Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo…

Algumas pessoas costumam dizer que time só pode ter um, que ter dois times do coração é o mesmo que torcer pra um e depois trocar a camisa e coisas do tipo. Eu discordo, e tenho três times do coração: Vasco, Coxa e Juve. Tenho algumas simpatias também, como por exemplo o Grêmio, o Arsenal e o Ajax, mas não é nada demais (tipo “torcer se não tem mais nenhum jogo passando na tv”).

E sabe, nesse final de semana descobri uma ótima utilidade para o fato de torcer para mais de um time! Tcharam! Na verdade, duas utilidades, de certa forma complementares:

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Mordendo a Língua

Ok, retiro o que eu disse. Quer dizer, em parte… continuo achando aquele soneto do Shakespeare meio brocochô, mas a última aula do ano rendeu algumas ótimas descobertas. Como tenho que me preparar para viajar e não tenho muito tempo agora, deixo para falar do Edwin Morgan para quando eu voltar. Por enquanto, deixo uma poesia que achei MUITO bacana de um sujeito de quem nunca tinha ouvido falar, o Dana Gioia.

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Shakespeare in Love

Quando comecei o curso de Letras, no dia do meu trote (o que deve bater mais ou menos com a mesma época da Santa Ceia), um veterano disse:

“O problema de Letras é que você entra no curso porque ama Literatura e sai daqui odiando”

E bem, eu sempre achei que fosse um certo exagero da parte dele, mas hoje eu entendi mais ou menos o que ele quis dizer. Saí correndo da faculdade para casa, porque tinha que fazer um trabalho sobre uma poesia do Shakespeare. E sabe, eu estava bem animada, até fui procurar livros na biblioteca e tudo o mais, porque afinal de contas, eu amoooo Shakespeare.

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Os Nerds Também Amam

Bom, eu não comento sobre esse meu lado negro por aqui, mas enfim, eu costumo responder dúvidas de usuários no Helpdesk da Valinor. E o fato é que o tal do Helpdesk está sempre lotado de spams (que apago eventualmente junto com dúvida de usuário 😳 ). Aí hoje fiquei reparando no que normalmente colocam no ‘assunto’ e bem, eu estou achando que os spammers contam com a carência e solidão do nerd para chamar a atenção.

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Os sujeitos que pisam em louva-deus

Eu tinha um professor que quando ia se referir a alguém malvadão, dizia “Esse pisa no louva-deus!”, e eu me matava de rir com a expressão, mas acabou que passei a usar também.

Lembrei disso porque estava para fazer um top5 dos maiores vilões de todos os tempos, e aí na hora de tentar lembrar dos caras que chutam pombas (e pisam em louva-deus…), e aí qual é a primeira coisa que passa pela minha cabeça??? A lista da Online Films Critics Society, com os 100 piores vilões de todos os tempos.

Tcharam!

Assim fica fácil fazer top5, é só arrumar as injustiças, né? Então vamos lá, para o…

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I am a man who will fight for your honor…

Quando eu ficar velhinha e entrar em umas piras de senhor Miyagi (ele morreu, ele morreu, ele morreuuu!), darei conselhos de vida através de parábolas, esbanjando toda a experiência que ganhei com o tempo. Por exemplo, o maroto Juquinha chegará comemorando o resultado de uma prova sem sequer saber que nota tirou. E então, com tom grave expressarei minha sapiência dizendo:

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Amor: Humor

(Ok, o título não tem muito a ver, mas eu não podia deixar de citar essa poesia do Oswald de Andrade.)

Depois do comentário do Calvin sobre o trecho do diálogo que coloquei de Rosencrantz e Guildenstern estão mortos, me dei conta de como existe uma sutil diferença entre as comédias nonsense mas inteligentes e as comédias que são simplesmente estúpidas (o caso do Dude, Where’s my Car? que ele citou).

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Rosencrantz & Guildenstern estão mortos

Você gosta de Shakespeare? Gostou de Hamlet? Já teve contato com alguma coisa do teatro do absurdo? Gostou de Waiting for Godot do Beckett? Sempre gostou de humor inteligente? Se você respondeu sim para qualquer uma dessas perguntas, saiba que é quase certeza que você irá adorar a peça de Tom Stoppard (o mesmo sujeito que escreveu o roteiro Brazil com o Terry Gilliam), Rosencrantz & Guildenstern estão mortos.

(E antes que você torça o nariz, saiba que “ler” é uma opção, já que existe uma ótima adaptação da peça feita para o cinema com Gary “Dracula” Oldman e Tim “Mr. Orange” Roth. )

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Tempo Determinado

Pronto, voltei.

Nova casa e algumas coisas para arrumar ainda, mas quem é que não gosta de uma novidade, não é? Bem, devo confessar que eu não sou muito fã de novidades… tanto que custei horrores até me render ao Word Press do qual tanto gosta o Fábio (por acaso o amor da minha vida e sujeito por trás de todas as tecnicidades do novo Hellfire) .

Enfim, é isso: a partir de amanhã volto a postar normalmente. :dente: