Começo de temporada

house0104.jpgEntão que para descansar do corre-corre diário eu deixo o Civilization II de lado e volto para algo ainda mais nérdico: minhas séries favoritas! :love: A quarta temporada de House e a segunda de Heroes estrearam esta semana e é claro que eu não esperaria muito tempo para ter respostas para todas perguntas lançadas nos últimos capítulos das temporadas anteriores, hehe

O que dizer? O pior mesmo foi a decepção com Heroes. Sabe, às vezes o problema de fazer um final de tirar o fôlego é que na hora de juntar os cacos fica tudo extremamente forçado. Neste episódio que começa quatro meses após os eventos do último, nada parece se encaixar naturalmente, e todos aqueles que seriam grandes momentos não deixam de ser grandes clichês (gente sem memória, gente marcada para morrer, sujeito misterioso de capuz, etc.).

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Dexter (eu não tenho criado títulos muito criativos, não)

Como comentei há uns dias atrás, tenho nerdiado televisamente também. Claro que com muita classe e estilo, não assistindo BBBs, mas séries que ainda não foram lançadas por essas bandas mas que estão sendo elogiadas lá fora. A primeira que comentei foi Heroes, hoje vou falar de Dexter.

Michael C. Hall (vocês devem conhecê-lo de Six Feet Under), dá vida ao serial killer Dexter que tem como característica principal o fato de que mata… assassinos seriais! Como as histórias são contadas principalmente sob o ponto de vista de Dexter, é evidente que o roteiro é recheado de ironias e humor negro.

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We can be heroes…

Então, né, ontem à noite eu vi o primeiro episódio da tal da série Heroes, da qual tanta gente está falando desde que estreou. Tudo bem que considerando que ontem eu vi o primeiro episódio da série Dexter e isso pode ser um sinal de que estou caminhando para o lado negro da nerdice, o negócio é que eu gostei do que vi.

A idéia não é tão original assim – até porque eu acho que todo mundo que começa a ler hq pensa nisso em algum momento (eu, por exemplo, tenho um esboço de uma história que é praticamente idêntica): pessoas “normais” descobrem que não são tão “normais” assim e têm super poderes. Uou.

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House

Não vamos entrar nos méritos que televisão não presta, porque se prestasse ela não teria apelidos carinhosos como ‘máquina de fazer bobos‘. De qualquer forma, considerando que sabendo usar mal não faz, vamos levar em conta que de quando em quando brota alguma coisa interessante por ali.

Enfim, passei o final de semana em Porto União e nessas oportunidades posso conferir o que há de interessante em um canal ou outro da tv paga. Dessa vez foi o seriado House, que seria mais um daqueles seriados “doutor salva o dia” não fosse a personagem que dá título à série.

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Caverna do Dragão e seus finais

A Jana mandou um email sobre o final do Caverna do Dragão, e eu que tenho mais de 20 anos e menos coisa para fazer, estava pensando no assunto. A versão que eu conhecia era essa aqui:

Versão I:

(…)o dragão Tiamat seria na verdade um anjo, enviado para dizer que os garotos nunca conseguiriam retornar ao seu mundo, porque eles estavam mortos e no inferno, após um acidente em um parque de diversões. Nesta mesma versão, o Mestre dos Magos e o Vingador seriam o mesmo ser: nada menos que o demônio; e a inocente Uni seria uma ajudante do demônio para impedir que os garotos voltassem para a terra.

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Lovejoy

As pessoas de vez em quando perguntam de onde tirei o “Lovejoy”… É da Jessica Lovejoy, personagem dos Simpsons. O Bart se apaixona perdidamente por ela, que por ser filha do Reverendo se faz de santa mas é mais endiabrada que ele.

Agora que já sabem de onde, o como: faculdade de Jornalismo em 1999, estudava com mais 2 Anas e uma Karin. Aí, como éramos companheiras de Kowalski, viramos as “Kanas”. E cada uma era “Ana” alguma coisa: Ana Mulder, Ana Moira, Ana Smurf e… Ana Lovejoy.

Saudades das Kanas. Uma pena que quando a gente muda longe das pessoas que gostamos, quase nunca dá para voltar e conversar “como era antes”. Eu acho que não teria me divertido tanto naquele ano sem elas por perto…

Assistindo Sex and the City

Ontem de madrugada eu estava assistindo Sex and the City, e no episódio a Samantha Jones começa a desconfiar que o Richard está traindo ela com a camareira do hotel, e sobe onze andares pela escada para dar o flagrante.

Arfando, ela chega no quarto e vê ele sozinho. Fica completamente puta da vida pela energia gasta à toa e conclui que, por Richard tê-la traído antes, ela sempre iria desconfiar dele, mas que ela já estava muito velha para subir onze andares pelas escadas (na verdade, cansada demais para a paranóia). Aí, decide terminar e segue o diálogo:

Richard – Mas eu te amo.
Samantha – Eu também te amo. Mas eu me amo mais. Continue lendo “Assistindo Sex and the City”

Cowboy Bebop

Tomei um chá de Cowboy Bebop hoje! E estou completamente apaixonada!! :grinlove: Fazia tempo que eu não gostava tanto assim de um desenho animado… hum… é anime, né? Ok, não sou muito acostumada com isso, não sei se os fãs de anime ficam bravos por eu colocar tudo em um balaio só, mas whatever. Para mim é desenho e se mexe, então é desenho animado ^^

Ahhh!!!!! É muito bom!!! As personagens são carismáticas, a idéia é diferente, o clima das histórias é muito bacana e… A TRILHA SONORA É FANTÁSTICA!!! Sério, deu vontade de rever alguns episódios só pela música. Bota aspas no “só”, porque as músicas são um show mesmo. A começar pelo tema de abertura, “Tank!”. Continue lendo “Cowboy Bebop”