• House S08E03, S08E04 e S08E05

    É engraçado isso, quando uma série que você já nem estava mais botando tanta fé e até torcia para que chegasse logo ao fim de repente começa a ficar boa de novo. Aí você já pensa “Será que já foi tudo o que tinha para ser, não tem mais nada aí? Está tão legal, poderia se esticar mais um ano”. O engraçado disso é que quando entramos nesse pensamento de “dar mais”, a consequência é óbvia: ela acabará por baixo, quando já não tem mais nada para oferecer. Então digo desde já que mesmo que a oitava temporada de House esteja tão boa (melhor do que as duas últimas com certeza), eu espero de verdade que essa seja a última temporada, para acabar no alto – e que as lembranças da série sejam sempre boas.

    A decisão de trazer Odette Annable e Charlyne Yi foi muito acertada. As atrizes dão conta de personagens que são ótimas, e trazem algo de novo nas relações com House. Jessica (Annabele) ainda não sabe muito bem quais são os limites do doutor, e vai conhecendo aos poucos. Já Park (Yi) parece não endeusá-lo como quase 100% das personagens do hospital. Além disso, mais uma novidade, as dificuldades de House para a temporada não foram resolvidas de imediato – ele levou quatro episódios para conseguir o departamento de diagnósticos de volta, contratar Chase, Taub e Jessica.

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  • House S08E01 e S08E02

    Se você assistia House mas largou os béts na temporada anterior, fica o conselho: volta, meu filho. Pelo menos se for levar em consideração os dois primeiros episódios desta nova temporada, que lembraram em muito os bons tempos da série, prendendo a atenção do começo ao fim, com tiradas ótimas de House (senti saudades!) e pouco espaço para drama novelesco sentimentalóide como vimos desde que resolveram juntar o médico com Cuddy.

    Por falar em Cuddy, eles resolveram da forma mais simples possível a saída de Lisa Edelstein do elenco: House vai para a cadeia por ter jogado o carro na sala de Cuddy, passa meses lá sem qualquer contato com pessoas de fora, e quando volta, uou, o mundo já não é mais como era. Foreman é o novo diretor do hospital, a equipe de diagnóstico foi desmantelada e inclusive a sala de House já foi ocupada pela ortopedia. Essa estranheza dos primeiros contatos de House com a nova realidade já renderam momentos que por si só já foram melhor do que todos da sétima juntos.

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  • House (Sétima Temporada)

    A última vez que tinha assistido House foi em outubro do ano passado, parei no terceiro episódio da sétima temporada. Não tinha ficado muito animada porque para mim a série tinha obviamente tomado um rumo que eu não gostei, parecia que focaria na relação de Cuddy com House e no final das contas seria mais uma novelinha acontecendo em um hospital. Então larguei mão mesmo. Mas aí o @edisonlsm insistiu tanto que “era a melhor temporada ever”, e eu li O Guia Oficial de House e fiquei com saudades da série e pans, nos últimos dias fiz maratona House para colocar a sétima temporada em dia.

    De fato, os três primeiros episódios são mornos se comparados com os demais ao longo da sétima temporada. Alguns estão entre os melhores de todos os anos, como Two Stories (S07E13), Bombshells (S07E15) e After Hours (S07E22). Houve uma preocupação visível em tentar coisas novas sem que isso significasse necessariamente aloprar toda a estrutura básica da série como podemos assistir há tanto tempo. A inclusão de algumas referências da cultura pop (seriados, filmes como Pulp Fiction, excelente trilha sonora, etc.) chegam para enriquecer ainda mais os episódios.

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  • O Guia Oficial de House (Ian Jackman)

    Não sou daquelas pessoas que podem dizer que começaram a acompanhar House desde o começo. A primeira vez que vi foi em março de 2006, quando a série já estava na segunda temporada. Mas mesmo que conhecendo um pouco mais tarde, a verdade é que me apaixonei e desde então acompanho todos os episódios, ficando com aquele baita ponto de interrogação na testa a cada season finale, e conhecendo pouco a pouco essa personagem, que no final das contas apresentou tantas facetas ao longo de sete anos.

    E acho que foi por isso que me diverti tanto com O Guia Oficial de House, de Ian Jackman. Foi como ver sob um ângulo diferente algo que eu já conhecia, além de uma oportunidade de relembrar grandes momentos (e diálogos!). Além disso, muitos detalhes da produção, desde o episódio piloto até a conclusão da sexta temporada (sim, é um livro bem recente, que inclui até pergunta para Olivia Wilde sobre Tron, por exemplo). Vai muito além da já famosa história da fita que Hugh Laurie mandou para o casting quando tentava o papel do título.

    E por ser um volume tão grande de informação, é essencial que seja bem organizado, o que O Guia Oficial de House certamente é. Divido em capítulos com diferentes fases da produção de House, mesclados com outros sobre as personagens, a verdade é que você fecha o livro com a sensação de que esteve lá dentro do set, acompanhando tudo, tamanha é a quantidade de detalhes que Jackman expõe para o leitor (para ter uma ideia, até o que está impresso nos envelopes sobre a mesa do médico é dito no livro).

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  • House S07E02 e S07E03

    Ainda há esperanças, ufa! Muita gente (inclusive meu aluno @edisonlsm, um viciado em House) comentou que o segundo episódio da sétima temporada (Selfish) era muito bom e que não tinha nada a ver com o primeiro. Como podem perceber, eu sou meio desconfiada e demorei horrores para conferir, já estou atrasada com os lançamentos lá fora, mas vamos que vamos, né. Então considerando essa opinião de que era diferente do primeiro, bem, é sim. E é melhor. Mas ainda não era o House que eu esperava estar assistindo.

