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	<title>.:Hellfire Club:. &#187; cormac mccarthy</title>
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		<title>Atualizando para você não esquecer</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 15:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já está à venda a tradução de Orgulho e Preconceito e Zumbis, publicado aqui no Brasil pela editora Intrínseca. Na Livraria Cultura dá para encontrar o livro por até R$26,91. Como eu ainda não republiquei minha opinião sobre o livro aqui no Hellfire, você pode conferir a resenha que escrevi lá no skoob. E como [...]]]></description>
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<ul>
<li><a href="http://www.anica.com.br/files/2010/04/zombies-ahead.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4221" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/uploads/zombies-ahead-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" /></a>Já está à venda a tradução de Orgulho e Preconceito e Zumbis, publicado aqui no Brasil pela editora Intrínseca. Na Livraria Cultura dá para <a title="orgulho e preconceito e zumbis" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3247216&amp;sid=2018611871212777202289832&amp;k5=350A5550&amp;uid=" target="_blank">encontrar o livro por até R$26,91</a>. Como eu ainda não republiquei minha opinião sobre o livro aqui no Hellfire, você pode conferir <a title="pride and prejudice and zombies skoob" href="http://www.skoob.com.br/livro/sobre/29384/resenhas:1" target="_blank">a resenha que escrevi lá no skoob</a>.</li>
<li>E como falei em zumbis na literatura, a boa notícia da semana passada é que <a title="rocco publica world war z" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u714522.shtml" target="_blank">a editora Rocco publicará tradução de World War Z aqui no Brasil</a> ainda em 2010. Ponto para a Rocco, porque como já falei bastante vezes por aí, foi o melhor livro que li no ano passado. Meus comentários sobre ele você pode conferir<strong> <a title="world war z" href="http://www.anica.com.br/2009/05/31/world-war-z-max-brooks/" target="_blank">aqui</a></strong>.</li>
<li>Passando dos zumbis para as adaptações de livros para o cinema, semana que vem está prevista a estreia de <em>A Estrada</em> (com Viggo Mortensen), baseado <a title="the road" href="http://www.anica.com.br/2008/11/11/the-road-cormac-mccarthy/" target="_blank">na obra de Cormac McCarthy que foi o melhor livro que li em 2008</a> (hehehe). A direção competente e as ótimas atuações garantem um filme para não deixar nenhum fã frustrado, eu garanto. Não perca.</li>
<li>E para o pessoal dos estudos literários e demais humanidades que adoram e/ou estudam a cultura irlandesa, não deixem de conferir <a title="5th symposium of irish studies" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4458" target="_blank">o tópico de divulgação sobre o 5th Symposium of Irish Studies in South America</a>. Evento muito legal que acontecerá no fim de agosto e  contará com a organização das sempre maravilhosas Luci Collin, Célia Arns de Miranda e Liana de Camargo Leão.</li>
</ul>
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		<title>A Estrada (filme)</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 15:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem viu o post que eu escrevi logo após ler A estrada de Cormac McCarthy, já tem uma vaga ideia de como estavam minhas expectativas para a adaptação cinematográfica desse livro. Altíssimas, acreditem. A estrada atualmente está no meu top10 de livros favoritos de todos os tempos, e saber que Viggo Mortensen estava no [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/2010/04/Poster-A-Estrada_baixa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4231" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/uploads/Poster-A-Estrada_baixa-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Para quem viu o post que eu escrevi logo após ler <a href="http://www.anica.com.br/2008/11/11/the-road-cormac-mccarthy/">A estrada de Cormac McCarthy</a>, já tem uma vaga ideia de como estavam minhas expectativas para a adaptação cinematográfica desse livro. Altíssimas, acreditem. A estrada atualmente está no meu top10 de livros favoritos de todos os tempos, e saber que Viggo Mortensen estava no elenco como o Homem só aumentaram ainda mais minhas expectativas. E vocês sabem que o resultado final desse tipo de espera invariavelmente acaba sendo decepção, certo? Bom, com <a title="a estrada" href="http://www.imdb.com/title/tt0898367/" target="_blank">A estrada</a> não é bem assim.</p>
