No telefone…

Depois não sabem porque não gosto de falar no telefone…

Marilza* – Alô, quem está falando?
Anica – É a Ana Paula.
Marilza – Oi, minha querida! Tudo bom com você?
Anica – Tudo em ordem.
Marilza – E sua mãe como está? E sua irmã?
Anica – Elas estão muito bem.
Marilza – E você e o Leandro, está tudo bem?
Anica – Não, nós terminamos.
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Ó, vida, ó azar

Já cheguei a fazer trilha com uma bota de salto de 10cm, mas apanhei horrores de um par de channel ontem.

Observem a direção para onde a shiny happy hand aponta. Trupicões e trupicões, principalmente no caminho de volta para casa hoje cedo.

Mas enfim, ontem fui a uma formatura, o que na hora foi muito bacana. Mas agora bateu um certo pânico: partindo do princípio que se eu tivesse continuado Jornalismo eu já estaria formada, e de que mesmo com Letras era para eu estar me formando agora no primeiro semestre, fica óbvio que eu não tenho mais tempo para brincadeira.

Sabe comé, tem uma hora que a água bate no queixo.

Unhappy Birthday

Hum. Eu sei que o lance do isolamento foi idéia minha, mas foi meio estranho acordar hoje sem ser para receber o cara da floricultura ou sem café da manhã de aniversário com a família.

Na verdade, quando desci para buscar minha primeira xícara de café, a primeira coisa que veio em mente foram meus aniversários de infância. Meus pais tinham que trabalhar (lógico) e minha mãe ligava a tv e dizia “Olha lá, filha! A Xuxa vai cantar parabéns pra você!” e aí eu passava a manhã inteira ali esperando pelo parabéns da Xuxa. Continue lendo “Unhappy Birthday”

*Toca o tema de O Poderoso Chefão*

Knol, agora eu também tenho, tra la la!

Acabei de ganhar de presente de aniversário do Leandro. E já que o assunto (ainda) é aniversário, hoje enquanto voltava para casa decidi de vez que não vou fazer festa de aniversário esse ano. Nem vou atender telefonemas, nem abrir cartões e nem nada. Vou passar a terça inteira lá em cima assistindo O Poderoso Chefão e fazendo de conta que não é dia 18.

numeração hexadecimal

Continuo nas piras to old to rock n’ roll, mas pelo menos o Fábio me animou com essa: “No sistema de numeração hexadecimal (base 16) você estará fazendo 18 anos, na terça-feira” Céus, depois não sabem porque me apaixonei.

A questão sobre esse meu negócio de idade é que eu não me importo de envelhecer, o que me incomoda é que não estou amadurecendo. Eu já estou quase saindo da casa dos vinte e poucos anos e chegando na dos quase trinta e ainda faço coisas… hum. Que uma pessoa de 18 anos faria.

‘xá pra lá. Tô feliz

Dicionário de Anicolês

Pedro – Filho da Anica XD says:
Acho que vou ser o primeiro dicionarista desse idioma complexo que é o Anicolês

Por enquanto temos:

opa -> sim
certo -> compreeeeeendo
putiada -> muito brava
café -> elixir da longa vida
shim -> um opa feliz
tudibom -> algo muito bom
“loco de” (veja também “louco de”) -> Loc. Adv. de intensidade. Ex.:”loco de bom”, “loco de ruim”, etc
nhaum -> não cute

Pedro – Malbec Warriors – Pelotão Capuccino says:
é quando vc quer negar alguma coisa que tem vergonha de a resposta ser “não”, daí vc usa o “nhaum”, que é um “não” cute, pq a pessoa vai ficar comovida com a cutileza e não vai achar tosco o fato de a resposta ser “não”

Royal -> moeda corrente no Brasil

21/11/2003 02:46

Hoje eu estava pensando na história de Orpheu. É, o da mitologia mesmo. Mais precisamente, no final da história. Bom, eu vou dar uma resumida de leve para que seja possível entender o que estou pensando sobre Orpheu.

A Eurídice, amor da vida dele, morre no dia do casamento. Ele, apaixonado, vai até o inferno (submundo) atrás dela. Chegando lá, ele consegue convencer Hades e Perséphone a deixá-la voltar ao mundo dos vivos, mas tinha uma condição: ele deveria retornar no escuro, sem olhar para trás. Eurídice o seguiria, mas se ele olhasse para trás, ela ficaria presa no submundo para sempre. Orpheu aceita a condição e segue seu caminho para o mundo dos vivos, mas sabe-se lá se pela escuridão ou pela ansiedade, começa a querer olhar para trás para se certificar que Eurídice o segue. Quando está quase chegando… não resiste, e perde sua amada para sempre, e logo a seguir é destroçado pelas Bacantes. Continue lendo “21/11/2003 02:46”