Sounds of the Universe (Depeche Mode)

sounds_of_the_universe_album_coverEntão que hoje cedo o Phantom Lord me contou que o Sounds of the Universe do Depeche Mode tinha vazado. Eu já tinha escutado de manhã mesmo, mas agora à noite estou, digamos assim, apreciando o álbum da banda. Para quem está mais para twitter do que blog, vamos aos fatos: sim, é um álbum bom. Pode ouvir sem medo, especialmente se você já curte o som da banda, ou no caso de não conhecê-la, goste de artistas similares, como She Wants Revenge (é, passei dos 140 caracteres, desculpaí!).

O álbum abre com uma que achei inicialmente maizomeno, chamada In Chains. E quando digo maizomeno é porque não gostei do comecinho da música, mas no geral ela é ok.  Hole to Feed desce muito bem e lembra o Depeche das antigas, e obviamente te faz esquecer daquele começo da primeira música que você não curtiu. E aí chega Wrong. Ahhh, Wrong

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Nada é fácil de entender

flower_of_carnage_by_thegirlinthebigboxNa segunda-feira a tarde quando cheguei no trabalho fiquei sabendo que uma menina tinha se suicidado no banheiro de uma escola aqui de Curitiba. Sim, a curiosidade mórbida impera e a pergunta que quase todo mundo tem feito desde então é o que levou a menina de 14 anos a puxar o gatilho naquela manhã. Nesse caso, fico lá com os versos do Renato Russo “Nada é fácil de entender” – e não é mesmo. E por isso não quero discutir o suicídio aqui, como muitas pessoas estão fazendo. Até porque já participei de discussões sobre o assunto, que invariavelmente querem tratar de um modo simplista algo que é extremamente sério.

O que queria comentar aqui, no final das contas, é uma questão que fiquei matutando desde aquele dia. Reparem que se vocês procurarem qualquer informação nos jornais sobre o evento, não encontrarão. Ou, se encontrarem, não mencionarão o que de fato aconteceu. Aí lembrei daquele ano que cursei Jornalismo (cof, cof) quando o professor cujo nome não lembro mais disse qualquer coisa sobre jornalistas não noticiarem suicídios.

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Gmail para os mais afoitos

mod_sendcancelingHoje cedo por curiosidade cliquei lá no “New stuff in labs!” do meu Gmail e descobri que aparentemente eles atenderam minhas preces. Sabe como é, aquele dia que você está de cabeça quente e escreve umas besteiras para uma pessoa, e mal clica no botão enviar e já se arrepende? Poisé. Agora você pode cancelar o envio de um email escrito de forma mais, ahn, afobada. Antes de tudo, vale lembrar que essas funcionalidades (por enquanto) só funcionam para quem está com o gmail em inglês, então caso deseje fervorosamente o anti-emailmico, primeiro vá em Configurações (lá no topo da página, à direita) e depois Geral, e escolha a opção English.

O caminho para ativar a ferramenta é basicamente o mesmo, mas vamos agora com os nomes em inglês. Primeiro clique em Settings (topo da página à direita), depois Labs. Procure por Undo Send, depois clique na opção Enable e então em Save Changes. Pronto, agora já está funcionando. =]

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Quase fim de temporada…

here-kitty-5x18-house… pelo menos para as duas séries que tenho acompanhado, House e The Mentalist. Chuto aí no máximo mais uns cinco episódios para cada, embora o IMDb aponte mais quatro episódios para o primeiro e três para o outro. Eu sei que no final das contas nem dá para comparar uma com a outra, House está lá, firme e forte no quinto ano. Mentalist é uma ótima surpresa que tem rendido boa audiência lá fora (não sei como tem se saído aqui no Brasil) mas ainda está no começo, com todas aquelas ‘n’ possibilidades de dar caca.

Mas o que as duas têm em comum não fica apenas na questão do protagonista ser o espertão que tudo saca, tudo vê. Ok, Tanto House quanto Jane conseguem desvendar mistérios que parecem insolúveis para todos os pobres mortais ao redor. Mas acho que a característica semelhante mais marcante nas duas séries, inclusive que garantiram os cinco anos de House e provavelmente o mesmo tempo para Mentalist, são justamente os “pobres mortais ao redor”.

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Hellfire Club Onze e Meia

hellonzeSempre imaginei como seria bacana poder entrevistar alguns escritores que admiro mas que já bateram as botas. Foi pensando nisso que resolvi criar o Hellfire Club Onze e Meia, uma entrevista de mentirinha na qual pego frases do autor para elaborar as respostas. Vou começar com o Oscar Wilde, pelo simples fato do cara ter sido praticamente uma fábrica de citações, o que facilita bastante a brincadeira. As “respostas” foram todas retiradas do livro Aforismos, publicado pela editora Newton Compton em 1995 mas eu sugiro fortemente a leitura das obras do Wilde para o caso de quererem contextualizar o que está escrito aqui.

