The Day the Saucers Came

(domingo, 14 dezembro, 2008 às 12:03 pm por Anica)
Postado na categoria Literatura, Poetry from the Strange

É o nome de um poema do Neil Gaiman, que só para variar, é muito fofo e bacaninha. Eu não sei se já tem traduzido aqui no Brasil, mas para os que sacam inglês, segue aí o texto para que vocês conheçam (se não saca inglês, vá direto para o final do post):

The Day the Saucers Came

That day, the saucers landed. Hundreds of them, golden,
Silent, coming down from the sky like great snowflakes,
And the people of Earth stood and stared as they descended,
Waiting, dry-mouthed to find what waited inside for us
And none of us knowing if we would be here tomorrow
But you didn’t notice it because

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Robert Frost e a poesia

(quarta-feira, 25 junho, 2008 às 9:28 am por Anica)
Postado na categoria Literatura, Poetry from the Strange

Eu às vezes vejo a poesia como uma floresta: você vai abrindo seu caminho para o coração da mata aos poucos, vencendo medos (”Poesia é só para gênios!”), se alimentando de uma ou outra fruta coletada ao longo da jornada (”Ei, esse poeta é bom mesmo!”) e claro, utilizando mapas desenhados por quem já esteve lá (ou o conhecido “seguir a indicação de professores e amigos”). Mas, ao contrário do que acontece em uma exploração em um espaço real, com a poesia parece que você dificilmente desvendará todo o caminho.

Veja o meu caso, por exemplo. Eu demorei para me encantar pela poesia, de verdade. Acho que os primeiros poetas que de fato curti foram alguns haijins (não estou lembrada se é bem esse o termo usado para quem escreve haikai, quem souber por favor confirma aí), apresentados para mim através de uma coletânea de haikais da Estrela. A paixão completa mesmo só veio na universidade, com alguns professores como a Luci e o Édison, que, continuando na metáfora da floresta, entregaram não só mapas mas fotos mostrando toda a beleza desse espaço.

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Dois namorados olhando o céu

(sexta-feira, 18 fevereiro, 2005 às 10:05 am por Anica)
Postado na categoria Poetry from the Strange, Querido Diário

Dois namorados olhando o céu
chegaram a mesma conclusão.
Mesmo que a terra
não passe da próxima guerra,
valeu!
Valeu por ter encharcado
esse planeta de suor.
Valeu por ter encarado a vida
que poderia ser melhor.
Valeu por ter esquecido
as coisas que sei de cor.
Valeu!

Paulo Leminski

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Estou me sentindo concisa hoje.

(quarta-feira, 02 fevereiro, 2005 às 11:02 am por Anica)
Postado na categoria Cinema, Poetry from the Strange, Querido Diário

POÉTICA

conciso? com siso

prolixo? pro lixo

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Aos amigos

(quinta-feira, 04 setembro, 2003 às 8:09 pm por Anica)
Postado na categoria Poetry from the Strange

No começo do ano a Sol leu essa poesia para mim, prometeu uma cópia e até agora *necas*. Aí eu fui atrás e acabei encontrando sozinha. É do Victor Hugo, muuuuito bacana, ainda mais se vc dedica aos amigos:

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
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