Confesso que poesia nunca foi o meu forte até começar a cursar Literatura Inglesa com a maravilhosa Luci Collin. Não que eu não gostasse, só não via "aquilo tudo", especialmente no que havia de mais moderno (por moderno entenda-se: do século passado para cá, hehe). Foi por causa dela que conheci poetas como T.S. Eliot, William Carlos Williams e Allen Ginsberg. Então, se não fosse por … [Leia mais...]
Os Gatos (T.S. Eliot)
Desde que fiquei sabendo que estava grávida comecei a fazer uma bibliotecazinha para o Arthur. Livros que quero que ao longo da infância ele tenha contato, seja porque foram especiais para mim quando era criança (como Flicts do Ziraldo), seja porque foram ótimas descobertas já na fase adulta. A nova aquisição (presente adiantado de Natal!) foi o livro Os Gatos, de T.S. Eliot, que chegou … [Leia mais...]
Robert Frost e a poesia
Eu às vezes vejo a poesia como uma floresta: você vai abrindo seu caminho para o coração da mata aos poucos, vencendo medos ("Poesia é só para gênios!"), se alimentando de uma ou outra fruta coletada ao longo da jornada ("Ei, esse poeta é bom mesmo!") e claro, utilizando mapas desenhados por quem já esteve lá (ou o conhecido "seguir a indicação de professores e amigos"). Mas, ao … [Leia mais...]
O bandido que sabia latim
Na noite de sábado para domingo comecei a ler a biografia Paulo Leminski - O bandido que sabia latim (escrita por Toninho Vaz), mas foi ontem à noite que a leitura engrenou de um modo que eu simplesmente não conseguia deixar o livro de lado (o que rendeu bastante reclamação do Fábio sobre a luz, hehe). Eu sei que não basta uma personagem interessante sem talento para se contar a história, … [Leia mais...]
Onde os fracos não têm vez
O que você faria se encontrasse uma maleta com mais de dois milhões de dólares? E se com a maleta encontrasse vários corpos e uma quantidade absurda de drogas, deixando claro que foi uma negociação mal sucedida? "Onde os fracos não têm vez", dos irmãos Cohen, começa com Llewelyn Moss, um soldado aposentado que costuma caçar nas horas vagas tendo que tomar esta decisão. A partir daí, … [Leia mais...]
Feliz Ano Novo!
E para enfrufruzar os votos de um feliz 2008, deixo aqui um trecho de A Canção de Amor de J. Alfred Prufrock ((já comentei sobre esse poema anteriormente, até porque é meu favorito do Eliot)) que acredito se encaixar bem com o momento: "Roçando suas espáduas na vidraça; Tempo haverá, tempo haverá Para moldar um rosto com que enfrentar Os rostos que encontrares; Tempo para matar e … [Leia mais...]
Estou me sentindo concisa hoje.
POÉTICA conciso? com siso prolixo? pro lixo … [Leia mais...]
Maiakovski
Minha cabeça ainda dói. Melhor eu levar a sério as resoluções de ano novo, senão perco o fígado e o namorado. Poema do Maiakovski: E Então Que Quereis?... Fiz ranger as folhas de jornal abrindo-lhes as pálpebras piscantes. E logo de cada fronteira distante subiu um cheiro de pólvora perseguindo-me até em casa. Nestes últimos vinte anos nada de novo há no rugir das … [Leia mais...]
Paulo Leminski
“ Faço uma proposta, frase feito por via de uma dúvida: alguém pensou aqui e não fui eu. O mundo não quer que eu me distraia. Distraído, estou salvo. Essa necessidade não é só física, é a necessidade da verdade, a carência de informações, a pobreza de dados. Não é agradável ser olhado por nós, saí da geografia por meio da história.” Paulo Leminski Bairrismo? Provalvemente … [Leia mais...]
Poema da Estrela para mim
Estava mexendo na minha caixa de recordações e achei uma poesia que a Estrela fez para mim quando eu tinha 16 anos... Viver em qualquer lugar que não seja aqui Que não seja já Pelo menos não da vida real Jornalista na Itália, porões de Londres, torcida do Vasco, mulher do Damon Hill, uma noite fria de 1857... Não se esforce, a vida não é feita de não Você já é personagem de um … [Leia mais...]


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