Salve a professorinha!

Pois então… agora que teoricamente já conheci minhas quatro turmas (não sei se comentei, mas a Eva me passou mais duas), posso fazer um resumo de como foi minha primeira experiência como professora….

10/11/2003 – TURMA DAS 18:00hrs

Ok, chego no lugar e me jogam os alunos novos que por acaso não tinham apostila nenhuma. Eu que baseei o plano de aula quase todo na apostila (incluindo leitura, exercícios, etc.) tive que me virar. Por sorte, pensei em levar um coringa: um livro de Inglês básico, com alguns exercícios. Continue lendo “Salve a professorinha!”

Ajustes de horário

Ok, hoje à noite vou dar uma passada no gabinete da Eva para ver se consigo achar algum horário livre na minha grade que bata com os horários em que ela precisa de uma professora. Pelo que eu falei com ela no telefone, o mais provável é que eu dê aula de manhã, se der certo. De repente eu posso trancar a disciplina do Benito também, nunca se sabe…

Eu tô feliz

Assisti Hellraiser O.o E O Retorno dos Mortos Vivos o.O Adoro programação especial de Halloween ^^ (hólouin, já diria a professora Márcia, que por sinal me deu um esporro hoje dizendo que não posso mais faltar as aulas dela hihihihihihihihi).

Nem sei porque estou feliz. Vai ver cheirei incenso demais e fiquei locona heheheehehehheheheheheheheheheh

Por falar em hehehheehheheehe, o Leandro abriu meu balão de joaninha para respirar o gás hélio, hahahahahahaha… ficou com a voz muito engraçada hahahahahahahaaahaha… Continue lendo “Eu tô feliz”

Conversa com a Sol refletindo só agora

… estávamos em uma discussão sobre alguns cursos da área de Humanas, e em dado momento falei algo como “se a pessoa se contenta em ser professora”.

Ela ficou putérrima, e pensando melhor, eu entendo bem o motivo. Até bem pouco tempo atrás eu não só me contentava com a idéia de ser professora como queria isso. Continue lendo “Conversa com a Sol refletindo só agora”

Was.

harljokerWas. Fazer o quê?

Eu não sei se o que me deixa mais triste é o final em si, ou o modo como as coisas aconteceram. Ou talvez aquela história de ter medo de nunca mais achar alguém.

A gente sempre acha que vai ser o fim do mundo, e que a pessoa que nos deixou era o amor das nossas vidas. Como se depois de quatro anos de namoro não fosse aparecer outra história tão bonita quanto a que acabou.

Mas aí eu vejo gente como a Estrela e sei lá. Eu tenho pensado bastante nela desde ontem. Ela e meu irmão formavam o casal mais lindo e mais perfeito que eu já tinha visto. Era uma delícia poder acreditar que as coisas duram, que… sei lá. De alguma forma, que “o amor existe”. Eles mostravam isso o tempo todo, do modo como se viam, de como se abraçavam, se falavam, dividiam suas vidas… sei lá.

Aí, aconteceu de meu irmão “pedir um tempo” para a Estrela. Ela, que confiava tanto no amor deles (como todos nós confiávamos), deixou ele ir na boa. Semanas depois “Estrela, o Rui está ficando com uma garota”. E ela deve ter pensado algo como “Ah, deixa ele galinhar, depois ele volta”. E todos pensávamos isso.

Então “Estrela, o Rui casou.” Eu sei que ela sente até hoje por tudo o que aconteceu, mesmo porque meu irmão (que sempre foi um exemplo de homem ideal para mim), agiu como um pateta de 15 anos. Sei também porque li algo sobre isso no blog dela. “O que ele fez não se faz nem com um cachorro”.

Não mesmo. Continue lendo “Was.”