Nhoooooum!! *_* Imagina um desses em Curitiba! E imagina a quantidade de mulé acessando esse link achando que estou falando de outro tipo de gato
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Ontem nenhum aluno apareceu (nesses casos sempre lembro de uma colega de Tópicos de Estudo em Linguística perguntando para o professor “Vai ter pré-feriado?”), e fiquei lá preparandinho minhas aulas futuras. O tema de uma das unidades é termos atípicos, “palavras sem tradução direta em outras línguas” digamos assim, assunto que o Rui já comentou lá no Blog do Meia Palavra.
Aí vi que a referência dessa aula é o livro The Meaning of Tingo and other extraordinary words from around the world, do Adam Jacot de Boinod. Surpreendentemente, já temos uma tradução aqui no Brasil (saiu pela Conrad em 2007), que pode ser encontrada como Tingo: o irresistível almanaque das palavras que a gente não têm. Parece um daqueles livros divertidíssimos, se for considerar alguns exemplos que traduzi lá da edição americana:
Não entendo nem nunca entenderei o desespero dos motoristas para avisarem a um outro sujeito que a porta do carro está aberta. Sério.1 Já vi gente fazendo absurdos no trânsito, só para ser o bom samaritano motorizado da vez. Algum dia um motorista desavisado caiu do carro e morreu atropelado pelo veículo que vinha atrás, e o acidente foi tão horrível que deixou marcas profundas na consciente coletivo da galera, só pode.
Missão de vida: salvar alguém da porta aberta.
Ao se envolver em alguma tragédia, favor não perder a oportunidade de ver o Del Piero ao vivo (ele já tá meio velhinho mesmo, duvido que faça como o Pato e mande só a camisa, hehe).