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	<title>.:Hellfire Club:. &#187; livros</title>
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		<title>Test-drive: Kindle 3</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 18:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pessoal que me conhece sabe da minha paixão por livros. Não, não estou falando da paixão por leitura, embora eu também a tenha. Mas é aquela coisa quase de fetiche, de colecionar edições bacanas de títulos que gosto (Bartleby, oi?), ter o maior orgulho de possuir daquelas tiragens especiais (tipo a de O Senhor [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-4755" href="http://www.anica.com.br/2010/09/10/test-drive-kindle-3/29_mhg_2907tec_kindle3-2/"><img class="alignright size-medium wp-image-4755" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="29_MHG_2907tec_kindle3-2" src="http://www.anica.com.br/files/2010/09/29_MHG_2907tec_kindle3-2-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a>O pessoal que me conhece sabe da minha paixão por livros. Não, não estou falando da paixão por leitura, embora eu também a tenha. Mas é aquela coisa quase de fetiche, de colecionar edições bacanas de títulos que gosto (<a title="bartleby" href="http://www.anica.com.br/2010/06/02/bartleby-o-escrivao-uma-historia-de-wall-street-herman-melville/" target="_blank">Bartleby</a>, oi?), ter o maior orgulho de possuir daquelas tiragens especiais (tipo a de <a title="sda" href="http://www.fotolog.com.br/anicabitten/39140098" target="_blank">O Senhor dos Anéis</a>, que temos três aqui em casa) ou ainda o velho e ótimo prazer de sentir o cheiro de livro novo, especialmente quando esse era desejado há muito tempo (naquele esquema <a title="felicidade clandestina" href="http://intervox.nce.ufrj.br/~valdenit/felicida.htm" target="_blank">Felicidade Clandestina</a>, saca?).</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando tudo isso, como acham que recebi o conceito de e-readers? Não só total descrença que a coisa &#8220;pegaria&#8221; mas também certa de que eu jamais gastaria dinheiro em algo assim. Eis que o Fábio estava há tempos namorando a oportunidade de comprar um Kindle (e-reader da Amazon), e quando chegou a terceira geração, ele nem esperou o lançamento: já em pré-venda tratou de garantir o dele. A engenhoca chegou tem uns dias aqui em casa, e durante o feriado eu resolvi fazer um test-drive, até porque né, triste não é mudar de opinião (e não ter opinião para mudar, há!).</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4754"></span>Deixando bem claro que estou opinando sobre o <a title="kindle 3" href="http://www.amazon.com/gp/help/customer/display.html/ref=hp_navbox_top_kindlelgi?nodeId=200503360" target="_blank">Kindle 3</a>. Não estou falando de qualquer outro tipo de e-reader, até porque não tive acesso a eles. Sei que alguns devem ser bem ruins, e outros podem até ser superiores, mas lembrem disso: <strong>Kindle 3</strong>. O livro que usei para testar foi o <a title="dead in the family" href="http://www.amazon.com/Dead-Family-Sookie-Stackhouse-Book/dp/0441018645/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1283987050&amp;sr=1-1" target="_blank">Dead in the Family</a>, da Charlaine Harris (do qual eu possivelmente falarei mais para frente), até porque é daqueles só para se divertir e aí eu não correria o risco de embarcar em alguma roubada literária e culpar o coitado do Kindle pela má experiência. Vamos então às opiniões:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para quem é o Kindle?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu acho que é um pouco a união de três fatores: ler muito, comprar muito livro e ler em inglês. Não acho o último tão essencial, já que você pode ler pdf no Kindle, mas é bem mais fácil encontrar títulos em inglês (convenhamos, pdfs em português costumam ser aquelas traduções piratas ruinzonas que nem vale a pena ler). Mas se você lê muito e compra muito livro, invariavelmente chegará em um momento em que vai entrar na sua casa e pensar que uou, é tudo muito cool, chique e <em>O Lobo da Estepe</em> essa coisa de livros espalhados pelo chão, mas chega uma hora que você não tem mais nem chão para isso. Em compensação, um arquivo para e-reader é pequetito, e você pode ter centenas de livros ali no seu Kindle, centenas essas que ocupariam toda a sua estante da sala, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas hum, e se eu pego livro de biblioteca, Anica?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É, nem todo mundo é compulsivo quando se trata de livros. Algumas pessoas lembram da maravilha que é ir até uma biblioteca, escolher um título e ser feliz. Mas o Kindle tem uma coisinha que nem a biblioteca pode oferecer: conforto a qualquer hora. Isso é sério, e foi o que me conquistou, um Kindle torna a leitura algo muito confortável, seja lá onde você estiver. Eu digo isso porque recentemente estou com bastante dificuldade para terminar o 2666, e não porque o livro é chato ou difícil. Mas porque tem 856 <em>fucking pages</em>! É um baita de um catatau, que impossibilita a leitura no ônibus (tenta ler esse em pé, vai), e você sempre pensa duas vezes se vai mesmo carregá-lo por aí para ler enquanto espera o seu médico te atender, ou se está no intervalo no trampo. Enfim, é pesado pra caralho.</p>
<p style="text-align: justify;">Já um Kindle é levinho, levinho. A tela lembra muito o tamanho de um livro de bolso, então basta ajustar a fonte para o que você considera ser o tamanho ideal e pronto, dá para levar para qualquer lugar e ler em qualquer lugar. Inclusive no sol, já que a tela não tem luz própria &#8211; buscando imitar o máximo possível o papel, para justamente não causar aquele incômodo que uma tela de computador costuma causar. Então se a parte prática da coisa (de deixar mais espaço para sua casa e te livrar da preocupação com mofo, traça e afins) não te convencer, pense nessa palavra: <span style="text-decoration: underline;"><strong>conforto</strong></span>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E a questão do custo, heim heim?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Kindle com frete e <span style="text-decoration: underline;"><em>pagando imposto</em></span> chegou aqui em casa por menos de 500 reais. Sim, reais, e não dólares. Eu perguntei umas duas vezes para o Fábio so para confirmar, porque eu podia jurar que era doletas. O aparelho em si é absurdamente barato, se for pensar bem. O único porém do negócio é que os preços dos livros não são tão bacaninhas assim (e pelo que vi a coisa é assim de uma forma meio geral, mesmo os livros eletrônicos da Saraiva estão com preço ruim).</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo é o próprio livro da Sookie que eu li para testar. Arredondando os valores, o paperback sai por 8 dólares. O livro para o Kindle sai 12 dólares. Agora, considerando que grande parte do valor de um livro está justamente na impressão (papel, tinta, etc.), como assim um paperback sai mais barato do que um livro que não precisou ser impresso? Eu já vi esse filme antes, e o final não foi legal para quem estava muitcho loco atrás de lucro, devo dizer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veredito final, por favor?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que eu adorei e vou querer um para mim. Assim, é lóóógico que eu adoraria que o custo dos e-books não fosse esse absurdo, e que assim fosse mais fácil inclusive comprar títulos em português, mas dá para ir se virando enquanto esse negócio não muda. O conforto que um Kindle oferece para a leitura é realmente algo que faz valer a pena &#8211; a tal da tecnologia e-Ink é impressionante no sentido de ser bem próxima do que temos no papel, e ainda por cima é leve, e a bateria dura MUITO tempo. Eu sei que tem aqueles outros coloridos e serelepes, mas eu acho que eles não me ofereceriam exatamente o que mais gostei no Kindle, a oportunidade de levá-lo para qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso que eu não usei todas as funções disponíveis no aparelho, como a consulta ao dicionário ou ainda a possibilidade de fazer anotações em trechos de livro (lembra daquele peso na consciência ao escrever nas margens? É, com o Kindle não tem problema). Acho que em janeiro já devo ter dado conta dos últimos livros de papel que comprei e aí já posso entrar nessa de Kindle sem medo =]</p>
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		<title>Livros grátis (e porque isso pode ser um bom negócio)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 14:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[E percebia o interesse das pessoas por Literatura quando observava que ao falar de novas tecnologias e os livros, invariavelmente as notícias eram sobre leitores no estilo do Kindle. É muito raro sair alguma nota falando sobre algum escritor pop star puto da vida processando um moleque por disponibilizar o download de seu livro na [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/2009/07/livros-gratis.jpg"><img class="size-medium wp-image-3876 alignleft" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/uploads/livros-gratis-300x173.jpg" alt="livros-gratis" width="300" height="173" /></a>E percebia o interesse das pessoas por Literatura quando observava que ao falar de novas tecnologias e os livros, invariavelmente as notícias eram sobre leitores no estilo do Kindle. É muito raro sair alguma nota falando sobre algum escritor pop star puto da vida processando um moleque por disponibilizar o download de seu livro na internet (como <a title="Blogueiro é condenado por vazamento de músicas dos Guns N' Roses" href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1230532-7085,00.html" target="_blank">aconteceu com o Guns</a>, só para não cair na mesmice de falar da briga do Metallica com o Napster) ou artigos comentando a crise no mercado editorial<sup><a href="http://www.anica.com.br/2009/07/17/livros-gratis-e-porque-isso-pode-ser-um-bom-negocio/#footnote_0_3875" id="identifier_0_3875" class="footnote-link footnote-identifier-link" title="verdade seja dita, aqui no Brasil o tal do mercado editorial aparentemente t&aacute; sempre em crise, j&aacute; que sempre falam que brasileiro n&atilde;o l&ecirc;, n&eacute;.">1</a></sup> por conta de downloads ilegais de obras.</p>
<p style="text-align: justify">Aí comecei a observar algo que acontece com bastante frequência lá no <a title="meia palavra" href="http://www.meiapalavra.com.br/" target="_blank">Meia Palavra</a>. Uma pessoa comenta sobre um livro que acabou de ler, e outras tantas vão procurar &#8211; seja comprando o livro, seja baixando da internet. Ok, a editora não vai ganhar o dinheiro no segundo caso, mas temos aí mais um grupo de pessoas que sugerirão o título para um outro grupo, que sugerirá para outro&#8230; e assim vai. Resumindo: as pessoas <strong>lerão</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-3875"></span>Explicando melhor esse meu pensamento, tem um trecho de <a title="nature of free" href="http://journal.neilgaiman.com/2008/02/nature-of-free.html" target="_blank">um post do Neil Gaiman</a>, numa época que algumas pessoas estavam fulas porque ele estava oferecendo de graça alguns livros dele, como Deuses Americanos. Diz ele (numa tradução meio porca minha, eu confesso):</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">Durante uma das entrevistas recentemente, uma repórter disse algo como &#8220;Claro, uma editora de verdade não daria livros de papel&#8221;, e eu comentei que 3.000 cópias de O Guia do Mochileiro das Galáxias foram dadas pela editora do Douglas Adams, com um anúncio &#8216;increva-se e ganhe seu livro de graça&#8217; na Rolling Stone. Eles queriam cópias de O Guia do Mochileiro das Galáxias nos campi dos Estados Unidos, e eles queriam que as pessoas o lessem e contassem para outras pessoas sobre ele. <strong>A propaganda boca-a-boca ainda é a melhor ferramenta para vender livros</strong>.</p>
<p>É assim que as pessoas têm descoberto novos autores há mais de um século. Alguém diz, &#8220;Eu li esse. Ele é bom. Eu acho que você gostaria dele. Tome, eu posso emprestá-lo.&#8221;. Alguém leva o livro, o lê e segue, Ah, eu tenho esse novo autor.</p>
<p>Bibliotecas são coisas boas: você não deveria ter que pagar por cada livro que lê.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify">E eu concordo com cada palavra que ele colocou aí. No final das contas, talvez não se fale tanto sobre download ilegal de livros não porque as pessoas não leiam, mas simplesmente porque é só uma nova maneira entre outras tantas de ler um livro de graça: seja emprestando de seu amigo ou de uma biblioteca.</p>
<p style="text-align: justify">Não estou dizendo aqui que as editoras deveriam liberar geral e oferecer downloads das obras que estão lançando. É um negócio, e como tal há dinheiro investido nisso e espera-se lucro/retorno. Mas talvez seja um bom momento para passarem na dianteira de outras &#8220;indústrias culturais&#8221; e serem os primeiros a usar a internet a seu favor, ao invés de tentar nadar contra a corrente como gravadoras têm feito sem muito sucesso.</p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_3875" class="footnote">verdade seja dita, aqui no Brasil o tal do mercado editorial aparentemente tá sempre em crise, já que sempre falam que brasileiro não lê, né.</li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>How to Survive a Horror Movie</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 14:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[seth grahame-smith]]></category>

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		<description><![CDATA[(All the Skills to Dodge the Kills, por Seth Grahame-Smith) Aviso desde o princípio que não adianta, esse livro é para os fãs dos filmes de terror. Ou pelo menos para quem já assistiu meia dúzia de clássicos do gênero, como as séries A Hora do Pesadelo, Sexta-Feira 13 e Poltergeist, ou outros títulos famosos [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><em><a href="http://www.anica.com.br/files/2009/05/howtosurvive.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3714" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/2009/05/howtosurvive.jpg" alt="howtosurvive" width="185" height="259" /></a>(All the Skills to Dodge the Kills, por Seth Grahame-Smith)</em></p>
<p style="text-align: justify">Aviso desde o princípio que não adianta, esse livro é para os fãs dos filmes de terror. Ou pelo menos para quem já assistiu meia dúzia de clássicos do gênero, como as séries A Hora do Pesadelo, Sexta-Feira 13 e Poltergeist, ou outros títulos famosos como O Iluminado e O Sexto Sentido. Caso contrário, passe longe porque o livro soará tipo piada interna, da qual você é a parte que está por fora e não entenderá absolutamente nada.</p>
<p style="text-align: justify">Recado dado, vamos comentar sobre o livro então. Escrito por Seth Grahame-Smith, trata-se de um guia de sobrevivência para aqueles que de algum modo foram parar no que o autor chama de <em>Terrorverse</em>. O humor do livro é construído a partir de clichês dos filmes de terror, mais ou menos como aqueles que <a title="20 clichês dos filmes de terror" href="http://www.anica.com.br/2008/11/01/20-cliches-dos-filmes-de-terror-final/" target="_blank">listei aqui no ano passado</a> e lógico, nas ótimas tiradas do Grahame-Smith quando mistura horror com o mundo real.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-3723"></span>Para se ter ideia, aqui vão alguns capítulos do livro:</p>
<ul>
<li>Como eu sei se que estou em um filme de terror?</li>
<li>Como sobreviver às férias de verão</li>
<li>Como permanecer acordado por uma semana</li>
<li>Como dizer se um objeto é maligno</li>
<li>Como matar um vampiro</li>
<li>Como saber se você está morto desde o começo do filme</li>
<li>O que fazer se houver cobras no seu avião</li>
<li>Como vencer Satã</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">É realmente hilário. E o legal é que dependendo de quão fã você é do gênero, enquanto vai lendo vai reconhecendo qual filme ele está fazendo referência, o que deixa a leitura ainda mais divertida. E sim, o principal aqui é diversão. Obviamente você não vai pegar um livro chamado &#8220;Como sobreviver a um filme de horror&#8221; esperando encontrar grandes pérolas filosóficas, certo?</p>
<p style="text-align: justify">Um pedacinho traduzido nas coxas para vocês degustarem (hehe):</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify"><strong>10 LUGARES PARA NUNCA, NUNCA, NUNCA IR EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA:</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. Quartos iluminados por uma única lâmpada pendurada;</p>
<p style="text-align: justify">2. Quartos iluminados por nada;</p>
<p style="text-align: justify">3. Qualquer cemitério que não seja o Cemitério Nacional Arlington;</p>
<p style="text-align: justify">4. Acampamentos de verão cuja taxa de homicídios excede a média de 10%;</p>
<p style="text-align: justify">5. Maine;</p>
<p style="text-align: justify">6. &#8220;O(a) velho(a) _______________&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">7. Hoteis e moteis que não fazem parte de uma grande cadeia de hotelaria;</p>
<p style="text-align: justify">8. O andar de cima;</p>
<p style="text-align: justify">9. O andar de baixo;</p>
<p style="text-align: justify">10. Qualquer cabana em qualquer lugar na face da terra.</p>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p style="text-align: justify">Sério, se você gosta de filmes de terror como eu, TEM que ler esse livro. E logo chega aqui em casa outro título do mesmo autor que estou morrendo de vontade de ler, <a title="pride and prejudice and zombies" href="http://www.amazon.com/Pride-Prejudice-Zombies-Classic-Ultraviolent/dp/1594743347" target="_blank">Pride and Prejudice and Zombies</a>. Alguma dúvida de que será igualmente hilário?   <img src='http://www.anica.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' /> </p>
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		<item>
		<title>Tingo</title>
		<link>http://www.anica.com.br/2009/04/09/tingo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tingo</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 12:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[línguas]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[tingo]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem nenhum aluno apareceu (nesses casos sempre lembro de uma colega de Tópicos de Estudo em Linguística perguntando para o professor &#8220;Vai ter pré-feriado?&#8221;), e fiquei lá preparandinho minhas aulas futuras. O tema de uma das unidades é termos atípicos,  &#8220;palavras sem tradução direta em outras línguas&#8221; digamos assim, assunto que o Rui já comentou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/2009/04/themeaningoftingo.gif"><img class="alignright size-full wp-image-3303" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/2009/04/themeaningoftingo.gif" alt="themeaningoftingo" width="168" height="235" /></a>Ontem nenhum aluno apareceu (nesses casos sempre lembro de uma colega de Tópicos de Estudo em Linguística perguntando para o professor &#8220;Vai ter pré-feriado?&#8221;), e fiquei lá preparandinho minhas aulas futuras. O tema de uma das unidades é termos atípicos,  &#8220;palavras sem tradução direta em outras línguas&#8221; digamos assim, assunto que o Rui já comentou <a title="palavras sem tradução" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/05/24/palavras-sem-traducao/" target="_blank">lá no Blog do Meia Palavra</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Aí vi que a referência dessa aula é o livro <em>The Meaning of Tingo and other extraordinary words from around the world</em>, do Adam Jacot de Boinod. Surpreendentemente, já temos uma tradução aqui no Brasil (saiu pela Conrad em 2007), que pode ser encontrada como <a title="tingo" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1982336&amp;ID=BD1A10287D9040615312A1044" target="_blank">Tingo: o irresistível almanaque das palavras que a gente não têm</a>. Parece um daqueles livros divertidíssimos, se for considerar alguns exemplos que traduzi lá da edição americana:</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-3302"></span><strong>Glossalgos</strong> (Grego Antigo): falar até a língua doer.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Bakku-shan</strong> (Japonês): uma mulher que parece bonita quando vista de costas, mas não quando vista de frente.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Areodjarekput</strong> (Inuíte): trocar esposas só por alguns dias.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Aranjear</strong> (Espanhol): matar um galo atirando laranjas nele.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Dakat&#8217;</strong> (Russo): ficar falando &#8216;sim&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Drachenfutter</strong> (Alemão): presente que os maridos que se sentem culpados dão para as esposas.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Neko-neko</strong> (Indonésio): aquele que tem uma ideia criativa, mas só para tornar as coisas piores.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Bjor-reifr</strong> (Islandês Antigo):  alegre após beber cerveja.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Slampadato</strong> (Italiano): uma pessoa que fica bronzeada com lâmpadas infravermelhas.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Zhengrong</strong> (Chinês): se arrumar ou melhorar o visual com cirurgia plástica.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Uitwaaien</strong> (Holandês): andar no tempo com muito vento por diversão.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Mahj</strong> (Persa): parecer bonito após uma doença.</p>
<p style="text-align: justify">Entre outras tantas palavras curiosas. E bem, tem <strong>Tingo</strong>, né? Se ficou curioso, leia lá o post do Rui no blog do Meia Palavra, porque é a primeira definição que ele colocou <img src='http://www.anica.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Redes Sociais Literárias</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 12:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 2007 estou testando algumas redes sociais literárias (como dizem por aí &#8220;tipo um orkut de livros&#8221;). Registro os livros que estou lendo e vejo o quanto a ferramenta é realmente bacana (ou não). Hoje comentarei sobre quatro delas, sendo 3 estrangeiras e uma nacional: LibraryThing, Shelfari, Goodreads e Skoob (books ao contrário, ho ho [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/2009/01/estante.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3100" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/uploads/estante-300x300.jpg" alt="estante" width="257" height="257" /></a>Desde 2007 estou testando algumas redes sociais literárias (como dizem por aí &#8220;tipo um orkut de livros&#8221;). Registro os livros que estou lendo e vejo o quanto a ferramenta é realmente bacana (ou não). Hoje comentarei sobre quatro delas, sendo 3 estrangeiras e uma nacional: <a title="librarything" href="http://www.librarything.com" target="_blank">LibraryThing</a>, <a title="shelfari" href="http://www.shelfari.com/" target="_blank">Shelfari</a>, <a title="http://www.goodreads.com/" href="http://www.goodreads.com/" target="_blank">Goodreads</a> e <a title="skoob" href="http://www.skoob.com.br" target="_blank">Skoob</a> (books ao contrário, ho ho ho).  As notas variarão de 0 a 5, de acordo com os seguintes critérios: adição de livros novos, navegabilidade, ferramentas, visual e sociabilidade (já que são redes sociais, né?).</p>
<p style="text-align: justify">Espero que as avaliações sejam úteis não só para direcionar para boas ferramentas, mas também para que vocês possam conhecer diferentes opções e testar as mais adequadas aos seus gostos. E acreditem: é muito legal poder compartilhar informações sobre livros e mesmo ter um registro de tudo o que temos lido, por isso se você ainda não tentou cadastro em nenhum desses lugares, não perca tempo e vá logo conferir. Agora vamos às avaliações, certo?</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-3099"></span><a title="librarything" href="http://www.librarything.com" target="_blank"><strong>LibraryThing</strong></a></p>
<p style="text-align: justify">Foi o primeiro que usei, durante todo o ano de 2007. O LibraryThing tem como principal aspecto negativo o número limitado de livros que você pode colocar na estante. Para cadastro ilimitado, você precisa pagar: são 10 doletas para um ano e 25 doletas para sempre. Nem é tão caro, se for pensar bem. Por outro lado, tendo ferramentas idênticas mas de graça, o LibraryThing acaba deixando de ser uma boa opção.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Adição de livros novos</em>:  você pode colocar livros novos, edições novas e inclusive colocar capas diferentes (escolhendo as que já estão disponíveis ou fazendo um novo upload). Porém, como citado antes, o fato da conta de graça ter um limite de livros que você pode colocar na estante pesa negativamente. <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Navegabilidade</em>:  as abas no topo da página são ótimas e vão direto ao ponto. Quer seus livros clica em library, quer ver seu perfil clica em profile, etc. A única parte mais confusa é a gallery, onde você coloca seus autores favoritos. <strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Ferramentas</em>: aqui você vai além de incluir livros em listas de &#8220;lidos&#8221;, &#8220;lendo&#8221;, &#8220;quero ler&#8221;. Tem de memes até estatísticas de leituras incluindo a média de notas que você dá para seus livros, por exemplo. Bem completo. <strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Visual</em>: o LibraryThing parece aquelas páginas de 10 anos atrás, na verdade só faltam os gifs piscando &#8220;hot&#8221; e &#8220;new&#8221;, hehe. Muito feio, talvez por ser muito simples. Mas a distribuição do conteúdo está ok. <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Sociabilidade</em>: ao colocar na sua estante um livro que outra pessoa já tem, você automaticamente passa a ter uma conexão com ela, podendo então optar ou não por adicioná-la na lista. Alguns autores tipo o Joe Hil estão lá, e você pode adicioná-los e/ou acompanhar opiniões sobre obras diversas. <strong>Nota:5/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline"><strong>Média do Library Thing: </strong><strong>3,8/5</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a title="shelfari" href="http://www.shelfari.com/" target="_blank"><strong>Shelfari</strong></a></p>
