• Cinderela versão colégio de freiras

    cinder05.gifEstava aqui lembrando da Irmã Maria de Lourdes, lá da quinta série. Uma vez ela contou uma história que era mais ou menos assim: tinha uma menina linda, linda, linda que finalmente iria comemorar os quinze anos, e foi um baile muito bonito, e ela dançou com todo mundo, foi o destaque da festa.

    Aí, quando ela chegou em casa, tirou o sapatinho e no momento em que foi tirar a meia, ela notou que o dedo mindinho dela tinha caído, e estava dentro da meia. Agora a questão é: o que diabos a irmã queria dizer contando essa história para uma pivetada de onze anos?


  • De como a lenda virou fato

    jacare2.jpg
    Cresci ouvindo a “lenda” do jacaré do Parque Barigüi e, como nunca fui freqüentadora assídua do local, a história permaneceu nesse status de lenda até que uns anos atrás um amigo garantiu que viu o tal do jacaré e que não era lenda – na verdade, a “lenda” mede mais de 3 metros de comprimento, e ganhou “lendinhas” como companhia com o passar dos anos (em 2004 apareceu um outro de 80cm de comprimento). Leia a continuação desse post »


  • Do diário de Rose Walker

    rosewalker.jpgEu confesso que na minha primeira leitura de Sandman não tinha me encantado muito pela menina de cabelos coloridos que surge já em A Casa de Bonecas. Mas aí eu li de novo, e vi como ela é bacana. Ela cantarola Velvet Underground (Sunday Morning!), ela diz coisas bacanas e ela sobreviveu a um encontro de assassinos seriais, ueba!

    Mas desde a primeira vez que li Sandman, tem uma fala dela em Entes Queridos que gostei logo de cara. É no momento em que ela vai visitar uma amiga no hospital, que está morrendo de AIDS. Segue a citação:

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  • Para minha menina

    miu.jpgGato que brincas na rua
    Como se fosse na cama,
    Invejo a sorte que é tua
    Porque nem sorte se chama.

    Bom servo das leis fatais
    Que regem pedras e gentes,
    Que tens instintos gerais
    E sentes só o que sentes.

    És feliz porque és assim,
    Todo o nada que és é teu.
    Eu vejo-me e estou sem mim,
    Conheço-me e não sou eu.

    (Fernando Pessoa)

    Saudades, saudades…


  • Admirável mundo novo

    filhos.jpgAntes de mais nada deixa eu dizer: continuo achando que não há coisa mais legal no mundo – no que diz respeito ao hábito da leitura – do que garimpar sebos. Passar um tempããããão procurando por pérolas e ficar toda serelepe porque achou uma edição bacanérrima por uma brecinha camarada e afins.

    Isso para não falar do prazer de encontrar livros que estão fora de catálogo – aquelas obras legais que sabe-se lá porque eles não publicam mais (talvez porque só você ache legal, mas aí já é outra história).

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  • Foie Gras (disfarce para “Mono da Ana”)

    ganso.jpgSe eu fosse um ganso (eu ainda acho que não sou), poderiam vender meu fígado logo depois do ano novo por uma nota preta. Se a comilança continuar como no Natal, esse órgão seria um legítimo foie gras, tenho certeza.

    Mas como não sou ganso e nem acredito que alguém da minha família esteja planejando a venda de uma parte tão importante do meu corpitcho (snif, snif), vamos às novidades. Luci ligou no dia 23 avisando que a coordenação fecharia para o ano-novo, então eu teria que enviar a versão final da monografia antes do prazo (que seria 6/1).

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  • Do momento que o peru morre

    Enfim, post programado já que da ceia com minha família eu e Fábio partimos para a Bettegolândia e retorno só na quarta. Portanto, deixo aqui os sinceros votos:

    feliznatal.jpg


  • Roubado

    Lá do bró da Urd:

    You are The High Priestess

    Science, Wisdom, Knowledge, Education.

    The High Priestess is the card of knowledge, instinctual, supernatural, secret knowledge. She holds scrolls of arcane information that she might, or might not reveal to you. The moon crown on her head as well as the crescent by her foot indicates her willingness to illuminate what you otherwise might not see, reveal the secrets you need to know. The High Priestess is also associated with the moon however and can also indicate change or fluxuation, particularily when it comes to your moods.

    What Tarot Card are You?
    Take the Test to Find Out.


  • A tal da arte moderna

    grande.jpgEu confesso que não cheguei a um nível cultural no qual vejo um monte de panela entulhada, olho para aquilo e digo “Uau, que obra de arte!” – a não ser que o tom da minha fala fosse irônico. Pois é, falta para mim um tico de cultura e um tanto de sensibilidade, não sei. É por causa disso que não curto muito exposições ditas “modernas”, tenho lá os meus conceitos e não gosto de pagar pau para um monte de panela só para soar cool.

    Mas eis que, como sempre, eu queimo a língua. Chegou na terça-feira a nossa caixa feliz do Submarino, com Febre de Bola, Maldito, Praticamente Inofensiva e… a edição comemorativa de Grande Sertão: Veredas. Como eu já tinha dito anteriormente, o livro é um verdadeiro mimo e vem com o catálogo da instalação Grande Sertão: Veredas, que foi criada para o Museu da Língua Portuguesa.

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  • Viagem no tempo

    mermaid.jpgO youtube é mesmo legal. Além de ‘n’ esquisitices que você pode encontrar lá, ainda tem a oportunidade de fazer uma verdadeira viagem no tempo, clicando de um link para outro. Por exemplo, achei uma seqüência de aberturas dos meus seriados favoritos nos anos 80, Flashman, Jaspion e Changeman e me parti de rir lembrando de meus irmãos e amigos imitando as personagens preferidas (eu era change mermaid, por exemplo).

    Lembrei também que eu morria de medo de falar enquanto dormia, porque aí eu revelaria para todos que era apaixonada pelo Change Dragon, com quem eu sempre sonhava. Oh, yeah. Já era neurótica desde cedo.

    Em tempo: eu ainda dou risada quando assisto as paródias da Companhia do Salame. “O cara tussiu… O cara tussiu….


  • Lichia

    Você olha para essa frutinha bizarra e pensa:

    lichia

    Quem foi o primeiro fulano que teve coragem de botar isso na boca?


  • No busão

    Eu tenho tanta, mas TANTA curiosidade de saber quanto faturam as pessoas que pedem dinheiro no busão que estou me sentindo tentada a colocar umas roupas mais bagacêiras e embarcar nas portas 3 da vida com o já manjado discurso…

    “Desculpe incomodar sua viagem tranqüila é que eu (sofro de deficiência visual, auditiva, genérica; estou desempregada; estou ajudando o lar das crianças abandonadas, dos alcoólatras anônimos, dos ex-viciados, etc.) e gostaria de pedir a sua contribuição. Pode ser uma moedinha de 10 centavos, qualquer coisa que não vá fazer falta”.

    :gotinha:

    Sério, às vezes só no caminho para a faculdade embarcam três diferentes. Isso que já aconteceu de um entrar pedindo e o outro ainda estar coletando o dinheiro, aí olhar para o fulano e dizer “Desculpa, não vi que você estava aqui”.

    É, vou começar a ensaiar.