<p style="text-align: justify">Para começar, Viggo continua fantástico como era de se esperar. Eu sinto de verdade a esnobada que esta atuação dele está levando (por enquanto só duas indicações, e poucas chances de estar entre os cinco do Oscar), porque para quem leu o livro, sabe que ele conseguiu dar conta muito bem da personagem. O momento em que desesperado por achar que não conseguiria fugir de uma casa cheia de canibais ele aponta a arma para a testa do filho exemplifica bem o que quero dizer.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-4124"></span><span>É claro que alguns elementos se perdem na adaptação, esse tipo de coisa já se espera. Eu acho que faltou um pouco passar a opressão da atmosfera em que eles viviam (sobretudo à noite, quando a escuridão dominava). Em alguns momentos você quase pensa que eles estão só caminhando num lugar com o tempo ruim, mas pelas descrições do McCarthy sabemos que não é  só uma questão de ser um dia cinza. TUDO É cinza.</span></p>
<p style="text-align: justify">Os <em>flashbacks</em> com a esposa foram bem colocados, pelo menos não foi o que eu estava achando que seria. Pelos trailers, pensei que para aliviar um pouco os longos silêncios eles colocariam a esposa junto do Homem por um longo período, como parte de uma narrativa linear mesmo, o que não acontece. Ela aparece quando ele sonha, e mesmo assim em poucos momentos (e alguns muito bonitos, como quando ele está em uma ponte e decide se livrar de tudo que faz lembrar dela).</p>
<p style="text-align: justify">A conclusão também é de partir o coração, especialmente porque o menino também está bem no papel. É inocente e bom, e tem um contato tão estranho com a humanidade que em dado momento lida com um velho que encontra na estrada como quem fala de um animalzinho perdido (e o pai ainda diz &#8220;Sei o que você vai pedir e a resposta é não. Não podemos ficar com ele.&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify">Filme muito bem feito, que merece atenção do público. O que me preocupa é que a previsão de estreia está para 12 de fevereiro, mas a falta de indicações e um período que as distribuidoras estão focando principalmente no Oscar podem acabar fazendo com que a estreia demore ainda mais, ou pior, que o filme chegue direto em DVD. O negócio é torcer para que não seja bem assim.</p>
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		<title>Cineminha</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 11:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Notícias rápidas de cinema para você que está com pressa como eu) Já está disponível na internet o trailer novo de Sherlock Holmes. Um monte de gente vai chiar, isso é certeza. Eu achei bem legal. Para ver, clique aqui. Vazou o pôster de Lua Nova (continuação de Crepúsculo). Eu achei que alguns fãs fizeram [...]]]></description>
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<p><em>(Notícias rápidas de cinema para você que está com pressa como eu)</em></p>
<ul>
<li>Já está disponível na internet o trailer novo de Sherlock Holmes. Um monte de gente vai chiar, isso é certeza. Eu achei bem legal. Para ver, <strong><a title="sherlock holmes trailer" href="http://www.youtube.com/watch?v=HfRKSBiCWfI&amp;feature=player_embedded" target="_blank">clique aqui</a></strong>.</li>
<li>Vazou o pôster de Lua Nova (continuação de <a title="crepúsculo, filme" href="http://www.anica.com.br/2008/11/26/crepusculo-filme/" target="_blank">Crepúsculo</a>). Eu achei que alguns fãs fizeram posteres melhores do que esse, na boa. Para ver, <strong><a title="new moon poster" href="http://www.anica.com.br/files/2009/05/newmoonposterwallpaper.jpg" target="_blank">clique aqui</a></strong>.</li>
<li>Estou lendo (e adorando) o livro <em>World War Z</em>, do Max Brooks. Fucei no imdb só por curiosidade e pans, <a title="pré-produção" href="http://www.imdb.com/title/tt0816711/" target="_blank">pré-produção</a>, com 2010 como ano previsto para a estreia. MUITO curiosa para saber como farão a adaptação.</li>