<p style="text-align: justify">Para quem estourou o limite de livros do LibraryThing e não queria desenbolsar qualquer doleta pagando por isso, o Shelfari acabou aparecendo como uma boa alternativa. A princípio o maior problema era a impossibilidade de cadastrar livros novos, o que agora já é possível fazer, embora com algumas limitações. Porém, sendo de graça, nem tem muito o que reclamar sobre detalhes que são mais visuais do que qualquer coisa.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Adição de livros novos</em>: Você pode colocar livros novos que ainda não estejam no sistema, mas não pode colocar edições diferentes, ou arrumar informações erradas que alguém tenha colocado antes (por exemplo, <em>O Filho Eterno</em> como hardcover). Livros que não estão cadastrados no Shelfari (a grande maioria dos livros em português) aparecem com uma capa azul. <strong>Nota: 2/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Navegabilidade</em>: Algumas coisas carregam só de passar o mouse por cima, o que pode ser bem chato dependendo do que você está fazendo. Mas assim como o LibraryThing as abas no topo tornam a navegação bem simples. <strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Ferramentas</em>: Fora o feijão com arroz do &#8220;livros lidos&#8221;, &#8220;livros para ler&#8221;, etc. tem algumas outras opções interessantes, como por exemplo um espaço para detalhes da sua edição (quando foi comprada, preço, etc.) e status de empréstimo (para quem você emprestou, quando, etc.). <strong>Nota: 5/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Visual</em>: Muito caprichado, a estante de livros é de fato uma estante e a distribuição do conteúdo do perfil é bem bacana, incluindo os amigos e os grupos dos quais você faz parte. Bacana mesmo. <strong>Nota: 5/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Sociabilidade</em>: Além da idéia de grupos (como por exemplo Neil Gaiman do qual eu faço parte, hehe), a parte de amigos é bem parecida com o Orkut, incluindo um espaço equivalente ao scrapbook. Algo interessante é um espaço em que as pessoas perguntam se devem ler um livro que você já colocou na sua estante. <strong>Nota: 5/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline"><strong>Média do Shelfari: 4,2/5</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a title="goodreads" href="http://www.goodreads.com" target="_blank"><strong>Goodreads</strong></a></p>
<p style="text-align: justify">Eu tinha o cadastro desde o ano passado, mas só comecei a utilizar de fato recentemente, porque alguns amigos começaram a me encontrar e adicionar lá. A verdade é que tendo o Shelfari eu não via muita razão de mudar a não ser que os probleminhas da adição de livros fossem resolvidos, e logo em um dos primeiros dias já tive problemas com a página, que não carregava direito,  mas mesmo assim resolvi testá-lo.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Adição de livros novos</em>:  empaca no mesmo problema que o Shelfari sobre as capas, quando o livro não faz parte do sistema do Goodreads a imagem que aparece no lugar é uma capinha meio bege. Porém, ao contrário do Shelfari você pode adicionar edições novas (embora eles peçam para usar a mesma que já está cadastrada), inclusive pode ter mais de uma edição do mesmo livro em sua estante. <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Navegabilidade</em>:  a página é bem simples então não tem muita confusão. O único problema é que no começo você ainda confunde um pouco o que é update e o que é conteúdo mesmo. <strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Ferramentas</em>: não tem nada de muito diferente do que o básico que essas páginas já oferecem. Acho que o mais bacaninha é um espaço com trivia sobre livros, e o de citações tanto no perfil como na página de cada livro. <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Visual</em>: consegue ser mais simples do que o LibraryThing, mas aqui a escolha de cores pelo menos não dá aqueles ares de página de internet dos anos 90. Ainda acho que a pior parte é não poder fazer upload de capas de livros que cadastramos.  <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Sociabilidade</em>: fora o fato de que você é sempre avisado sobre os updates dos seus amigos, também tem a opção de Grupos. Além disso, ao abrir a página de um determinado livro, você pode acompanhar o que outras pessoas com gosto similar também leram além daquele livro. <strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline"><strong>Média do Goodreads: 3,4</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a title="skoob" href="http://www.skoob.com.br" target="_blank"><strong>Skoob</strong></a></p>
<p style="text-align: justify">Eu só ia testar a versão brazuca das redes sociais literárias no ano que vem, mas se fosse esperar mais já lançariam outro desses sites e eu não escreveria esse post nunca. O pessoal lá no <a title="meia palavra" href="http://www.meiapalavra.com.br" target="_blank">Meia Palavra</a> falou de algumas limitações do Skoob, mas até o momento estou achando bem bacana, com uma ressalva apenas (a de sempre): a adição de livros.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Adição de livros</em>: Muito legal, permite que você faça upload de imagem para a capa e cadastre livros que ainda não estão lá. Porém, tem duas limitações que eu considero bem negativas. A primeira é que você não pode incluir edições diferentes dos livros: se bate o nome do autor e do livro, pans, é aquele que você tem que colocar. Outra coisa é que o registro não colhe tanta informação sobre os livros, inclusive nem se é de capa dura ou brochura, por exemplo. <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Navegabilidade: </em>Simples e funcional, sem qualquer coisa mais mirabolante como no Shelfari. As abas são bem específicas sobre o que você está selecionando, se seu perfil, estante, amigos, recados ou seguidores. Muito bom. <strong>Nota: 5/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Ferramentas: </em>no geral fica no feijão com arroz tal como o GoodReads, mas tem duas coisas interessantes nas tags para marcar os livros. A primeira é o &#8220;Emprestei&#8221;, a segunda é &#8220;Abandonei&#8221;. Esse aí eu não vi em nenhuma das redes sociais literárias. <strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Visual</em>:  bonitinho e simpes, adota o azul e branco genérico e acaba acertando justamente pela neutralidade. Acho que dos quatro é o que melhor da destaque para a foto e o perfil do usuário. <strong>Nota: 5/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><em>Sociabilidade</em>: é o mais simples dos quatro nesse quesito. Você pode basicamente fazer amizade com as pessoas e fuçar os perfis delas, mas não tem toda aquela integração livros/usuários que os demais possuem. Talvez com o tempo melhorem isso. <strong>Nota: 3/5</strong></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline"><strong>Média do Skoob: 4/5</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Resumindo, se você não se importar com a questão da edição colocada na sua lista, fique com o Shelfari ou o Skoob. Mas se para você o mais importante é justamente fazer o controle dos seus livros, então talvez valha a pena pagar as 25 doletas para assinar o LibraryThing para sempre.</p>
