Se quiser saber qual personagem de Monty Python no filme Em Busca do Cálice Sagrado (alou, minha comédia preferida de todos os tempos!) é você, é só cricá aqui.
Ano: 2005
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Estou tão super contente com as descobertas que fiz nos últimos dias que preciso compartilhar com vocês. Sabe quando você algo bem legal, e gosta muito daquilo do jeitinho que é, mas aí descobre que tem muito mais por trás disso? Música, livro… o que for. Enfim, minhas descobertas são sobre duas “referências” que descobri por conta das minhas aulas de Literatura, hehe.
Bom, pode ter alguns spoilers aqui caso você ainda não tenha lido Sandman, mas vamos lá. Esse é o último arco escrito pelo Neil Gaiman (recentemente saiu o Endless Nights, mas as histórias não obedecem uma ordem cronológica como os arcos que vão de “Prelúdios e Noturnos” até “O Despertar”.
Enfim, eu achava “O Despertar” um título fodão bagarai, porque uau, o Sonho morreu, tchanam, Despertou. Pensei que o trocadilho era genial, mas não sabia que tinha mais por trás disso.
Aí, pesquisando sobre a peça The Memory of Water para um seminário que terei que apresentar, descubro também que The Wake (o despertar) é o nome de uma cerimônia fúnebre comum na Irlanda. UOUUUUUUU, Neil Gaiman é um gênio!!!!!!!
Olá, meu nome é Ana Paula e eu amo Smiths. E bem, como fã número um de Moz, Marr e cia., é claro que sempre gostei muito da música Shakespeare’s Sister, mas era assim, uma música bacanaaaa e só. Eis que hoje na aula da Luci descubro o que há por trás dessa história da irma de Shakespeare.
(Senta que lá vem história…)
A senhora Virginia Woolf (mais feia, porém mais brilhante do que Nicole Kidman), discutia em um ensaio chamado A Room of One’s Own se a mulher era capaz de produzir literariamente o equivalente a Shakespeare.
Aí,para ilustrar as idéias do ensaio, ela criou “Judith”, a irmã de Shakespeare, que tinha excelentes idéias mas nunca conseguia colocá-las no papel porque estava sempre ocupada com as tarefas domésticas. Resumo da ópera: preciso ler esse trabalho da Woolf.
E bem, o mundo não fica mais colorido quando você descobre esses pequenos detalhes? 
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Pensaram que tinham se livrado de mim, né? Pois saibam que meu contrato vai até 2006, então podem se acostumar com a idéia do repórter e gato apresentando a retrospectiva de comemoração do primeiro quarto de século da querida (cofcof) Anica!
Pois hoje o ano é 1982! Mais um período marcado por grandes conflitos, principalmente a Guerra das Malvinas. Para completar a seqüência de fatos tristes, o Brasil perdeu a Copa da Espanha e perdemos duas figuras queridas: Gilles Villeneuve (que é capaz de se revirar no túmulo toda vez que o filho entra no cockpit) e grande Elis Regina
*toca Como Nossos Pais de fundo*
Mas nem tudo foi triste nesse ano! Vamos lembrar que a iluminada (cofcof) Anica já existia! Além disso, nesse ano nasceu a banda Barão Vermelho, o filme E.T – O Extraterrestre estreou (Anica mandou lembrar que esse foi o primeiro filme que ela viu no primeiro video cassete dela!) e a hidrelétrica de Itaipu foi inaugurada!
Grande ano! Não tão bom quanto 1981, mas ainda assim marcante. Então vamos ficando por aqui, com uma imagem do ganhador do Nobel de Literatura daquele ano, Gabriel García Márquez
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E fica difícil chegar a alguma conclusão sobre a vida, o universo e tudo o mais. Só sei que esse “You Tube” tem algumas coisas engraçadas. E que esses chineses são hilários e dublam Backstreet muito bem. E que tenho que parar de enrolar e fazer logo meu trabalho, senão fico sem feriado amanhã. Aff.
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Bom, levando-se em conta que faltam 69 dias para meu primeiro quarto de século, resolvi dar início às comemorações com uma super viagem no tempo, revendo os grandes fatos mundiais nos quais não tenho qualquer participação a não ser como mera espectadora, mas enfim, eu estava por esse mundo também, então vamos lá.
Uuuuuhh ohhhh ohhh OHHHHHHH…

…É FANTÁSTICO!