<li>Semana passada divulgaram o trailer de <a title="the road" href="http://www.anica.com.br/2008/11/11/the-road-cormac-mccarthy/" target="_blank">A Estrada</a>, baseado no romance de Cormac McCarthy (e um dos meus livros favoritos de todos os tempos). Torci o nariz para prováveis mudanças, mas vamos ver no que pode dar, certo? Você pode conferir o trailer lá no <strong><a title="a estrada" href="http://omelete.com.br/cine/100019759/A_Estrada.aspx" target="_blank">Omelete</a></strong>.</li>
<li>Oi? Adaptação de <a title="a queda da casa de usher" href="http://cinemaemcena.com.br/Ficha_Filme.aspx?ID_NOTICIA=28721&amp;ID_FILME=9251&amp;aba=cinenews" target="_blank">A Queda da Casa de Usher</a>? 3D?</li>
</ul>
<p>E por hoje é só, pessoal.</p>
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		<title>The Road (Cormac McCarthy)</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 12:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pense em um lugar morto. Sem árvores, sem o canto dos pássaros, dominado por cinzas. Na verdade, as cinzas cobrem inclusive a luz do sol, tirando as cores do céu, da terra e de tudo o que ela toca. À noite, não há mais iluminação artificial, não há mais a luz da lua ou das [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/2008/11/the-road-cormac-mccarthy1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2783" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/uploads/the-road-cormac-mccarthy1-185x300.jpg" alt="" width="185" height="300" /></a>Pense em um lugar morto. Sem árvores, sem o canto dos pássaros, dominado por cinzas. Na verdade, as cinzas cobrem inclusive a luz do sol, tirando as cores do céu, da terra e de tudo o que ela toca. À noite, não há mais iluminação artificial, não há mais a luz da lua ou das estrelas, há apenas uma escuridão total, que não permite que você enxergue um palmo diante de sua face. Silêncio quase enlouquecedor. A falta de vida significa falta de comida, e homens tornam-se canibais. É o fim da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse cenário que McCarthy (autor de <a title="no country for old men" href="http://www.anica.com.br/2008/09/02/no-country-for-old-men-cormac-mccarthy/" target="_blank">No Country for Old Men</a>) desenvolve o romance &#8220;The Road&#8221;, que conta a história de um pai e seu filho atravessando a estrada que dá título à obra, fugindo dos horrores causados por um desastre sem nome. A narrativa começa já anos após o que fez o mundo como conhecemos virar esse pesadelo, e o pouco que se sabe (e pouco mesmo) do que era antes vêm de <em>flashbacks</em>.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2782"></span></p>
<p style="text-align: justify">Lembrando bastante Saramago em <a title="ensaio sobre a cegueira" href="http://www.anica.com.br/2008/04/02/ensaio-sobre-a-cegueira/" target="_blank">O Ensaio sobre a cegueira</a>, as personagens não têm nomes. São sempre &#8220;o homem&#8221;, &#8220;a criança&#8221;, &#8220;o velho&#8221; e assim segue. E o McCarthy também tem lá suas singularidades na forma de escrever &#8211; no post sobre o Nou Country&#8230; eu comentei sobre a falta de uso das aspas, certo? Aqui os poucos diálogos que surgem ao longo da travessia são de frases curtas, quase sempre encerrados com um &#8220;Okay&#8221; do garoto.</p>
<p style="text-align: justify">E sim, é angustiante ler o romance, porque em alguns momentos com uma única frase McCarthy cria todo um horror da situação que as personagens estão vivendo (como quando o menino vê um bebê sem cabeça sendo assado). Mas é como falo inclusive no caso do livro do Saramago (já que já o citei): qualquer livro que consiga causar reações fortes no leitor, já merece a leitura.</p>
<p style="text-align: justify">Mas indo mais além, nessa história de sobrevivência, de bondade, maldade e escolhas, McCarthy pinta a humanidade com todas suas características, não necessariamente perfeitos. Mesmo o menino que na grande maioria das vezes representa o &#8220;puro&#8221;, em dado momento sente raiva e deseja o pior para algumas pessoas que atravessam seu caminho na estrada.</p>
<p style="text-align: justify">É uma obra única, daquelas que dificilmente serão esquecidas. Por sorte, já tem tradução disponível aqui no Brasil (o título foi traduzido fielmente para &#8220;<a title="a estrada" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1981535&amp;ID=C9561E837D80B090E06010927" target="_blank">A estrada</a>&#8220;, menos mal). E fiquem espertinhos que no ano que vem sai <a title="the road" href="http://www.imdb.com/title/tt0898367/" target="_blank">o filme</a>, com Viggo Mortensen no papel do homem. E do jeito que o Viggo se entrega aos papéis, tenho certeza que será uma ótima adaptação.</p>
