Eu sei que estas ilustrações já estão rolando na internet tem algum tempo, mas agora eu estou no clima e me pareceu ainda mais engraçado, então vou deixar por aqui. Clique nas imagens para ampliá-las.
Tem mais algumas aqui.
Um pandemônio.
Eu sei que estas ilustrações já estão rolando na internet tem algum tempo, mas agora eu estou no clima e me pareceu ainda mais engraçado, então vou deixar por aqui. Clique nas imagens para ampliá-las.
Tem mais algumas aqui.
Ah, se todas as propagandas fossem geniais assim! Filminho de zumbi interativo, muito bom!
Dica da Kika (@death1606 ). E o pessoal da Nova Zelândia ainda concorre a um ano de pizza grátis se chegar até o fim, pensa só!
A tradução de Eduardo Brandão para 2666 do escritor chileno Roberto Bolaño é, sem dúvida, um dos maiores lançamentos literários aqui no Brasil em 2010. E por maiores não falo apenas da importância do acesso ao texto em português, mas também ao tamanho do catatau publicado pela Companhia das Letras: 856 páginas, adotando a decisão da família de Bolaño em não dividir 2666 em cinco partes como sugerido pelo escritor para facilitar o sustento dos filhos quando morresse. A obra foi publicada mais de um ano após sua morte, mas, como garante Ignacio Echevarría em nota à primeira edição, “o romance se aproxima muito do objetivo que ele traçou”.
E eu sei que para muitos fãs de Bolaño (e de 2666) eu provavelmente estarei cometendo uma heresia, mas decidi seguir o caminho oposto da família, e comentar o livro por partes, publicando os comentários sempre antes de iniciar a leitura da parte seguinte. E para começar, vamos de A parte dos críticos, primeira parte de 2666. Acredito ser importante destacar aqui que estou tentando ler o mínimo possível sobre o livro para não estragar a experiência, e que muito do que falar agora eu posso contrariar em textos futuros. Mas bem, qual é a graça de se ler uma obra sem participar da brincadeira da adivinhação do que está por vir?
Continue lendo “2666: A parte dos críticos”
Eu estava evitando fazer comentários de só um episódio das séries que acompanho, mas eu acho que Two Minutes to Midnight (S05E21) é um caso especial e merece um post à parte. Não só por ser o penúltimo episódio, mas porque foi realmente MUITO bom. E vale lembrar que eu já tinha lido spoilers, então não foi tanto pelo fator surpresa, mas mais para como as coisas se desenrolaram mesmo. A começar é claro por mais uma aparição de Crowley.
De verdade eu espero que já que a sexta temporada está confirmada, Crowley apareça mais vezes. Não naquele estilo Ruby da coisa, mas do jeito que ele está fazendo agora, meio que para salvar sua própria pele. Ele é simplesmente ótimo, uma das melhores personagens que apareceram nos últimos tempos, até porque tem aquele tempero do humor com a filhadamãezice como dá para ver em situações tipo quando ele assina o contrato com Bobby para descobrir onde está Morte. O problema é que às vezes a personagem permanece mas o ator muda, e aí não é mais a mesma coisa. Por isso se for para continuar, gostaria que fosse com Mark Sheppard mesmo.
Continue lendo “Supernatural S05E21: Two Minutes to Midnight”
Primeiro, vamos aos fatos: 1) Não, eu não vi o filme de Brian de Palma inspirado nessa obra de James Ellroy (que também escreveu Los Angeles: Cidade Proibida). 2) Comprei Dália Negra em uma promoção da Livrarias Curitiba e eu se fosse você aproveitava e dava uma garimpada lá, livros por apenas R$9,90 (e o que é melhor: não são todos de auto-ajuda, como costuma acontecer em promoções assim). Acertado tudo isso, vamos então ao livro em si.
Eu já tinha ouvido falar na história do assassinato da atriz Elizabeth Short – sabe como é, difícil ter acesso à Internet e em algum momento não ficar sabendo de casos que nunca foram solucionados. O que James Ellroy se propõe a fazer é escrever o que acredita ser a conclusão do crime, a partir de anos colhendo informações sobre o assunto.
Continue lendo “Dália Negra (James Ellroy)”
Nhóóóuuuum, que coisa fofucha! Clique na imagem para ampliar.
Dica da @losille, o que me levou consequentemente a conhecer o Fuck Yeah Felines! Altamente recomendado para gateiros como eu, hehe
Sim, como devem ter percebido, desde o final de fevereiro o Hellfire estava fora do ar. Após um problema com o servidor todos os sites hospedados no servidor da Valinor foram para as cucuias, e com isso veio o desânimo, a necessidade de cuidar do Meia Palavra (que passou pelos problemas) e acabei deixando o retorno do Hellfire para o fim.
Até cogitei não continuar, e depois pensei “Vou mudar as coisas quando voltar”, mas a verdade é que sou preguiçosa e adoro uma rotina, e as coisas vão continuar do jeitinho que eram: eu escrevendo aleatoriamente sobre filmes, livros, séries e o que mais der na telha.
Então cá estou eu novamente, embora ainda em processo de recuperação de alguns posts entre agosto do ano passado e o dia do apagão. Logo as coisas voltam ao normal e tudo será como se eu tivesse passado uma temporada (quase um mês) fora, prometo.
E antes que eu me esqueça: já sei o sexo do bebê, será um meninão. Previsão de nascimento agora é 04 de setembro. ;D
… é um padrão mesmo. Minha rotina muda, e eu paro de atualizar mesmo que tenha tempo e coisa para escrever. Um dia busco a resposta para isso, mas não se apoquentem, não é o fim do Hellfire. Enquanto isso, fiquem com esse gatinho fofo aí, video que eu vi no twitter do Uvatar.
Nhoooooum!! *_* Imagina um desses em Curitiba! E imagina a quantidade de mulé acessando esse link achando que estou falando de outro tipo de gato 😆