Cinema e Literatura
Acredito que para muitos o filme Mais Estranho que Ficção acabe beirando ali entre o bom e o razoável, enquanto eu achei simplesmente perfeito. E sim, tenho consciência que parte do meu encanto pelo filme veio pelas referências à Literatura que aparecem quase todo momento, mas não acho que seja só isso.
A história gira em torno de Harold Crick, um auditor da Receita Federal que em uma manhã percebe que sua vida está sendo narrada por uma mulher. Todos os atos e pensamentos são detalhados “de forma precisa… e com vocabulário melhor“, como Harold descreverá depois. A questão é que no meio de uma das narrativas ele escuta que morrerá em breve.
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… eu é que não vou deixar de comentar o Oscar. :mrgreen: Por uma certa ironia, acabei dormindo no meio da premiação que mais teve surpresas, escapando completamente daquela “cartilha” dos entendidos do Oscar. Mas nada que uma olhada nos jornais matutinos não resolva, certo?
Uma pessoa próxima passou por uma situação que eu não desejaria para ninguém. Não vou citar o nome, quem o conhece sabe de quem se trata, quem não o conhece não precisa saber. Enfim, o pai dele estava doente, com problemas cardíacos, e depois de dois meses internado foi indicado para o transplante. Na sexta-feira passada receberam a notícia de que encontraram um coração compatível em Itajaí.
Não que seja original, mas mesmo assim é bem bacana: junte alguns dos diretores mais conhecidos do cinema de horror e dê para eles pouco menos de uma hora para que desenvolvam uma história assustadora. O resultado disso é a série
Eu não estou ranzinza esse ano sobre o carnaval, portanto vou selecionar coisas boas (sabe como é,
Nesse mundo de pseudo-celebridades pipocando em todo canto por qualquer coisa, falta um pouco do contato de gente como Franz Xaver Kappus (um cara que sonhava ser poeta) e Rainer Maria Rilke (um grande poeta). Percebi isso lendo ontem o ótimo Cartas a um jovem poeta, uma seleção de cartas de Rilke para Kappus, falando basicamente sobre o ato de criar e, mais adiante, o próprio viver.
Estava lembrando de um zine que ganhei certa vez, acho que era O Berne, ou coisa assim. Entre várias histórias, tinha uma na qual aliens queriam descobrir as riquezas da terra, e acabam relacionando riqueza com fé, e por causa de um engano gramatical definem que “muita riqueza” (muita fé) seria o mesmo que “fezes”.
Então, né, Cicarelli em mais uma confusão: o blog ligado à música da revista Wired publicou um post entitulado Brazilians Prostitutes Turn On iPod (trocadilho entre o “excitar” e o “ligar”). Bla bla bla, video com prostitutas rolando em mp4 bla bla bla… Não chamaria muito a atenção, não fosse um detalhe: o post foi ilustrado por uma foto da Cicarelli.
Como tudo mundo está careca de saber, eu gosto muito de filmes de terror. Na verdade, gosto tanto que já vi uma penca - bons e ruins. E é claro que, por ver muitos, eles em dado momento ficam extremamente repetitivos, é só ver o caso da quantidade de filmes no estilo 



