Quase
(domingo, 02 novembro, 2008 às 8:05 pm por Anica)Postado na categoria Esportes
É engraçado reler o que eu escrevi há mais de dois anos, e relembrar aqui o que senti durante as últimas voltas desse GP do Brasil de F1. Confesso que fazia muito, MUITO tempo que não vibrava assim para qualquer esporte que estivesse assistindo. Quando já estava certo que bem, o Massa venceria mas o título seria mesmo do Hamilton, foi lá o Vettel ultrapassou o inglês e aí foram duas voltas de muita gritaria, de “VAI, VETTEL!”, “SEGURA, VETTEL!” e muita comemoração…
… até o Glock ser ultrapassado pelo Hamilton. Mas enfim, não é querer dar uma de Polyana, mas só pela vibração final essa corrida valeu. Depois de tantos anos de comemorações insosas, emoção de fato. Vale mais ainda se considerar que o que tinha que fazer, o Massa fez direitinho, do começo ao fim. Pena as trapalhadas da Ferrari em uma ou duas corridas terem deixado esse campeonato para outro ano (e hoje em dia eu sinceramente não duvido que virá).





… o ídolo de sua adolescência aparece em uma exposição de carros em Birmingham de cabelos grisalhos e mó pinta de velho. Ééééé, Damon Hill… não esperava que você fosse apunhalar meu coração desse jeito, mais de dez anos depois de eu acordar domingão cedo para torcer para que você não tivesse muito azar (porque sorte ele nunca tinha hehe).
Sempre que retorno à condição de professora, tenho que lidar com essa triste realidade: a decepção faz parte do meu trabalho. Não é decepção de ter um chefe que não reconhece seu valor (minha chefe é gente boníssima), de ter um ambiente de trabalho ruim (eu dou boas risadas nos intervalos) ou coisas do gênero.


