Animais no metrô

Calma, não vou falar sobre o mau comportamento das pessoas no metrô, até porque só andei de metrô uma vez na vida (e isso não quer dizer que sou chique e só ando de carro, mas que sou jeca e quase nunca saio de Curitiba mesmo). Enfim, então que saiu um daqueles sites engraçadinhos que não mudam a vida de ninguém mas aí você vê e pensa “Que bem sacado! Vou compartilhar com os leitores do meu blog!”, e os leitores não ficarão mais espertos, mas enfim, tudo por um segundo de uón. Seja lá o que for uón. Não estou muito articulada hoje.

Então, a história é assim: há 20 anos, Paul Middlewick estava lá, observando o mapa do metrô de Londres, viu um elefantinho na imagem. Antes de julgarmos Paul como um chapadão, vejam vocês mesmos como há de fato um elefantinho no mapa do metrô de Londres:

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You’re using coconuts!

Estava dando uma olhada em um site sugerido lá no Objetos de Desejo, chamado Paizo. A loja virtual vende artigos relacionados com nerdices em geral, o que vai de dados negativos (alguém que joga rpg pode me explicar para que eles servem?) além de bonequinhos fofos inspirados em personagens que fazem parte do livro de ouro das referências nérdicas, entre eles Cthulhu e Monty Python.

Como boa fã do Monty Python que sou, fui dar uma olhada nos produtos baseados no filme Em Busca do Cálice Sagrado. Alguns são bem sacados, tipo o coelho-grampeador, e os bonequinhos do filme (incluindo o líder dos Cavaleiros que Dizem Ni). Mas aí eu vi uma foto de um item e eu TIVE que clicar para ver as informações do produto, porque não era possível. Não. Não por quase 14 dólares. O que era?

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Os homens preferem as loiras

Embora eu ache o título do filme uma bobagem tremenda (e talvez até conte uma piada de loira no fim para compensar), o fato é que fazia tempo que eu não me divertia tanto com uma comédia (mentira, me diverti um monte com Cantando na Chuva também, mas deixa para lá). Como sempre acontece quando ando meio de saco cheio com os lançamentos recentes, volto a procurar por algo que me agrade nos filmes antigos. O bom é que é MUITO difícil eu odiar ao ponto de sentir que perdi tempo, e na maioria das vezes o efeito é semelhante ao que “Os homens preferem as loiras” surtiu ontem.

Não, não é daquelas comédias cerebrais, como “jogos de palavras tão franceses”. É meio musical, meio comédia, daquele jeito que você assiste por pura diversão, mas nem por isso precisa necessariamente ter sua inteligencia subestimada. E tem a Marilyn, né? A cada filme que assisto com a Marilyn mais me convenço de que não existirá alguém como ela. Fazendo os mesmos tipos “loira-burra-linda-arrasa-quarteirão”, basicamente, mas ao mesmo tempo tão encantadora que faz até eu lembrar do termo de um moleque no filme: algo relacionado a um certo magnetismo selvagem. A Marilyn é foda.

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Filme de Asilo Arkham

Infelizmente, só mais um fan-film, mesmo assim é daqueles bons (tipo o Dead End que circulou bastante na internet há uns tempos). Eu não sei sobre vocês, mas na minha opinião a HQ Asilo Arkham (texto do Grant Morrison e arte do Dave McKean) é uma das melhores histórias do Batman de todos os tempos. Acredito que nenhuma dupla conseguiu com tamanha perfeição passar o tom de pesadelo que impera naquele hospício. E o fato é que esse filme, feito por Miguel Mesas é uma adaptação perfeita. Parece até que a arte do McKean saltou do papel para a tela, está muito legal mesmo. Vale a pena conferir (a parte ruim é que aí dá vontade de ver um filme todo baseado em Asilo Arkham).

Quem mexeu no meu queijo?

Eu não era muito de acreditar nessas coisas de inconsciente coletivo (ou algo que o valha) mas o fato é há alguns meses que leio pessoas falando de mussarela. Toda vida escrevi assim, com dois ‘s’. Vou ao Angeloni e compro lá 200g de mussarela. Como pizza com mussarela. Etc. Aí esses sujeitos da mídia (provavelmente os que compraram briga com a expressão “risco de vida”) começam a escrever muçarela.

Gente, muçarela é muito feio. É tão grotesco quanto corassão. Ou ainda, páçaro. E aí os que usam essa grafia horrenda dizem que nenhum dicionário carrega esse sentido. Para o inferno o dicionário! Pelo menos nesse caso, visto que nenhum dos “dicionaristas” aparentemente vai ao mercado para ver como é que o negócio tem sido grafado.

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Coisas de Curitiba

É, eu sei que não é muito natural eu passar tanto tempo sem atualizar o Hellfire Club. O negócio é que meu computador faleceu no último dia 22, depois de seis anos de trabalho duro. E eu até posso usar o computador do Fábio (como estou fazendo agora), mas os mais nérdicos devem entender o que direi agora: é simplesmente um saco usar o computador dos outros. Então, resumindo o blá blá blá, Hellfire volta ao normal quando o meu computador novo chegar.

Por enquanto, fiquem com um conselho e um daqueles arquivos engraçadinhos para mandar por e-mail. O conselho: façam backups SEMPRE. Sobre o arquivo, é uma ilustração que mostra algumas peculiaridades aqui da terrinha. Para ler, clique aqui (não-curitibanos que andaram por essas bandas provavelmente também rirão).

Mascote do Hellfire

Antes de mais nada: enquete do pai do ano encerrada, e o vencedor é o Pai Número 3, com toda sua genialidade, classe e estilo grudando filho com silver tape na parede (e, é claro, não esquecendo do patinho Dudu). Pois agora eu convoco vocês para me ajudarem a escolher quem será o mascotinho aqui do Hellfire.

Não preciso explicar as razões para a escolha dos candidatos, espero. Temos aqui três gatinhos endiabrados (há,há que trocadilho serelepe!) esperando por seu voto. Sim, eu sei que eu poderia colocar a Clara Papel (já que ela é meio que um Demian felino) mas sabe como é, prefiro deixar meus gatitos fora disso. Então vamos aos candidatos!

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Eu só quero chocolate!

donotcry.jpgNão sou muito fã de chocolate e até passaria um bom tempo sem o doce. Mas não pude deixar de achar legal a série de fotografias da artista Sandra Bautista, baseada na idéia de como seria se coisas de nosso dia-a-dia fossem feitas de chocolate. Lá tem de tudo: dente de garfo, perna de de cadeira, anel e por aí vai. Mas as fotos mais bacanas mesmo são as que têm relação com o corpo humano, como esta com lágrimas de chocolate.

Já pensou na quantidade de gente se machucando de propósito depois do almoço só para colher algumas lágrimas de chocolate para a sobremesa? Outra bastante legal é a foto que se baseia na idéia de como seria se nosso sangue fosse chocolate:

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