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  • House M.D. S07E01: Now What?

    Era mais ou menos a pergunta que todos que acompanham House deveriam estar pensando antes de assistir ao primeiro episódio da sétima temporada (Now What?). E agora? O que poderão explorar ao longo dessa temporada? As idas e vindas com o vicodin já foram usadas ao extremo (e por extremo, entenda-se inclusive a internação de House no hospício). Já tivemos o rompimento da amizade entre Wilson e House (que logo reataram), o fim da equipe original (facilmente substituída) e bem, sobrou lá a Cuddy, que desde o começo dava para a série aquele elemento que todo mundo tanto gosta (han, han, tensão sexual) mas que nunca chegava a nada porque tanto ela quanto House sabiam que nunca iria dar certo os dois juntos.

    Agora os dois acham que pode dar certo, e começam a temporada apaixonados, tirando uma manhã de folga do hospital enquanto tentam acertar os pontos e definir o que estão vivendo. E sim, fazem sexo também. Ok, nada contra o amor – quem lê meus comentários sobre House aqui sabe que sou Huddy desde sempre (hehe), mas sustentar uma série só nisso e no que a Thirteen fará da vida… hum… não dá. Fica parecendo aqueles ‘n’ dramalhões médicos dos quais House sempre se diferenciou, e por isso valia a pena assistir.

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  • Notícias da máquina de fazer bobos

    Enquanto a terceira temporada de True Blood está perto de chegar ao fim, lá fora a época de estreias está chegando perto. Tem coisa nova vindo aí, mas acho que a melhor notícia para quem acompanha séries é que os canais de tv a cabo aqui do Brasil estão quase todos aderindo ao que a HBO já está fazendo com a série de Sookie e cia.: lançamento de episódio com apenas uma semana de intervalo da exibição nos canais gringos. Não acho que seja o fim da pirataria, mas já foi um movimento esperto. Só falta a FOX largar mão dessa porcaria de transmissão de episódios dublados e iei, até vai começar a valer a pena pagar pelos canais fechados _o/

    Mas enfim, algumas notícias que estão rolando por aí sobre as séries. Pode conter spoiler, então se você está atrasadinho sobre algum seriado ou outro, melhor não ficar fuçando, há.


  • House M.D. S06E16 até S06E21

    Em março após o episódio Black Hole (S06E15) House deu uma pausa de um mês. Eu lembro que não estava muito animada com os rumos da série, mas não foi isso que fez com que eu demorasse tanto para ver os demais episódios: eu simplesmente esqueci que voltaria em abril, e acabou ficando tudo para maio, exatamente a semana do season finale (no qual eu estava obviamente botando muita fé).

    Enfim, acabou que vi cinco episódios um atrás do outro, sempre imaginando o que estavam armando para a surpresa da conclusão. Porque convenhamos, algo típico de House é simplesmente os episódios pegarem fogo quando se aproximam do último. Do nada vem um elemento surpresa que será trabalhado de forma a deixar todo mundo morrendo de curiosidade com o que virá (lembram da Amber? De House sendo “curado”? etc.).

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  • House M.D. S06E14 e S06E15

    Eu nunca achei que diria isso, mas a verdade é que estou começando a ficar cansada de House. Antes a fórmula repetida em todos os episódios dava certo e não enchia a paciência por causa das histórias paralelas, mas agora até as histórias paralelas já estão repetindo. É House azucrinando o Wilson, é o Taub com problemas com a mulher, é o Foreman que quer ser House e nunca será, etc. etc. etc. Não aparece nenhum elemento novo ali, ou pelo menos nada com um efeito comparável ao das temporadas anteriores. E aí o que sobra são episódios maizomeno, daqueles beeem descartáveis e que você nem perde grandes coisas caso não assista.

    E o maior problema disso é que eles resolvem algumas coisas muito apressadamente, não desenvolvem mais o que poderia render algo bom. Veja o caso do episódio Private Lives (S06E14), que traz a história de uma blogueira que acha que deve contar de tudo para seus leitores (fala sério, tem alguém que ainda acha que blog serve só para ser querido diário?). Nessa onda “segredos” da equipe são trazidos à tona, como o filme pornô no qual Wilson participou na juventude, ou o fato de House estar lendo um livro escrito por seu pai.

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  • House M.D. S06E12 e S06E13

    Eu acho que é algo bem comum em todas as temporadas de House. Chega ali pela metade e parece que a série perde um pouco o fôlego, os episódios começam a ficar mais bobinhos (e descartáveis) para então nos cinco últimos eles chegarem com alguma novidade que deixa todo mundo boquiaberto na season finale (House sendo “curado” do problema na perna, se internando após ter alucinações, etc.). É ok, se há essa compensação no final, mas se os todos os próximos episódios de House continuarem assim, eu vou ficar cada vez com mais preguicinha de assistir e começar a acompanhar outra série (dizem que o quarto ano de Dexter foi imperdível,  taí, quem sabe volte a ver).

    Moving Chains (S06E12) foi todo focado em Foreman, que me desculpem os fãs, ainda não mostrou ter carisma suficiente para ser uma personagem central de episódio. Acho que até o Taub já está melhor do que ele. As motivações dele são sempre baseadas no orgulho, o que é meio cansativo, até porque ao contrário de Chase, Cuddy, Wilson e Cameron (na série desde o começo), ele não parece ter mudado, não evoluiu. E fica até meio inverossímel, seis anos na sua vida e você continua sendo o mesmo sujeito: se importando com a carreira acima de tudo, mas de quando em quando mostrando que pode ser um cara batuta e yadda yadda yadda.

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