E House também voltou. Ao contrário do Supernatural que deixou todo mundo com um baita de um ponto de interrogação na testa no episódio antes da pausa de fim de ano, House seguiu no mesmo ritmo sem prometer novidades, e retornou: bem, sem grandes novidades. O que não é de todo ruim, porque pelo menos a continuidade foi mantida e sim, a estrutura do show também, como acontece há seis anos: a pessoa de quem menos desconfiamos é a que ficará doente e precisará de House. O que de certa forma me faz lembrar das mortes do começo de Six Feet Under, há.
Em The Down Low (S06E10) temos o caso de um traficante que aparece no hospital com uma doença misteriosa mas que não aceita passar informaçõees pessoais para a equipe. Sinceramente, achei o “mistério médico” meio bocó, e o caso em si nem chamou muita atenção. Claro, foi legal observar o modo como as personagens reagiam de acordo com o que sabiam sobre o traficante, mas fora isso não teve tanta graça.






Não vamos entrar nos méritos que televisão não presta, porque se prestasse ela não teria apelidos carinhosos como ‘máquina de fazer bobos‘. De qualquer forma, considerando que sabendo usar mal não faz, vamos levar em conta que de quando em quando brota alguma coisa interessante por ali.