Olá! Eu sou o Pedro Bial, e fui contratado especialmente para apresentar essa retrospectiva que marca o início das comemorações dos 25 anos da Anica! Como vocês devem saber, essa adorável (cofcof) pessoa nasceu no dia 18 de janeiro de 1981, por acaso um domingo, por acaso no mesmo horário do Fantástico. Uou, esse tipo de coincidência não dá medo?!
Enfim, vamos aos acontecimentos que marcaram o ano do nascimento de nossa querida (cofcof) homenageada. 1981!!!
Em 20 de Janeiro, Ronald Reagan tornou-se o 40º presidente dos Estados Unidos da América. Não que isso faça alguma diferença, mas enfim, é bom começar a lista de acontecimentos com presidentes porque isso impõe moral.
No dia 30 de abril aconteceu o Atentado do Riocentro. (cara de sério) Mas no dia 21 de setembro foi reconhecida a Independência do Belize!! (cara de feliz)
1981 é também o ano em que Nelson Piquet ganhou seu primeiro campeonato mundial de F1, que Luís Fernando Veríssimo teve seu “O Analista de Bagé” publicado (ah-haha! adoro esse livro), a Philips lançou o Odyssey, a banda Blitz foi formada, apareceram os primeiros casos de AIDS e a Emetevê americana entrou ao ar.
É realmente um ano muito interessante esse no qual a amada (cofcof) Anica nasceu. Nesse mesmo ano outros gênios da humanidade como o Frodo, Paris Hilton e Britney SPÉRS também nasceram, o que obviamente explica muita coisa.
(risadinha)
Um ano formidável. Só não entendo porque até hoje ele é lembrado principalmente pelo casamento da Lady Di e do Príncipe Charles. Fiquemos em tão com a imagem dos dois pombinhos, e até a próxima, pessoal!
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Acho que encontrei alguém para me orientar (hehe, não consigo deixar de rir com o duplo sentido). A professora Sandra está me ajudando bastante nesse negócio, vou lembrar de canonizá-la junto com a Luci quando fundar minha religião.
Sobre Psicolingüística, não vai dar certo. Deu conflito de horário com Literatura Inglesa, que é obrigatória e tem prioridade. Mas acho que me divertirei às pampas semestre que vem: Translating Ireland, Lingüística Indo-Européia, Literatura Clássica Comparada…
É aquela coisa: Deus escreve certo por linhas tortas, mas tem uma letra horrível e não é fluente em Português. De qualquer forma, terminando 2006 com o diploma na mão, estou felicíssima.
Sem mais, tchau.
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Já com Star Wars III só aprendi que… ahn, George Lucas fica muito bem LONGE da direção. Mas que merda, conseguiram estragar o que poderia ser o melhor dos seis episódios. Na verdade a coisa toda ficou tão medíocre que agora estou com vontade de ver a trilogia clássica e lembrar de bons momentos como o Obi dizendo “An elegant weapon for a more civilized time”.
Mas eu sou uma nerd que infelizmente está correndo feito louca atrás de orientação em Português (essa frase tem tantos sentidos que chega a ser engraçada), então o repeteco fica para outra hora.
***
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Como definir saudades? Amizade? Decepção? Aquele texto bonitinho do Mário Prata que postei uma vez no Hellfire antigo até ajuda, mas não sei se dá a totalidade do sentido.
“Raiva, é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza, é uma mão gigante que aperta o seu coração..”
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Enfim, decidi que vou cursar Psicolingüística semestre que vem, just for fun.
E talvez Latim (mas dessa vez vou até o fim) – até rimou hehe. Serua est.
Definitivamente a optativa da Sandra.
Adoro final de semestre.
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O dia dos mortos veio carregado de filmes de terror. Se bem que Chave Mestra é mais suspense do que terror (fim interessante, mas o começo e o meio foram mal conduzidos).
O charme ficou por conta dos filmes do Lucio Fulci, digamos assim, figura importante dentro do gênero splatter (e de quem nunca tinha ouvido falar até ontem).
Vimos City of the Living Dead que foi razoavelemente interessante e The Beyond, que embora tenha deixado um monte de pontas soltas, é assustador e muito bom.
Assim. Se você é todo cheio de frescuras “ui-olha-o-sangue-ali”, passe longe dos filmes do Fulci. Mas se, como eu, você gosta dessas tosqueiras, pode procurar que vale a pena.
