• A tal da arte moderna

    grande.jpgEu confesso que não cheguei a um nível cultural no qual vejo um monte de panela entulhada, olho para aquilo e digo “Uau, que obra de arte!” – a não ser que o tom da minha fala fosse irônico. Pois é, falta para mim um tico de cultura e um tanto de sensibilidade, não sei. É por causa disso que não curto muito exposições ditas “modernas”, tenho lá os meus conceitos e não gosto de pagar pau para um monte de panela só para soar cool.

    Mas eis que, como sempre, eu queimo a língua. Chegou na terça-feira a nossa caixa feliz do Submarino, com Febre de Bola, Maldito, Praticamente Inofensiva e… a edição comemorativa de Grande Sertão: Veredas. Como eu já tinha dito anteriormente, o livro é um verdadeiro mimo e vem com o catálogo da instalação Grande Sertão: Veredas, que foi criada para o Museu da Língua Portuguesa.

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  • Viagem no tempo

    mermaid.jpgO youtube é mesmo legal. Além de ‘n’ esquisitices que você pode encontrar lá, ainda tem a oportunidade de fazer uma verdadeira viagem no tempo, clicando de um link para outro. Por exemplo, achei uma seqüência de aberturas dos meus seriados favoritos nos anos 80, Flashman, Jaspion e Changeman e me parti de rir lembrando de meus irmãos e amigos imitando as personagens preferidas (eu era change mermaid, por exemplo).

    Lembrei também que eu morria de medo de falar enquanto dormia, porque aí eu revelaria para todos que era apaixonada pelo Change Dragon, com quem eu sempre sonhava. Oh, yeah. Já era neurótica desde cedo.

    Em tempo: eu ainda dou risada quando assisto as paródias da Companhia do Salame. “O cara tussiu… O cara tussiu….


  • Lichia

    Você olha para essa frutinha bizarra e pensa:

    lichia

    Quem foi o primeiro fulano que teve coragem de botar isso na boca?


  • No busão

    Eu tenho tanta, mas TANTA curiosidade de saber quanto faturam as pessoas que pedem dinheiro no busão que estou me sentindo tentada a colocar umas roupas mais bagacêiras e embarcar nas portas 3 da vida com o já manjado discurso…

    “Desculpe incomodar sua viagem tranqüila é que eu (sofro de deficiência visual, auditiva, genérica; estou desempregada; estou ajudando o lar das crianças abandonadas, dos alcoólatras anônimos, dos ex-viciados, etc.) e gostaria de pedir a sua contribuição. Pode ser uma moedinha de 10 centavos, qualquer coisa que não vá fazer falta”.

    :gotinha:

    Sério, às vezes só no caminho para a faculdade embarcam três diferentes. Isso que já aconteceu de um entrar pedindo e o outro ainda estar coletando o dinheiro, aí olhar para o fulano e dizer “Desculpa, não vi que você estava aqui”.

    É, vou começar a ensaiar.


  • Verborrágica (ou: Oi, estava com saudades)

    three-musketeers-1.jpgPor não ter muito o que fazer enquanto cuidava do meu noivo adoentado na Bettegolândia, acabei retomando a leitura de “Os Três Mosqueteiros” (na verdade era para ele ler o livro). O impressionante é que, tal como na primeira vez que li, fui novamente fisgada pela história de D’Artagnan e companhia.

    A fórmula do Dumas pai é manjada e foi repetida várias vezes depois (a aventura misturada com elementos históricos e o romance) mas tem algo que é mérito dele e só dele: o desenvolvimento das personagens. Está para surgir um grupo mais carismático do que Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan.

    ***

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  • Fracasso vitaminado

    tomate.jpgEm janeiro desse ano fiz uma lista de metas a serem realizadas em 2006. Sei que dois meses ainda são suficientes para algumas coisas, mas ao ler:

    Esse ano quero conhecer Cortázar e Faulkner. Quero tirar carteira de motorista, criar um gatinho novo e pintar o cabelo com alguma cor diferente. Quero andar de bicicleta outra vez. Tirar um dia de chuva para ler Allan Poe embaixo do cobertor ouvindo Smiths como costumava fazer. Voltar a colecionar Dylan Dog. Aprender a fazer arroz branco soltinho. Me formar e encarar mestrado. Você sabe, o básico. Felicidade.

    Nâo tem como não me sentir um fracasso. Faulkner (não gostei), gato novo (da minha mãe) e formatura (aos trancos e barrancos). E só. Blé. Vou ali procurar um pé de tomate azul para me enforcar e volto mais tarde.


  • Hoje é dia de democracia!

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  • Como prometido

    Foto da moradora nova da minha casa, a Fifi. Com a Sofi, como não poderia deixar de ser. Talvez eu retorne ao fotolog, diga-se de passagem.

    S3000022.JPG

    Nhó =]


  • Dia dos professores

    É um bom termômetro para saber o quanto seus alunos gostam ou não de você. Estou dando um desconto por ter caído num domingo, mas de qualquer forma, o fato é que não ganhei porcaria nenhuma de presente, ao contrário do último dia dos professores em que estava dando aula no qual ganhei uma caixa de trufas mui deliciosas.

    Enfim, o lado bom é que tenho gatinho novo, a Fifi. O nome não fui eu que escolhi, óbvio – e o gato nem é tão meu assim, visto que minha mãe pegou para fazer companhia para o cachorro (sim).


  • Aos leitores:

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  • J.R.R. Tolkien em Português: Tree and Leaf

    (Olá! Sou o noivo da Anica e estou me intrometendo um pouco aqui a pedido dela pra divulgar a seguintes notícias) J.R.R. TolkienÓtimas notícias para todos nós fãs de J.R.R. Tolkien. O Reinaldo “Imrahil” Lopes, meu amigo de longa data e editor da Valinor está lançando on-line sua tese de mestrado, a qual contém quatro textos inéditos de Tolkien bilíngüe e comentados: On fairy-stories, Mythopoeia, Leaf by Niggle e The homecoming of Beorhtnoth Beorhthelm’s son. Pra quem não conhece o Reinlado, ele escreve regularmente pra Folha de São Paulo, Superinteressante, G1 (Portal de Notícias da Globo.com) e já trabalhou também na SciAm. Abaixo o texto completo, dele, bem como link para download (ah! espalhem aos quatro ventos, por favor!).

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