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		<title>O Caçador de Pipas (Khaled Hosseini)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 11:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[khaled hosseini]]></category>
		<category><![CDATA[literatura estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Literatura tem dessas coisas: desperta paixões, e conseqüentemente gera grupos de seguidores fanáticos que não suportam ouvir uma crítica à obra amada. Veja meu caso, por exemplo: se você chega e diz que Allan Poe é uma droga, eu passarei hoooooooras da minha vida tentando provar o contrário. Então, fanáticos do Hosseini, deixo desde já [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/cacador_pipas_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2229" style="float: left;border: 0;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/cacador_pipas_01.jpg" alt="Capa do livro O Caçador de Pipas" width="187" height="272" /></a>Literatura tem dessas coisas: desperta paixões, e conseqüentemente gera grupos de seguidores fanáticos que não suportam ouvir uma crítica à obra amada. Veja meu caso, por exemplo: se você chega e diz que Allan Poe é uma droga, eu passarei hoooooooras da minha vida tentando provar o contrário. Então, fanáticos do Hosseini, deixo desde já o recado: calma, eu entendo vocês.</p>
<p style="text-align: justify">Mas o grande fato é que <em>O Caçador de Pipas</em> foi uma decepção para mim. Até porque nas últimas vezes que arrisquei ler algo da lista dos mais vendidos, eu acabei me surpreendendo positivamente (vide <a title="budapeste" href="http://www.anica.com.br/2004/03/30/108066472986927752/" target="_blank">Budapeste</a>, <a title="a estrada da noite" href="http://www.anica.com.br/2007/07/01/a-estrada-da-noite/" target="_blank">A Estrada da Noite</a>, <a title="a menina que roubava livros" href="http://www.anica.com.br/2007/07/10/a-menina-que-roubava-livros/" target="_blank">A Menina que Roubava Livros</a> e <a title="deus um delírio" href="http://www.anica.com.br/2007/11/06/deus-um-delirio/" target="_blank">Deus, um Delírio</a>). Mas no caso de o Caçador já na metade do livro tinha concluído que tratava-se de uma obra superestimada.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2228"></span>Vamos por partes. Tem uma história bonita e tocante? Tem. Mas um romance não é <em>só</em> o enredo. Ele tem que ter aquele algo a mais, mostrar que o escritor é um escritor de fato e sabe manipular as palavras como um pintor domina as cores e um músico as notas musicais. Contar histórias todos nós contamos, todos os dias, isso faz parte de nós. Agora, saber escrevê-las, é só para raros.</p>
<p style="text-align: justify">No caso do Hosseini, o texto simplesmente não flui como poderia. A idéia do flashback logo após o narrador receber a ligação é até interessante, o problema é que quando retornamos ao momento em que ele recebe a ligação, você já está tão atolado de antipatia pela personagem principal (o narrador) que você quer mais é que ele se exploda.</p>
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<p style="text-align: justify">Aliás, tem isso também, a questão das personagens. Tomemos o caso de <em>A Menina que Roubava Livros</em>: são pequenas anedotas que vão moldando o caráter de cada uma delas, dando diversas cores. Aqui temos um narrador que era fracote e queria a todo custo agradar o pai (no final das contas, a única personagem de fato interessante) se contrapondo ao inseparável servo/amigo que era, obviedade das obviedades, o oposto dele. E aí mesmo em momentos mais emocionantes, como <fieldset class="spoiler">
			<legend>
				<input type="button" onclick="tiny_spoiler('cliqueaquiparalerospoilersaesckoypc')" id="cliqueaquiparalerospoilersaesckoypc_button" value="+" />
				clique aqui para ler o spoiler
			</legend>
			<div id="cliqueaquiparalerospoilersaesckoypc">na morte do pai dele, falta paixão. Para alguém que passou a vida tentando agradar a figura paterna, chega até a ser incoerente.
			</div>
		</fieldset></p>
<p style="text-align: justify">Aquela coisa: ruim o livro não é. Só não é TUDO isso que falam por aí. Vale como um registro social do Afeganistão também (aliás, toda vez que falo desse livro com alguém sempre escuto a mesma coisa &#8220;Até ler o livro achava que Afeganistão era só caverna, bomba e Bin Laden&#8221;. Aqui fica a indagação: &#8220;Então, por que diabos nós achamos que temos o direito de criticar a ignorância dos norte-americanos sobre o Brasil?&#8221;). Mas eu dificilmente indicaria a leitura desse livro para alguém, e mais dificilmente ainda colocaria em uma lista de livros que mexeram comigo.</p>
<p style="text-align: justify">Em tempo: é bem provável que eu esteja decepcionada com a narrativa de Hosseini porque engatei <em>O Caçador de Pipas</em> com <a title="o ensaio sobre a cegueira" href="http://www.anica.com.br/2008/04/02/ensaio-sobre-a-cegueira/" target="_blank">O Ensaio sobre a Cegueira</a> do Saramago. Talvez em uma releitura eu mude de idéia, mas, sinceramente falando, não acho que a releitura virá muito em breve.</p>
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		<title>Ensaio sobre a cegueira</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 11:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[josé saramago]]></category>
		<category><![CDATA[literatura portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que já comentei por aqui que meu maior problema com o Saramago são aqueles parágrafos enoooormes que faziam com que eu acabasse me perdendo e nem sacasse que o sujeito está a descrever um quadro ou qualquer coisa do tipo (aí, o único livro dele que consegui ler até o fim foi O Ano [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.anica.com.br/files/ensaio_sobre_a_cegueira.jpg" title="ensaio_sobre_a_cegueira.jpg"><img src="http://www.anica.com.br/files/ensaio_sobre_a_cegueira.jpg" alt="ensaio_sobre_a_cegueira.jpg" align="right" border="0" hspace="5" vspace="5" /></a>Acredito que já comentei por aqui que meu maior problema com o Saramago são aqueles parágrafos enoooormes que faziam com que eu acabasse me perdendo e nem sacasse que o sujeito está a descrever um quadro ou qualquer coisa do tipo (aí, o único livro dele que consegui ler até o fim foi O Ano da Morte de Ricardo Reis, aliás, altamente recomendável). Enfim, resolvi ler o tal do Ensaio sobre a cegueira, até porque pessoas confiáveis (hehe) elogiaram muito e eu achava que o tio Saramago merecia uma chance.</p>
<p>Antes de falar do livro, vamos ao resultado: agora eu quero ler tudo o que ele já possa ter escrito, até poesia em bolacha de boteco se for o caso. O Ano da Morte&#8230; é legal, muito bom mesmo, mas o que ele faz em Ensaio sobre a cegueira é único, é apaixonante.</p>
