• A Louca Louca História de Robin Hood

    robinhoodEu sempre digo que Monty Python e TV Pirata de certa forma moldaram meu senso de humor, mas ontem me dei conta que esqueci de falar do Mel Brooks. Quando era mais nova me diverti um monte com filmes como Spaceballs ou ainda A História do Mundo Parte 1. E assistindo A Louca Louca História de Robin Hood eu notei duas coisas:

    1. Eu devo ter assistido esse filme MUITAS vezes, porque sabia algumas falas de cor.

    2. A comédia do ano 2000 é muito, muito sem graça se comparada com a comédia de décadas anteriores.

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  • Kill Bill 1 e 2 em um minuto

    Gastar mais de quatro horas vendo filme para que, né minha gente?


  • Graças a deus você é homem

    Antes de tudo: eu não sou feminista. Não naquele sentido de querer ser igual aos homens, porque wtf, é lógico que não somos. E eu acho legal homens carregando coisas pesadas para mim, abrindo portas e esse tipo de coisa. Na verdade o feminismo não dá espaço para o cavalheirismo. É. Bom, o fato é que estou comentando isso porque acabei de ver no fileheaven um anúncio de cerveja israelense (Goldstar) simplesmente muito bem bolado. Até porque se baseia nessas diferenças entre homem e mulher, e concluindo no fim “Graças a deus você é homem”. Genial! Seguem as imagens, para ver maior é só clicar sobre elas.

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  • Liniers

    Eu já tinha visto duas tirinhas desse artista argentino no blog do meu irmão e achei até bem bacanas, mas minha atenção ao sujeito foi completamente conquistada quando o Rui mostrou para mim uma tira que segundo ele fez com que se lembrasse dessa que vos escreve. Eis a tirinha em questão:

    (clique na tirinha para ampliar)

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  • FAIL

    Mania nérdica tipo os lolcats, o “Fail!” parte do princípio básico de zoar a estapafurdice alheia (em alguns casos, acho que trata-se de Schadenfreude mesmo). E como isso é coisa que não falta, tem sempre alguma imagem nova com a legenda FAIL rolando por aí. Acho que para parte da graça saber um tico de inglês é necessário, enfim, segue um exemplo:

    E se quiser uma fonte infinita de FAILs, não deixe de visitar o FAIL blog, que tem até videozinhos rindo da desgraça alheia.


  • (Channel 4) Dead Set

    Histórias de zumbis não costumam mudar muito na essência. A “praga” surge do nada, pegando as pessoas de surpresa e fazendo do enredo acima de tudo um conto sobre sobrevivência. Sim, eu não esqueço da questão da crítica à sociedade, mas convenhamos, tirando aquele negócio de “a moral da história”, o que vemos é uma gritaria danada e gente tentando salvar a pela a qualquer custo.

    Por isso que não me surpreende que a minissérie Dead Set (do Channel 4) não experimente nada criativo nesse ponto. Na história, zumbis atacam a Grã-Bretanha do nada, ninguém sabe de onde eles surgiram só se sabe que se você morrer após ser mordido por um deles, você também virará um morto-vivo. Ok, até aí nada de errado, e essa parte do “nada de novo mas nada de errado” eles conduzem muito bem. As cenas básicas de zumbi comendo gente, ou de pessoas fugindo desesperadas dão o mesmo medo que qualquer bom filme do gênero.

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  • Janeiro de Bush

    (clique na imagem para ampliar)

    Lá do HolyJuan, via G1.


  • The Perry Bible Fellowship

    Provavelmente você já encontrou alguma tirinha do Nicholas Gurewitch por aí. Pense em alguma tirinha que já tenha lido e que tivesse um humor negro e fosse muito, muito ácida (ao ponto de você pensar “Esse sujeito é doente!”) e com quase toda certeza essa será uma tira retirada do site “The Perry Bible Fellowship“. O site eu conheci ontem, e é daqueles que você quer ler do começo ao fim.

    Antes de eu colocar uma das minhas favoritas aqui, gostaria de chamar a atenção para um detalhe para o caso de você visitar o site: repare como o Nicholas muda de estilo de uma tira para a outra, adaptando o desenho ao que está sendo contado (como na história da menina vampira que queria usar maquiagem). Ok, às vezes o teor anti-politicamente correto do humor é até meio exagerado, mas mesmo assim a maioria das tirinhas são de morrer de rir. Uma das minhas favoritas (clique na imagem para ampliar):


  • Pôster motivacional

    Eu não sei dizer ao certo quando começou a moda do pôster motivacional – aqueles quadros com fundo preto, uma imagem supostamente bonita e uma mensagem qualquer, só sei que é bem comum encontrá-los em escritórios e consultórios (e no meu caso, é mais comum ainda não sacar a motivação do pôster). E como tudo que começa sério acaba chegando na internet como piada, com essa idéia também não foi diferente. Já tem algum tempo que é uma verdadeira febre criar paródias dos posts, na maioria das vezes utilizando alguma imagem que está fazendo relativo sucesso na web.

    Por exemplo, a Despair,INC. vende pôsteres “des”motivacionais, com mensagens do tipo “PERSISTÊNCIA: Acabou, cara. Deixe-a ir.” e também oferecem a opção de criar um calendário com essas mensagens, sendo possível comprar pronto ou criá-lo escolhendo entre as opções que eles já têm no site (btw, o site é hilário. vende até caneca do pessimista).

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  • Teeth

    Eu não sei se já aconteceu com vocês, de assistir a um filme tão bizarro, mas TÃO bizarro que você passa dias pensando se gostou ou não do filme. Eu estou nessa desde que assisti Teeth (que aparentemente não tem data de lançamento aqui no Brasil, portanto nada de títulos traduzidos por enquanto). Não dá nem para comentar o plot sem fugir da estranheza: Dawn, uma adolescente obcecada com a idéia de casar virgem, descobre que é diferente das demais garotas – a vagina dela tem dentes. É, isso aí.

    Enfim, porque o filme é esquisito? Não, não é pela vagina com dentes, por incrível que pareça. Nem pela quantidade de pênis decepado que começa a aparecer após um certo ponto da história. Na realidade, é porque ele é todo irregular. Você não sabe se é comédia, se é horror, se é panfleto feminista. Poisé, panfleto feminista. Porque se Dawn consegue manter o “segredo” de sua anatomia, é porque todos que o conhecem é na base do estupro ou variantes do desrespeito sexual (até o básico “aposta com amigos”).

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  • Nostalgia internética

    Eu morri de rir vendo a imagem, mas eu acho que só fará algum sentido para aqueles desbravadores da internet, que passavam por aquele momento de tensão/angústia enquanto uma imagem carregava aos poucos por causa de velocidades impressionantes que modems de 36.600 kbps eram capazes de gerar. BTW, o meu era um de 36, mas raramente passava de 31.200. Já sacou o drama, né? Domingão eu vivia caindo, e ainda por cima só reconectava a 14.400. Oh, vida.

    Ok, voltemos à imagem. Vocês terão que clicar no mítico Leia mais (eu tenho aqui minha teoria que só 10% dos leitores clicam nisso) para conferir. Não porque seja um castigo de teacher, na verdade é que eu realmente não curto imagens muito grandes no começo do post, acaba quebrando o padrão geral. Sim, sou neurótica.
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