True Blood S05E01 até S05E04

Eu estava planejando voltar a escrever sobre True Blood desde o primeiro episódio, mas acabei me enrolando e no fim só vou comentar a partir do quarto episódio. E não foi por falta de animação, a realidade é que mesmo que com algumas reclamações (e quando não tem?) eu estou achando que esta temporada começou bem – melhor do que a quarta, que prometia tanto e no final das contas se for pensar bem ficou ali no so-so. Algumas personagens novas parecem bem promissoras, algumas situações novas idem. O que fica no porém por incrível que pareça é o mesmo de sempre, o tempo dado para personagens chatas ou tramas irrelevantes, que acabam estragando um pouco o ritmo da história principal. Mas vamos lá.

Começamos com Turn! Turn! Turn!, primeiro episódio da temporada. Ao contrário do que muitos esperavam, não foi o fim de Tara e, não que fosse muita surpresa, a ideia dos roteiristas para mantê-la na série foi… uau, transformá-la em vampira. Acho que a boa escolha foi terem colocado a Pam como maker da Tara, talvez o carisma da primeira acabe equilibrando um pouco as coisas sobre a chatice da segunda. Vide a tentativa de suicídio com bronzeamento artificial e o modo como Pam lidou com isso, além das piadas sobre a cria dela ter distúrbios alimentares com menos de três dias de vida. Enfim, já que não deu para tirar a pentelha da série, que pelo menos tentem progressivamente torná-la menos chorona e chata (o jeito dela falando de Sookie para o Bill dá uma indicação de que há chances).

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A Hora do Espanto (2011)

Eu não gosto de remakes. E eu não faço ideia porque essa praga hollywoodiana ataca principalmente os filmes de terror. Mas quando soube que A Hora do Espanto ganharia uma nova versão, fiquei extremamente dividida entre minha opinião sobre esse tipo de filme e o fato de Jerry Dandrige ser interpretado por Colin Farrell. Então sim, resolvi dar uma chance. E não é que foi legal? É evidente, você tem que deixar o lado purista completamente de lado (o filme tinha uns 10 minutos e eu já tinha repetido umas trocentas vezes “Mas no original não é assim”, até que larguei mão e resolvi só ver). Mas realmente valeu bastante a pena.

O plot básico está lá: o garoto desconfiando que o vizinho é um vampiro. Além de Jerry e do garoto Charles, as personagens principais estão lá: a mãe de Charles, Peter Vincent e o amigo Ed. Mas eles parecem ter algumas diferenças que acabaram ajudando MUITO na construção da tensão da história que sim, é tensa bagarai. De todas as cenas eu tiraria apenas a perseguição de carro, porque né, ficou bocó (ninguém nunca superará Terminator 2 nesse quesito).

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Um Dia

Eu não sei se voltei. Deu vontade, to escrevendo.

Eu realmente tenho uns motivos meio bizarros de ir atrás de filmes (e livros). No caso de Um Dia (o livro), eu estava bastante curiosa porque estava sendo bastaaaaante divulgado e comentado, mas como tinha lido opiniões tanto favoráveis quanto desfavoráveis ao livro, nunca me animava de comprá-lo. Aí acabei colocando na lista de pedidos de amigo secreto e ganhei (com uma dedicatória bem fofa do Gabriel lá do Meia Palavra), e tão logo o livro chegou, já comecei a ler. E meio que devorei, porque não era óóóó que obra de arte, mas era muito gostoso. Sobre ele eu falei no blog do Meia Palavra, e não vou me prolongar muito aqui. A questão é que também fiquei curiosa sobre o filme, e com aquela mesma sensação de vou ou não vou, mas aí o fato de ter momentos que se passam em Edimburgo falou mais alto e lá fui eu conferir.

Então, sobre o filme Um Dia. Achei que a proposta de mostrar um dia na vida das personagens ao longo de 20 anos. Porque no livro a cada capítulo há alguns parágrafos que meio que tentam colocar o leitor em dia sobre o que se passou durante o ano na vida de Emma e Dexter, e isso é meio que querer dar um migué na proposta do romance, entende? Desse jeito, não mostra um dia na vida deles, mas vááários dias. No filme não é assim: somos trasportados de um ano para outro realmente sentindo a diferença que esse período pode fazer em nossas vidas. Do nada tá o cara com um bebê no colo, ou a menina toda elegante em Paris. Quem está assistindo acaba subentendendo o que aconteceu no espaço de tempo que não aparece na tela.

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