<p><span id="more-2219"></span> A história fala de uma epidemia de cegueira, uma cegueira que faz com que todos vejam um &#8220;mar branco&#8221;, ao contrário da escuridão total da cegueira comum. As autoridades, preocupadas com o rumo que a tal da epidemia pode tomar, decide mandar todos os cegos para um manicômio abandonado, prometendo mandar comida de quando em quando.</p>
<p>Saramago foca em um grupo que aparentemente foram os primeiros a ficar cego, portanto os primeiros a chegar no manicômio. O modo como ele vai descrevendo a degradação daquelas pessoas mexe com você de uma forma absurda, tem horas que dá até medo de fechar os olhos e depois ao abrir ficar cego.</p>
<p>Mas mais do que isso, Saramago é genial no retrato do humano. Chega uma hora que um médico cego diz à esposa que a cegueira não fez deles melhores nem piores, eles continuam o mesmo. Essa fala tão simples, largada no meio de um parágrafo, é extremamente assustadora. Porque naquela altura, você começa a ver o que as pessoas &#8220;nem melhores, nem piores&#8221; começam a fazer umas com as outras, e nota que pouco de &#8220;humanidade&#8221; sobra aos cegos.</p>
<p>É um retrato chocante do que temos de mais sujo dentro de nós, no final das contas. E o mais interessante: uma vez que o autor não dá nomes às personagens (são sempre citadas como &#8220;o médico&#8221;, &#8220;a moça dos óculos escuros&#8221;, etc.), nem ao lugar (você não sabe qual é o país, qual é o nome da rua que eles moram e por aí vai), é uma história que pode acontecer em qualquer lugar. Até porque ele foi tão fundo, que claramente não mostra só o povo português.</p>
<p>Confesso que me arrependo muito de não ter lido esse livro até o fim antes (sempre ficava na parte do motorista chegando em casa). Se eu fosse você, corria para uma biblioteca ou uma livraria e leria esse livro. Poucos causarão tanto impacto sobre você quanto Ensaio sobre a cegueira.</p>
<p>Em tempo: Fernando Meirelles está dirigindo uma adaptação para o cinema que chegará por aqui com o nome &#8220;<a href="http://www.cinemaemcena.com.br/ficha_filme.aspx?id_filme=6078" title="cegueira" target="_blank">Cegueira</a>&#8220;. Pontos fortes: o elenco escolhido inclui vários tipos (oriental, americano, latino, etc.) o que reforça o que comentei ali, sobre ser algo sobre a humanidade em si, não sobre um povo em específico. O único porém é que vi (poucas) fotos da produção, mas a sensação que dá é que eles não carregarão a mão na sujeira como aparece no livro. Pelo menos a Julianne Moore e o Mark Ruffalo não aparecem cheio de merda, por exemplo.</p>
<p>E acreditem, isso pode parecer bobagem, mas a falta de asseamento dos cegos é importantíssima para a ambientação na narrativa, é um elemento tão forte no texto quanto a própria epidemia. Mas vamos dar uma chance até porque o Meirelles não é moleque, hehe.</p>
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		<title>Agora que o ano começou&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 20:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Querido Diário]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;alguns comentários. Elizabeth: A era de ouro é um filme razoável. Algumas imagens bonitas, figurino bacana e a Cate está mandando bem. Problemas? Primeiro: não consigo mais olhar para o Clive Owen sem imaginá-lo enfiando uma cenoura em alguém. Segundo: o final desanda. Terceiro: Por que quando um filme é de fato uma continuação as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><a href="http://www.anica.com.br/files/32.gif" title="32.gif"><img src="http://www.anica.com.br/files/32.gif" alt="32.gif" align="left" border="0" hspace="5" vspace="5" /></a>&#8230;alguns comentários.</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0414055/" title="elizabeth: the golden age" target="_blank">Elizabeth: A era de ouro</a> é um filme razoável. Algumas imagens bonitas, figurino bacana e a Cate está mandando bem. Problemas? Primeiro: não consigo mais olhar para o Clive Owen sem imaginá-lo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3E7binKYegA" title="clive owen" target="_blank">enfiando uma cenoura em alguém</a>. Segundo: o final desanda. Terceiro: Por que quando um filme é de fato uma continuação as pessoas não deixam isso mais óbvio para pessoas meio lesadas como eu? Só fui sacar que era continuação do <a href="http://www.imdb.com/title/tt0127536/" title="elizabeth 98" target="_blank">outro Elizabeth</a> quando me dei conta que a Cate estava encarnando muitas Elizabeths para o meu gosto.</p>
<p>***</p>
<p>Douglas Adams foi provavelmente o cara mais genial que já passou por nosso planetinha (e talvez pelo universo, visto que outras formas de vida podem não ter um senso de humor parecido com o nosso). Estou quase no fim de A Vida, o Universo e Tudo o Mais e não consigo deixar de rir só de lembrar de alguns momentos. Juro, <a href="http://www.towelday.kojv.net/" title="towel day" target="_blank">esse ano eu uso a toalha</a>!</p>
<p><span id="more-2103"></span></p>
<p>***</p>
<p>Quando você bebe além da conta, o que normalmente faz? Começa a chorar no ombro da pessoa mais próxima? &#8220;Considera&#8221; todo mundo &#8220;pra caralho&#8221;? Liga para o ex? Poisé. Eu nunca fui de grandes cenas (embora a Viviane tenha uma história envolvendo palmitos para contar), mas agora cá estou eu, chegando a conclusão de que sou de fato uma nerd: fiquei bêbada e mandei e-mail para o <a href="http://www.neilgaiman.com/" title="neil gaiman" target="_blank">Neil Gaiman</a>. É. Ainda bem que Oscar Wilde, Voltaire e Edgar Allan Poe já morreram, é o que eu posso dizer.</p>
<p>***</p>
<p>Estou pensando em uma campanha &#8220;Voltem Los Hermanos!&#8221; só para eles escreverem outra música que tenha Carnaval no título, porque serinho, já encheu a quantidade de &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=J16o9bYS-no" title="todo carnaval tem seu fim" target="_blank">Todo carnaval tem seu fim</a>&#8221; que li de ontem para hoje.</p>
<p>***</p>
<p>E para terminar, a maldição do dia vai para o &#8220;sistema&#8221; da polícia federal. Explico. Vou cedinho lá na pqp (aka Santa Cândida) buscar meu passaporte, chego lá uma fila gigaaaaante e aí depois de esperar um tempão, vem uma moça e diz &#8220;Gentem, o sistema caiu e estamos com problemas, será que vocês poderiam voltar amanhã?&#8221;. Certo, né. Se eu estivesse em fase mesquinha, lançava a maldição do dia e ainda cobrava o troco do busão.</p>
