Ana Paula Bittencourt (aka: Anica Bitten), 32 anos pode ser localizada desviando os paralelepípedos soltos das calçadas de Pinhão City, conhecida também como Curitiba. Viciada em cafeína desde a mais tenra idade, depende da substância para conseguir expressar contentamento ou responder perguntas complexas como “Qual é o seu nome?” ou “Que horas são?” logo pela manhã.
Gosta mais de Fanta do que de Coca-Cola, Inverno do que Verão, George do que John (e Paul, e Ringo), Terror do que Comédia e Poe do que Lovecraft. Pessoa cheia de manias, o que vai desde calçar primeiro o pé esquerdo até sempre ler a última frase de qualquer livro que caia em suas mãos.
Ranzinza, não suporta lugares comuns e pessoas burras. Suporta menos ainda barulho de gente mascando chiclete e coisas escritas em miguxês. Se deseja vê-la menos ranzinza, tente incluir livros, filmes de horror, gatos e cerveja britânica no cenário.
Não sabe lidar com cola e lã, mas isso não tem sido um problema desde o jardim de infância. Nem com gente, mas ela promete que um dia dominará a técnica de ser legal com os outros. Do mesmo jeito que promete que um dia começará a academia e o francês.
Queria bater um papo com Voltaire e Oscar Wilde, fazer uma versão para teatro de “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado”, escrever um romance sobre zumbis, assistir Morrissey ao vivo antes que ele bata as botas e apertar as bochechas do Neil Gaiman. Também queria ter um gatinho preto para chamar de Nevermore, ou um branco de olhos de cores diferentes para chamar de Bowie.
Escreve no .:Hellfire Club:. desde 2003, quando ele ainda era um querido diário lá no Blig e está envolvida com a Valinor desde 2002. Na vida real, é bacharel em Estudos Literários, especialista em Ensino de Línguas Estrangeiras Modernas, professora de Língua Inglesa, mamãe do Arthur e campeã de dois ou um.


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