Trilhas Sonoras de Amor Perdidas

Há cerca de 11 anos a Sutil Companhia de Teatro apresentava ao público a adaptação do romance Alta Fidelidade de Nick Hornby, chamada A Vida é Cheia de Som e Fúria. Foi paixão e identificação instantânea com aquela personagem cheia de falhas e com uma visão meio ácida do que tinha ao redor, que estabelecia relações entre a música e tudo o que vivia. Passado esse tempo, a Sutil … [Leia mais...]

Roy Orbison

Roy Orbison é mesmo um sujeito muito injustiçado. Fez músicas muito batutinhas e boas de ouvir em um domingo a tarde e mesmo assim só é lembrado (isso se fazem referência ao compositor, e não à musica) como o cara que criou Oh Pretty Woman, que toca naquele filme com a Julia Roberts. Sabe, a injustiça maior é que ele deveria ser quase um ícone nérdico. As músicas dele já foram … [Leia mais...]

Morgue Story (finalmente)

Sol apareceu de surpresa na quarta e trouxe de presente para mim uma cópia do dvd que ela tem da peça "Morgue Story" - que por conta de uma série de procrastinações e barecos divertosos eu não fui assistir "ao vivo". Enfim, sobre a peça: muito bacana - mesmo. Gostei da união entre hq e teatro, a arte do DW pipocando ali e acolá a todo instante complementou bem a história, carregada de … [Leia mais...]

Avenida Dropsie, a peça

Fui ontem assistir Avenida Dropsie, montagem da Sutil Companhia de teatro, que quero assistir faz uma pá de tempo. Na verdade desde maio do ano passado, como vocês podem ver nesse post ainda não editado importado do Hellfire blogspot. Enfim, aparentemente eu não era a única - teatro lotadíssimo. Espero que seja qualquer coisa sobre "vontade de ver a peça", e não o fato de ter ator global … [Leia mais...]

Sonho de Uma Noite de Verão

Fomos ao teatro ontem, assistir a prova pública dos alunos de Interpretação do curso de Artes Cênicas da FAP. Na verdade a idéia de assistir surgiu na aula de Shakespeare (o que é meio óbvio, não?), quando foi sugerido que ao invés de fazer prova, assistíssemos a peça. Aí como para evitar avaliação um acadêmico vende até a mãe, fomos. Nesse 'fomos' está incluído também o … [Leia mais...]

Senhoras e senhores: George Bernard Shaw

Não é que eu não conhecesse a figura, ouvi falar muito dele. Inclusive em uma optativa que fiz sobre Sátira alguém levou uma página cheia de detalhes biográficos e citações do sujeito. Poréééém, nunca tinha lido nadica de nada dele. E eu tenho noção de que não poderei ler todos os livros do mundo, mas fico feliz por deixar a lista um tanto menor, então aproveitei o intervalo entre … [Leia mais...]

Faltam 2 semanas para o Festival de Teatro de Curitiba

Eu gosto de teatro, gosto mesmo. Descobri um pouco tarde demais que não gostava só de ler mas também de assistir. Por "pouco tarde demais" leia-se "um hiato de anos entre 'A Fada que tinha Idéias' e uma peça sobre o Wilde". E é por isso que eu fico toda animada quando chega o Festival de Teatro. Nem tanto pela Mostra de Teatro Contemporâneo (cujos ingressos custam o olho da cara e esgotam … [Leia mais...]

Avenida Dropsie

Se você vem de uma cidade grande, a rua na qual você nasceu, cresceu e amadureceu foi sua "terra natal", e ela sempre foi conhecida como sua "vizinhança". A residência definiu você tão certo quanto sua origem nacional e lhe deu uma afiliação vitalícia numa fraternidade que se manteve unida pelas memórias. Esse primeiro parágrafo da Introdução que Will Eisner escreveu para sua HQ … [Leia mais...]

Caça às Bruxas

Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de assistir (ou ler) a peça do Arthur Miller, The Crucible (conhecida aqui como As Bruxas de Salem). A peça é baseada nos eventos que de fato ocorreram em Salem em 1692 (a famosa "caça às bruxas" que todos conhecem bem), mas ele usa esses acontecimentos como alegoria para algo que acontecia em seu tempo: o Macartismo. Não deixa de ser genial, … [Leia mais...]

Amor: Humor

(Ok, o título não tem muito a ver, mas eu não podia deixar de citar essa poesia do Oswald de Andrade.) Depois do comentário do Calvin sobre o trecho do diálogo que coloquei de Rosencrantz e Guildenstern estão mortos, me dei conta de como existe uma sutil diferença entre as comédias nonsense mas inteligentes e as comédias que são simplesmente estúpidas (o caso do Dude, Where's my Car? … [Leia mais...]