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		<title>Shelfari</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 19:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Pense em uma mistura de last.fm com Orkut voltado para o pessoal que tem uma queda especial por livros. E aí você tem o Shelfari, ferramenta que conheci hoje por indicação do Ristow. A idéia é simples: você organiza sua estante (livros lidos, livros que está lendo, livros que você quer, etc.), que será parte [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.anica.com.br/files/shelfari.jpg" title="shelfari.jpg"><img src="http://www.anica.com.br/files/shelfari.jpg" alt="shelfari.jpg" align="left" border="0" height="246" hspace="5" vspace="5" width="238" /></a>Pense em uma mistura de <a href="http://www.lastfm.com" title="last.fm" target="_blank">last.fm</a> com <a href="http://www.orkut.com">Orkut</a> voltado para o pessoal que tem uma queda especial por livros. E aí você tem o <a href="http://www.shelfari.com/" title="shelfari" target="_blank">Shelfari</a>, ferramenta que conheci hoje por indicação do <a href="http://ristow.wordpress.com/" title="Ristow" target="_blank">Ristow</a>. A idéia é simples: você organiza sua estante (livros lidos, livros que está lendo, livros que você quer, etc.), que será parte do seu &#8220;perfil&#8221; (esta seria a parte last.fm da coisa, não se empolguem porque não se trata de um site que disponibiliza e-books&#8230;).</p>
<p>Além disso, você pode adicionar amigos, fazer parte de grupos, escrever resenhas sobre os livros que leu e por aí vai. Eu diria que é um <a href="http://www.librarything.com">LibraryThing</a> melhorado (ou seja, com mais opções), não fosse um problema: não tem como adicionar livros manualmente. Mas segundo o site, <em>AINDA</em> não.</p>
<p><span id="more-2094"></span>De qualquer modo, isso fica um pouco chato porque, para começar, como brasileiros é natural que tenhamos diversos livros de autores nacionais em nossas listas, mas aí você tem a opção de adicionar a versão estrangeira ou de não adicionar por enquanto. Para não falar do problema sobre as diferentes edições (nenhuma das que adicionei na minha estante são de fato as que eu tenho). Nesse caso, o LibraryThing ainda é melhor.</p>
<p>Mas, ao contrário do Library, o Shelfari não é um serviço pago e é ilimitado. Você pode encher sua prateleira, ter um monte de amigo e participar de &#8216;n&#8217; comunidades e não precisa pagar nada por isso. Além disso, também oferece o recurso de widget para você utilizar no seu blog (uma das opções, por exemplo, é uma prateleira na qual você coloca os livros que está lendo no momento. Dá para você ter uma idéia de como é pela ilustração deste post).</p>
<p>No final das contas, é uma idéia bastante bacana e se vingasse por essas bandas tenho certeza que logo resolveriam os problemas como a adição manual de títulos. Não deixem de dar uma olhada lá. Como eu disse, é grátis. E é um jeito de organizar os livros que você tem, se for pensar bem. Caso façam cadastro no Shelfari e queiram me adicionar, o link para o meu perfil é: http://www.shelfari.com/o1517500735</p>
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		<title>Eu sou a lenda</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 10:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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<p><a href="http://www.anica.com.br/files/0907i-am-legend2.jpg" title="0907i-am-legend2.jpg"><img src="http://www.anica.com.br/files/0907i-am-legend2.jpg" alt="0907i-am-legend2.jpg" align="right" border="0" height="367" hspace="5" vspace="5" width="248" /></a>Ano passado li uma novela (não, não é roteiro de O Rei do Gado, é um conto um pouco maior) sobre vampiros pela qual me apaixonei completamente, chegando a colocar no meu top3 de histórias de vampiros (e olha que eu adoro histórias de vampiros). Chama-se &#8220;<a href="http://www.anica.com.br/2006/08/01/vampiros/" title="eu sou a lenda" target="_blank">Eu sou a Lenda</a>&#8220;, e só pude conferir essa história em inglês, porque era dificílimo arrumar uma edição traduzida por aqui.</p>
<p>Mas como é o tempo e o nosso mercadinho editorial, ahn? Por coincidência, a Warner tinha lá seus olhinhos em uma adaptação envolvendo Will Smith e eis que <a href="http://www.siciliano.com.br/livro.asp?tipo=2&amp;id=700138&amp;parc=BULL" title="nova edição" target="_blank">uma nova edição</a> chega às livrarias um mês antes do lançamento do livro. Com o Will na capa, é claro. O que é estranho, visto que o filme não tem nada a ver com o livro.</p>
<p><span id="more-1958"></span> &#8220;Mas Anica, <a href="http://www.anica.com.br/2007/12/14/stardust/" title="stardust" target="_blank">dias atrás você disse que estava menos chata sobre adaptações</a>!&#8221; Sim, pequeno gafanhoto, eu estou. O filme não é ruim, é um bom filme de ação até &#8211; e o Will Smith mandou bem, em vários momentos eu até tinha esquecido que ele era o <a href="http://post.oftheday.com.au/images/fresh-prince-of-bel-air-will-smith.jpg" title="Fresh Prince" target="_blank">Fresh Prince</a>. Mas como adaptação, eles simplesmente tiveram a infelicidade de retirar ou alterar TUDO o que faz de &#8220;<em>Eu sou a Lenda</em>&#8221; uma obra única.</p>
<p>A seguir, alguns spoilers. Selecione o texto caso queira saber algo sobre o filme antes de assisti-lo:</p>
<ul>
<li><font color="#000000">Eu sei que parece insistência chata, mas o cão tinha que aparecer depois, para passar a noção exata da solidão na qual Neville vivia. Aliás, a questão da solidão tinha que ser mais bem desenvolvida, explicaria melhor a surtadinha básica que fez a cadela ser atacada.</font></li>
<li><font color="#000000">Explicar de onde surgiu o vírus, o que foi feito da família dele, etc. etc. é muito anticlímax, e, mais uma vez, não passa a noção exata da situação vivida pela personagem.</font></li>
<li><font color="#000000">Neville passa de um cara meio comum para uma super celebridade. Mezzo Rambo, mezzo cientista e aquela idéia da casa no subúrbio vai por água abaixo. Aliás, senti falta do vizinho dele no filme, era algo interessante.</font></li>
<li><font color="#000000">Anna aparece com um papo louco de enviada por Deus. Oh, yeah, babe. O filme tem uma mensagem bonitinha no final: Todos nós temos um papel para desempenhar aqui na Terra. Lindo.</font></li>
<li><font color="#000000">Aí, chega mais para o final ainda e&#8230; SURPRESA. Neville é uma lenda porque salvou a humanidade! ÊêêÊ! ¬¬&#8217;</font></li>
</ul>
<p>Sugestão? Esqueça a história antes de ir ao cinema, aí você curte um bom filme de ação e ainda fica emocionado quando Neville diz para a boneca &#8220;<em>Por favor, diga Olá</em>&#8220;. Se você for ao cinema só pensando na novela, já era. Em tempo, aproveitem que uma editora se espertou e lançou a tradução para lerem essa história, o livro vale MUITO a pena, independente de você gostar de histórias de vampiros ou não.</p>
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