O ano é 2006. Copa do Mundo de futebol. Lapônia e Mônaco disputam a final do torneio, com a Lapônia sagrando-se campeã por inacreditáveis 21×0, com gols de Erik Lamøy (4), Tom Høgli (3), Jonas Johansen (3), Espen Bruer (2), Torkel Nilson (2), Olav Råstad (2), Trond Olsen, Steffen Nystrøm, Espen Minde, Matti Eira e Leif-Arne Brekke. Se você está achando isso tudo meio esquisito e pensando que é descrição de alguma realidade paralela, calma, amiguinho. Estou falando sim de futebol e de uma Copa do Mundo. Mas essa não é a Copa da FIFA, mas NF-Board. O torneio citado contou com a participação de quatro equipes: Lapônia, Mônaco, Camarões do Sul e Occitânia.
O que esses times tem em comum? Fora o fato de que se em alguns casos você falar deles a pessoa pensará que você está inventando história (Lapônia?! Camarões… do Sul?!), a verdade é que o que une essas equipes é o fato de não fazerem parte da lista dos times inscritos na FIFA. Trocando em miúdos, por não serem reconhecidos como estados soberanos, eles não fazem parte do clubinho.






… o ídolo de sua adolescência aparece em uma exposição de carros em Birmingham de cabelos grisalhos e mó pinta de velho. Ééééé, Damon Hill… não esperava que você fosse apunhalar meu coração desse jeito, mais de dez anos depois de eu acordar domingão cedo para torcer para que você não tivesse muito azar (porque sorte ele nunca tinha hehe).
Sempre que retorno à condição de professora, tenho que lidar com essa triste realidade: a decepção faz parte do meu trabalho. Não é decepção de ter um chefe que não reconhece seu valor (minha chefe é gente boníssima), de ter um ambiente de trabalho ruim (eu dou boas risadas nos intervalos) ou coisas do gênero.