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		<title>No Country For Old Men (Cormac McCarthy)</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 23:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabei de ler o livro no qual se baseou o filme que papou quatro estatuetas do Oscar desse ano (e não por acaso, devo dizer). Confesso que inicialmente o estilo do McCarthy me irritou um tanto. Porque ele simplesmente aboliu o uso de aspas nesse livro (não li os outros, não posso confirmar se é [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify"><a href="http://www.anica.com.br/files/2008/09/41hvliwov8l_books_.jpg"><img class="size-medium wp-image-2476 alignright" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://www.anica.com.br/files/uploads/41hvliwov8l_books_-195x300.jpg" alt="" width="195" height="300" /></a>Acabei de ler o livro no qual se baseou <a title="onde os fracos não tem vez" href="http://www.anica.com.br/2008/01/11/onde-os-fracos-nao-tem-vez/" target="_blank">o filme que papou quatro estatuetas do Oscar desse ano</a> (e não por acaso, devo dizer). Confesso que inicialmente o estilo do McCarthy me irritou um tanto. Porque ele simplesmente aboliu o uso de aspas nesse livro (não li os outros, não posso confirmar se é um recurso que ele sempre utiliza). Isso significa ficar completamente perdido sobre o que é diálogo e o que não é, além de ler vários <em>donts</em>, <em>cants</em> bem desse jeito (e imaginem a pira que uma professora de inglês não tem ao ver isso).</p>
<p style="text-align: justify">Mas ali pela página 50 você já se acostuma com o estilão do sujeito, e então é só alegria. A primeira coisa a ser dita: a adaptação dos Coen foi uma das melhores adaptações que já vi. Quase ipsis <em>litteris</em>. E o legal é que nos momentos em que não segue exatamente as palavras do McCarthy, você consegue compreender a razão para isso (aquela velha história dos problemas da troca de mídia).</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2475"></span></p>
<p style="text-align: justify">Agora, voltando ao livro. O foco narrativo muda, ora está em primeira pessoa, através de um relato do Xerife Bell, ora está em terceira pessoa, observando a perseguição que se inicia no momento em que Moss pega uma mala cheia de dinheiro de uma cena de crime. O legal é notar como de certa forma cada uma dessas &#8220;histórias&#8221; se complementam &#8211; e o mais interessante é que em nada quebra a tensão construída, em alguns momentos até contribui (como quando ele antecipa um evento que acontecerá quase já na conclusão do livro).</p>
<p style="text-align: justify">Outra coisa interessante, pelo menos se comparar com o Moss do filme, é que ele é muito, muito mais desenvolvido. No sentido de que você realmente torce por ele (eu não sei sobre vocês, mas eu tenho um sério problema em adorar vilões, então Chigurh é na minha opinião um dos <em>badass</em> mais filhos da mãe de todos os tempos e por isso merecia a minha torcida, hehe).</p>
<p style="text-align: justify">O Moss fica especialmente bacana quase já lá no fim, por causa dos diálogos com uma maluquinha que ele encontra a caminho de El Paso. São frases que ficam ótimas, daquelas que você pensa &#8220;Uou, em algum momento ainda usarei isso com alguém&#8221;, digamos assim. Um exemplo (traduzido na loca, desculpem aí qualquer coisa):</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">- O que houve com você?</p>
<p style="text-align: justify">- Você quer dizer recentemente?</p>
<p style="text-align: justify">- Sim. Recentemente.</p>
<p style="text-align: justify">- Você não precisa saber.</p>
<p style="text-align: justify">- Por que não?</p>
<p style="text-align: justify">- Eu não quero que você fique toda excitada sobre mim.</p>
<p style="text-align: justify">- O que te faz pensar que eu ficaria excitada?</p>
<p style="text-align: justify">- Porque meninas más gostam de garotos maus.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Muito bom! Recomendo a leitura, a versão traduzida está saindo por aqui entre 28 e 40 reais. Não li a edição brasileira e não sei se o estilo do McCarthy foi mantido na tradução, mas acho que vale a pena ler mesmo que seja para conhecer algumas das personagens mais legais de todos os tempos.</p>
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