Troféu joinha =]
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– Até nós mesmos tínhamos já muito pouca vontade de residir aqui – disse Lord Canterville – desde que a minha tia avó, a duquesa donatária de Bolton, desmaiou de terror (ela nunca pôde restabelecer-se desse abalo moral) quando as mãos de um esqueleto lhe assentaram nas espáduas, numa ocasião em que se vestia para o jantar. Devo igualmente dizer-lhe, Mr. Otis, que o fantasma tem sido visto por muitos membros ainda vivos da minha família, assim como pelo cura da paróquia, o Reverendo Augustus Dampier, agregado do Kingís College, em Cambridge. Depois do desgraçado acidente sucedido à duquesa, nenhum dos nossos criados novos quis manter-se a serviço, e Lady
Canterville raramente conseguia conciliar o sono durante a noite por causa dos misteriosos ruídos vindos do corredor e da biblioteca.
– Lord Canterville, – respondeu o embaixador – eu sou o comprador da propriedade e do fantasma pelo valor que lhes seja atribuído. Venho de um país moderno em que o povo tem tudo quanto o dinheiro pode obter. Não é certo que a nossa atrevida mocidade revoluciona o Velho Mundo? Não lhes arrebatam as melhores atrizes e prima-donas? Se existisse um fantasma na Europa, dentro em pouco o teríamos lá, estou convicto disso; ele seria exposto num dos nossos museus ou exibido nas ruas.”
Esse trecho de O Fantasma de Canterville ilustra muito bem a sensação que tive ao assistir o documentário “Fantasmas em Flagrante” na GNT. Eu tinha criado a maior expectativa, achando que seria algo no mínimo intrigante, mas não deu para deixar de pensar em como aquele povo é patético.
Ainda soassem arrogantes como Otis, seria cômico. Mas ali era só um bando de caipira louco para aparecer na TV, nada mais. Tudo tão óbvio, tão repetitivo… Eu quase desliguei quando um médium foi visitar um garotinho que supostamente via fantasmas e então disse que viu os fantasmas também.
Olha, e não é só em histórias de fantasmas que eles mandam mal, não. Logo depois revi Todo Mundo Quase Morto e devo dizer: os britânicos detonam os eua no senso de humor também.
É… mas eles têm Mcfritas…
Ahh, mundo perfeito esse, do qual posso pegar só o melhor de cada cultura. 
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No sábado o Alex passou lá na casa do Fá e fomos encontrar Marlo e Lu para almoçar no Jabuti. Tá que o almoço era feijoada (não sou muito fã…) mas foi bem agradável. Me entupi de torresmo, coisa que eu acho que vou ficar sem comer por pelo menos um século.
E aí, lá fomos eu e Fá para nossa sessão de filmes… vimos um tal de Plataforma do Medo, com a Lola que corre, lixo total. Vimos também o Visões, que na verdade seria um ‘The Eye II’. Olha, rendeu mais sustos que o da Lola que corre, mas ainda assim não foi bom. E aí teve o último, A Estranha Família de Igby, que como os torresmos do almoço de sábado, eu ainda não digeri muito bem. O filme tem ótimos diálogos, personagens até interessantes… mas… não sei, falta algo. Ou tem algo irritante.
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Outubro está no fim e eu não fiz top 5. Por isso, resolvi (em homenagem ao dia das bruxas) fazer o top 5…
FANTASIAS PARA UMA FESTA DE HALLOWEEN!!!
5. Mulher Samambaia
Dê um olé na concorrência e ao invés de aparecer com o manjadíssimo visual “Hera Thurman Venenosa”, vá de Mulher Samambaia. Isso, é claro, se você estiver com tudo nos trinques, porque não tem nada mais pavoroso do que mulher se exibindo quando não pode (ou deveria)
4. Espinha
É só se vestir de vermelho e segurar um pote cheio de purê de batata. Caso alguém te abrace, você pega o purê e ‘blorsh’ na pessoa. Tcharam! Super criativo, duvido que alguém use isso.
3. Morte de Sandman
Essa é para quem não está pensando em originalidade, mas praticidade. Basta colocar uma roupitcha preta, desarrumar o cabelo e pintar os olhos. Ajuda se tiver o ankh, é óbvio. Mais fácil que isso, só se vestir um lençol com dois furos na altura dos olhos e dizer que está vestido de fantasma hehe
2. Deus
Outro caso de praticidade: o deus é seu, você o vê como quiser. Inclusive pode usar aquele papo todo de imagem e semelhança a seu favor e ir sem fantasia nenhuma mesmo.
1. Abelinha do Blind Melon
Acho que era na Kiqui do ano passado ou retrasado que tinha decidido que ia com essa fantasia. É o tipo de coisa que só quem não tem muito amor próprio poderia usar, se é que você me entende. Mas pelo menos dá para garantir a alegria das outras pessoas na festa (é isso aí, sempre fazendo o bem!)












