Ok, eu não serei a telespectadora ranzinza o tempo todo. Tenho que reconhecer que os três últimos episódios deram alguma esperança de que essa temporada não vá ser uma completa perda de tempo. Parece que estão se reencontrando, acertando a mão sobre o que são as personagens novamente, embora ainda ache que falte um pouco do senso de humor que fez com que eu gostasse tanto de Supernatural. Mas hum, parece que já está dando uma pinta de reaparecer também.
Weekend at Bobby’s (S06E04) foi muito bem sacado por tirar o foco dos Winchester e mostrar um dia na vida de Bobby. Aquelas coisas que sempre assistimos como Bobby confirmando que eles são do FBI, ou simplesmente ajudando em alguma pesquisa sobre um monstro novo, o episódio deu a oportunidade de conferir que a coisa não é tão simples assim, afinal, o sujeito dedica-se a isso em tempo integral. Somando a isso o fato de que Crowley aparece de novo, eiii, já gostei do episódio. Aliás, espero que ele volte outras tantas vezes, especialmente com essa história (meio Sandman, não?) do Inferno estar um Inferno (hehe) desde que Lúcifer foi preso novamente.
Não há dúvidas de que 



Algumas pessoas tem a ilusão de que o ato de ler implica apenas em “quebrar o código” que encontra impresso no papel. Entender as palavras e o que pode ter sido dito pelo autor, basicamente. É uma pena que não consigam enxergar a complexidade dessa ação que fazemos, de como ela envolve uma gama de fatores que combinadas explicam por qual motivo uma pessoa gosta muito de um livro e outra o acha ruim. Quem apresentou esse livro para você? Como apresentou? O que você esperava dele? O que você já sabe sobre o assunto abordado nele? São algumas das ‘n’ perguntas que estão relacionadas com o que você sentirá no momento que estiver lendo.