Sugestão de leituras: o artigo da wiki em inglês, para começar. Tem algumas edições de obras (quase) completas do Wilde rolando por aí, entre elas Obras Primas de Oscar Wilde da Ediouro, e a editora Landmark acabou de publicar uma edição bilíngue de O Retrato de Dorian Gray, que no final das contas é a obra mais conhecida dele. E se quiser falar sobre ele, lá no Meia Palavra já temos um tópico do autor, dá uma passadinha para conferir. E agora vamos ao Hellfire Club Onze e Meia!

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O Bizarro

eldiadelabestiaNos últimos dias Fábio resolveu procurar por filmes de horror mais bizarrinhos, não necessariamente trash, mas simplesmente fora daquela linha mainstream ou algo que o valha. Vou comentar sobre dois deles, mas peço que levem em conta que ambos se incluem no que seria o gênero “terrir”, então é o tipo de filme que simplesmente não dá para assistir se você está de mal com o mundo.

Um deles é  o franco-italiano (é O_o) O Dia da Besta (de 1995), o outro é Jesus Christ Vampire Hunter (de 2001). E algo que achei interessante é que de certa forma a música é uma questão marcante para os dois filmes, embora de forma diferentes.  E sim, certeza de que os diretores e o elenco seriam excomungados se vivessem no Recife. Vamos lá, aos comentários:

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Rapidinho porque tenho seminário para preparar

  • true_blood_ver4Estava esperando a segunda temporada de True Blood só para o próximo semestre, mas dia desses recebi a ótima notícia de que o primeiro episódio vai ao ar dia 3 de maio. Por coincidência, é também no começo de maio (mais precisamente dia 5 de maio) que chegará lá fora o nono livro da série de Charlaine Harris, na qual True Blood é baseada. O nome do livro é Dead and Gone e pelo que estão dizendo trará informações sobre o passado de Eric (incluindo aí até filhos, uou).
  • Falando no Eric, manja música que não sai da cabeça? Daquelas que você se surpreende cantarolandinho por aí? Pois é, estou nessa com Leif Erikson do Interpol. Essa música é linda *_*

Bandas de mentirinha… ou nem tanto.

jemOntem voltei do cinema toda empolgada com Watchmen (sim, adorei) e fui dar aquela fuçada básica nos perfis dos atores para saber o que mais estavam fazendo além desse filme, até levando em conta que os jornais estão falando bastante sobre o fato de ser um elenco “sem estrelas”. Aí logo de cara vejo que o Dr. Manhattan é o Billy Crudup, que fez o Russell Hammond em Quase Famosos (“I AM A GOLDEN GOD!”, lembra?). Fiquei chocada, porque ok, e muito azul para reconhecer qualquer um ali, mas a distância entre o Hammond e o Manhattan é imensa.

Então, como minha cabeça funciona na base da associação, logo lembrei da banda fictícia do filme Quase Famosos, a Stillwater. E pensei na quantidade de bandas fictícias que a tv e o cinema já lançaram por aí, e por conta disso resolvi fazer um novo top5 :mrpurple: Portanto, vamos ao…

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Dublê de Anjo (The Fall)

the-fall-by-tarsemLindo. Lindo de tantas formas que chega a ser uma pena que seja lançado direto em dvd aqui no Brasil (chega dia 12 desse mês) e com esse título brega. Inicialmente você pensa que está assistindo a uma versão 2000 de Princess Bride, aquela coisa de um adulto contando uma história fantástica para uma criança. Mas as semelhanças param aí, até porque The Fall não é um filme para crianças, especialmente porque apesar da doçura da história, a verdade é que o tom predominante é o drama.

Mas vamos do começo: na Los Angeles da década de 20 uma menininha chamada Alexandria está internada em um hospital porque caiu de uma árvore enquanto colhia laranjas. No mesmo hospital encontra-se Roy (interpretado pelo pie maker de Pushing Daisies, o Lee Pace), que também se feriu em uma queda. Pouco sabemos das personagens no começo, eles são apresentados aos poucos. Mas a verdade é que elas cativam já nos primeiros minutos.

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Só para me enturmar

watchmenbabiesSim, eu estive sumida. Mas não se preocupem, quando a ideia de acabar com o Hellfire passar na minha cabeça, eu sempre lembro de avisar aqui, he he. Então, o fato é: melaram minha pré-estréia de Watchmen. Eu fiquei triste às pampas com isso e desde já odeio a tal da empresa de eventos por trás da estréia aqui em Curitiba por causa disso. Mas rancorzinhos de lado, o fato é que eu vou amanhã, mas para falar de Watchmen como todo mundo está falando, resolvi compartilhar com vocês alguns links relacionados com o assunto.

Comecemos então com uma resenha bem bacana que o Knolex fez no Vida Ordinária: Alan Moore estava certo? Sim e não. O legal aqui é que ele fez uma resenha para quem já leu as HQs e para quem não leu. E eu tenho cá minha teoria que Watchmen é tipo O Capital 1 da cultura dos quadrinhos, saca? Então se você não leu mas finge que leu, veja a parte da resenha escrita para os que não leram sem medo.

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