Nós que adoramos hqs

gambit-mvcb1.JPGDecidi doar minha coleção de hqs. A coisa foi mais ou menos assim: lá no trabalho tem um cara que está exatamente na fase mais legal do fã de quadrinhos. Aquela que você quer ler tudo, quer conhecer tudo, e não dá a mínima para quem é o autor, quem é o ilustrador, o que é Marvel, DC, Vertigo e afins. Fui tomada de nostalgia, e comecei a fazer com ele o que o Rafael fez comigo lá nos tempos de PUC: estou emprestando alguns títulos que acho bacana (e bem, como disse, agora vou doar minha coleção).

O engraçado é perceber como as coisas se embaralham e já nem lembrava mais direito quando é que tinha começado esse meu gosto pelos quadrinhos. Aí hoje cedo estava fazendo uma espécie de flashback, para chegar até o ponto em que gastar 60 reais em uma HQ não soava tão absurdo assim, e lembrei que meu passado é negro. Como sempre.

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Infância, Atreyu e crianças chorando

atreyu.jpgComo já devo ter contado por aqui, eu tive uma infância feliz. Andava de bicicleta pelo bairro, brincava na casa dos amigos, desenhava, escrevia, cantava, pulava. Tinha ‘n’ pretensões artísticas, que foram ficando para trás com a idade e o avanço da timidez. Planos malucos, esquecidos a partir do momento que deixaram de ser ‘planos’ e a palavra ‘malucos’ foi agregada. Enfim, criança típica de bairro.

Aí, quando você é uma típica criança de bairro, sua vida não é marcada por graaaandes tragédias ou tristezas. Pelo menos não até um certo ponto da sua infância (como quando você descobre que não importa o quanto você gosta de uma pessoa ou bichinho de estimação, às vezes eles morrem). Aí, de onde mais uma criança poderia tirar seu primeiro contato com a tristeza senão através do maravilhoooooso mundo do faz-de-conta hollywoodiano?

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Matar! Pilhar! Destruir!

300px-wuerfel5.jpgDiversão e Independência. É com essa proposta que surge o novo fórum Matar! Pilhar! Destruir! Para você que acha que ser membro da Valinor não é ser nerd o suficiente e sente falta de um lugar para conversar sobre RPG, trocando informações sobre velharias e lançamentos.

Eu só estou fazendo propaganda porque fui eu que ajudei a escolher o nome, he he. Mentira, é porque – pelo menos das conversas do pessoal de RPG – já deu para notar que um fórum desse tipo tem feito falta aqui no Brasil. Então, nerdinhos rpgistas, aproveitem esse cantinho oferecido com todo o carinho para vocês e façam logo um cadastro lá na Matar! Pilhar! Destruir!

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Faço trabalhos de literatura de graça! (2)

Neste link você poderá acompanhar um tutorial sobre como receber seus trabalhos de literatura.

E para você que não quer trabalhos de literatura de graça mas curte literatura (e domina a língua inglesa, e gosta de fóruns e… e já ficou afunilado demais isso, heim?), não deixem de visitar esse fórum aqui: The Literature Network Forums. Com tanto coisa bacana que você pode passar hooooooooras lendo.

Em tempo: não sacou a piada? Clica aqui.

Passeando pelos blogs

laptopcat-757662.jpgJá comentei anteriormente, mas eu costumo ser péssima naquele negócio de “fazer social” de blogs. Para começar, não sou “comentadora” assídua (até porque sou lerda e sempre que vou comentar, alguém já fez uma piadinha que eu tinha pensado em fazer antes e aí eu fico meiosemteroquedizer). Mas sim, eu costumo ler os blogs que estão ali na lateral – não com a freqüência que gostaria, mas leio.

Aí, hoje eu estava visitando alguns e vi um punhado daquelas coisinhas rápidas que leitor de blog adora, e resolvi compilar, he he. Dando os devidos créditos, é claro. Porque eu sou blogueira mas sou limpinha, e ctrlc ctrlv só se for com referência! E o que é melhor: assim vocês podem conhecer novos blogs e todo mundo fica feliz =D

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Ser o verão no apogeu da primavera

250px-loislane_aosuperman613-12.jpgAcordo cedo e vou dar uma olhada nas notícias do dia e já dou de cara com a divulgação de duas pesquisas com resultados no mínimo interessantes: na primeira, “Mulher rebola para enganar os homens, diz estudo“. Na outra, “Mulheres com curvas têm filhos mais inteligentes, diz estudo“. Ok, vamos por partes.

1) Eu consigo pensar nos nerdzinhos dizendo “Quando crescer quero ser cientista, para ter desculpa para ficar olhando para bunda de mulher sem levar um tapa na cara“.

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Pushing Daisies

pushing-daisies.pngQuando chega uma série nova a comunidade nérdica se agita toda, correndo atrás de episódios e informações, na esperança de arrumar um substituto para a série favorita que saiu do ar, ou daquela que simplesmente não tem mais graça. Assim, se você é pelo menos meio nerd, em algum momento já deve ter topado com um comentário ou outro sobre a nova série da ABC, a Pushing Daisies.

Eu, que sou bem nerd, já tinha ouvido falar em vários lugares. No blog do Sky, no nerd-o-rama e no Jovem Nerd, por exemplo. E falava-se taaaanto de “Parece Tim Burton”, “Parece Amelie Poulin”, que achei que a série merecia um minuto da minha atenção (mais pelo Burton, porque Amelie Poulin já deu no saco).

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Lição internética do dia: iGoogle

igoogle.jpgOk, eu sei que já é bastante assustador o modo como dependemos do sr.Google para tantas necessidades desnecessárias, mas tá aí uma ferramenta muito bacaninha que vale a pena utilizar, é o iGoogle.

“Tá, o que é que tem de mais fora aquele i ali na frente?”, você me pergunta. Bom, sabe a página que você abre quando acessa o endereço www.google.com? Bom, digamos que através do www.google.com/ig, você pode personalizar esta página, colocando gadgets dos seu conteúdo preferido da internet, ou de coisas divertidas como o pac man, por exemplo. :g:

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Deus, um delírio

deusumdelirio.jpgQuem costuma ler o Hellfire há algum tempo sabe meu posicionamento sobre religião. Sou uma fanática pela defesa da liberdade de credo, independente de eu mesma não ter um. Então, quando comecei a ler “Deus, um delírio” do Richard Dawkins, achei que odiaria o livro do começo ao fim (especialmente por causa dos comentários que tinha lido sobre a obra), mas surpresa, é um livro muito bom.

Quando um livro desses cai em minhas mãos, começo a achar que estamos vivendo uma nova “idade das trevas” (há quem diga que essa seria a primeira). Alguns conflitos soam ainda mais sem sentido e, o que é pior, tantos avanços são adiados por causa do que acreditam alguns (ainda fossem todos…).

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