas‘ numa lista de prioridades? Por exemplo: diz a lenda que Camões em um naufrágio teve que escolher se salvaria alguns manuscritos ou sua amada, e acabou salvando os manuscritos. Eu sempre achei ele um puta de um egoísta por isso. Não, não isso. Na verdade que ela não era de fato ‘amada‘. Ou ele pensou “Hmkay, isso que escrevi não terá igual, mulher tem às pencas por aí”.

    Sabe-se lá.

    O negócio é que estou meio cansada de ficar me desapontando com as pessoas ao meu redor. Mais cansada ainda de relevar, achar que sou só eu enxergando mal. Enfim, cansada desse amontoado de descontentamentos contentes.

    Mas sejamos otimistas porque quem gosta de chororô é repórter da Globo: Os Intocáveis é um dos filmes mais fodões de todos os tempos. E não me decepciona at all.

    A pizza Quatro Estações da Baggio é absurdamente boa, e também não me decepciona. Exceto, talvez, por eles colocarem palmitos pequenos de vez em quando.

    E rever a Têla também é bom demais. Espero que ela não tenha dado uma de curitibana* quando disse “temos que nos encontrar de novo”, seria decepcionante.

    Ah, enfim. “É novembro, está nublado, Laura se foi, e essa é a minha vida. Essa só, essa apenas e nada mais…

    ________________
    *Piada básica do Alex: Curitibano diz “Apareça lá em casa!” mas nunca dá o endereço.

    111592511844426266

    Amiguinhos cariocas, eu já tenho marcada a data para quando visitarei vocês! No começo de 2006 Aniquitcha finalmente vai pro Rio. U-hu!

    Lógico, isso depende dos tios Stones confirmarem o show por aqui, ho ho. Sabe como é, já basta a tristeza de saber que não nasci a tempo de ver show dos Beatles, por isso este aí eu não perco de jeito nenhum. Mesmo porque já tão velhinhos, nunca se sabe quando vão bater as botas, etc.

    Aiai.

    Let’s spend the night together

    111590438203157860

    É realmente um problema quando você assiste filmes com certa expectativa. É quase certo que elas não serão superadas e o gosto de decepção acaba afetando um pouco no julgamento geral, digamos assim.

    Estou falando isso porque assisti Os Bons Companheiros na terça à noite. O filme é ruim? Não, não é. Mas acabei me decepcionando porque esperava demais daquela mistura “De Niro/gângster”. Enfim, tem certas coisas que fazem a história valer, mas eu colocaria lá em baixo em um ranking de filmes de gângsters.

    O outro foi Se Meu Apartamento Falasse, dirigido pelo Billy Wilder e com Jack Lemmon no papel principal. A decepção foi menor, claro, mas o humor em The Apartment foge completamente do de Some Like it Hot, que foi o que fez com que eu alugasse esse filme, digamos assim. Mas enfim, continuo achando que as comédias antigas são insuperáveis, pelo menos se formos comparar com esse humor American Pie de hoje em dia…

    “Hoje em dia” é expressão de gente que tá ficando velha, né?

    ***

    Os fãs do Joy Division normalmente reclamam que para o “público comum” a banda só é lembrada por Love Will Tear us Apart (“TÉÉÉR” SEUS TOSCOS! “TIR” É LÁGRIMA), mas fico cá pensando com meus botões: é realmente ruim ser lembrado por uma música perfeita como essa? Tanto na letra quanto na melodia?

    Love Will Tear Us Apart

    When the routine bites hard
    And ambitions are low
    And the resentment rides high
    But emotions won’t grow
    And we’re changing our ways,
    Taking different roads
    Then love, love will tear us apart again

    Why is the bedroom so cold
    Turned away on your side?
    Is my timing that flawed,
    Our respect run so dry?
    Yet there’s still this appeal
    That we’ve kept through our lives
    Love, love will tear us apart again

    Do you cry out in your sleep
    All my failings expose?
    Get a taste in my mouth
    As desperation takes hold
    Is it something so good
    Just can’t function no more?
    When love, love will tear us apart again

    Eu, se fosse da banda, não reclamaria.

    111573069978174061

    Uma das coisas mais amedrontadoras que assisti na minha vida foi um documentário sobre fantasmas que passou certa vez na GNT (com narração de Stephen Rea, hehe). Sabe como é, uma coisa é você assistir a um filme com uma história inventada, outra é você ver um guardião de um castelo na Inglaterra jurando que viu o fantasma da Ana Bolena passeando de um lado para outro.

    Enfim, descontando esse meu gosto bizarro por ghost stories, fico aqui pensando: como é que na época que saiu aquela história sobre o fantasma no filme Três Solteirões e um Bebê nós conseguimos acreditar que aquilo era de fato um fantasma?

    Pior que eu tinha um medão enorme disso. Na época até inventaram que era o espírito de um garoto que tinha morrido no apartamento e blablabla, mas depois revelaram que era apenas um pôster ou algo que o valha desse cara da foto æ cujo nome não lembro e no momento a preguiça impera então não vou até o IMDB pesquisar.

    ***

    Estava limpando minha pasta de favoritos e aí achei um link que não sei bem quem me passou, desconfio que foi o Giu em uma de nossas primeiras conversas. Enfim, eu não paro de rir quando vejo, vale a pena dar uma conferida:

    .

    Emptyyyyyyy!!!!!!!!