House

houseNão vamos entrar nos méritos que televisão não presta, porque se prestasse ela não teria apelidos carinhosos como ‘máquina de fazer bobos‘. De qualquer forma, considerando que sabendo usar mal não faz, vamos levar em conta que de quando em quando brota alguma coisa interessante por ali.

Enfim, passei o final de semana em Porto União e nessas oportunidades posso conferir o que há de interessante em um canal ou outro da tv paga. Dessa vez foi o seriado House, que seria mais um daqueles seriados “doutor salva o dia” não fosse a personagem que dá título à série.

Se eu gosto de um personagem (ao ponto de sentar na frente da tv e realmente querer assistir ao seriado) é porque a personagem é:

a) um filho da puta

b) um cara fodão

c) um gênio excêntrico

dr. houseNão entrando nos méritos de rolar identificação com a personagem ou coisa do gênero, o fato é que esse tipo de coisa sempre me atrai. E dá para dizer que o doutor House é uma soma de tudo isso, mas acima de tudo, um filho da puta. Ele comanda uma equipe de médicos extremamente eficiente, mas trata todos como se fossem topeiras (o que na verade são, se for para comparar com House).

Além disso, House odeia lidar com gente. O que não deixa de ser estranho, levando-se em conta que o trabalho dele consiste em tratar pessoas. Para piorar (ou melhorar?) ele ainda tem uma língua ferina e um humor negro que criam situações engraçadíssimas, como quando ele faz um terrorismo tremendo com a mãe que diz que não vacina os filhos porque não faz diferença alguma vacinar.

Além disso, tem o lado ‘Sherlock Holmes’ do médico, que age de fato como um detetive tentando desvendar do que estão sofrendo pacientes cujos diagnósticos não lembram qualquer doença comum (ele odeia – e geralmente evita – pacientes com doeças comuns).

Enfim, se o ócio, a tv a cabo e culpa nenhuma se encontrarem, vale a pena assistir House. Ainda mais se você também gosta de personagens insuportáveis como eu gosto :dente:

Para saber mais, dá-lhe Wiki!

14 comentários em “House”

  1. Porra, fiquei curioso para assistir, mas infelizmente tv paga não está nos meus planos financeiros para esse ano, talvez nem para essa década…

    Falei com o Gabril e está tudo nos conformes, obrigado…

  2. Eu já assisti! :mrgreen: Tbm gostei, principalmente pelo fato dele não gostar de gente e ser um médico, algumas coisas que ele faz realmente dá vontade de fazer quando vc trabalha num hospital cheio de gente e tal…
    Mas estou sem alguns canais da TV a cabo! :disgust:

    BjoS!

  3. Ronzi on 13 Março, 2006 at 2:15 pm said:

    Porra, fiquei curioso para assistir, mas infelizmente tv paga não está nos meus planos financeiros para esse ano, talvez nem para essa década…

    Falei com o Gabril e está tudo nos conformes, obrigado…

    Opa, que bom que deu tudo certo. e sobre sua sugestão de colocar um ‘contato’ aí no bró, vou fazer isso em breve :dente:

    Marilia on 13 Março, 2006 at 2:16 pm said:

    Eu já assisti! :mrgreen: Tbm gostei, principalmente pelo fato dele não gostar de gente e ser um médico, algumas coisas que ele faz realmente dá vontade de fazer quando vc trabalha num hospital cheio de gente e tal…
    Mas estou sem alguns canais da TV a cabo! :disgust:

    BjoS!

    Ué, por quê? Plano de assinatura??
    Lá na casa dos pais é Sky, não temos HBO mas pelo menos dá para ver House, hehe

  4. O personagem mais irritante que eu já vi em um seriado era o Newman, do Seinfield. Mas ele era extremamente engraçado com a jogada Kramer-Newman. Hilário.

    Sobre House, tenho de ver para falar mal. Mas, assim como você, esses “filhos da puta” sempre são os melhores :dente:

  5. Ok, Ok, Ok, OK,Ok, eu acho que escrevi uma PUTA BURRICE DO CARALHO: Na parte em que falei do “House”, eu comi a palavra PENSA, EU, ACHO e QUE. Então, corrigido e editado, o comentário ficaria:

    “Sobre House, tenho de ver pra falar mal. Mas, assim como você PENSA, EU ACHO QUE esses “filhos da puta” sempre são os melhores.

    Espero que você não tenha lido entes dessa edição. Afinal, a última coisa que eu quero é que vicê pense que te chamei de filha da puta; quando não conheço, costumo respeitar a senhora mamãe dos outros Ou quase … :doh: =/

  6. Eu tinha lido antes da edição mas tinha entendido :dente: Afinal, quem nesse mundo diria que uma coisinha meiga como eu é filha da puta, né? heheheheheh

    E antes que eu me esqueça: nunca fui muito fã de Seinfield, mas por mais contraditório que isso possa parecer, todo episódio que assisti eu gostei

  7. Sobre o erro do newspaper editor: Não foi um xingamento, muito pelo contrário. Foi um elogio.

    Analisemos: ele postou que “assim como você, esses filhos da puta são sempre os melhores.

    Ora, fica claro que ele não chamou a Joy de filha da puta, mas sim a incluiu entre as melhores. 😉

  8. Sou fã da série, não perco um capítulo… Mas que o dr. House está cercado de antas patinéticas, para dizer o mínimo, está…. E estou dizendo que não são antas apenas perto dele, não…

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