Acabo de voltar do salão, onde fui tirar o excesso de sobrancelha (eu invejo as mulheres que não precisam pagar por isso, mas meu astigmatismo não permite que eu faça esse tipo de coisa sozinha em casa). Sabe, ser mulher dói. Pacaceta. E tem coisas meio sem sentido, tipo tirar o excesso de sobrancelha, enquanto tem tanto homem pelas ruas com tarântulas sobre os olhos e que nunca pensaram em ser pinçados para parecerem mais “cute” para as mulheres.
Nessas horas em que começo a reclamar das agruras da vida feminina, sempre lembro de um trecho sobre a Sabina, em A Insustentável Leveza do Ser (my personal bible =P ):
Ser mulher é para Sabina uma condição que ela não escolheu. Aquilo que não é conseqüência de uma escolha não pode ser considerado como mérito ou fracasso. Diante de uma condição que nos é imposta, é preciso, pensa Sabina, encontrar a atitude certa. Parecia-lhe tão absurdo insurgir-se contra o fato de ter nascido mulher quanto glorificar-se dsso.
Éééé… e Deus abençoe a pinça! Abaixo ao sovaco cabeludo! :dente:




Lukaz
07 de julho, 2006 às 20:01
Minha namorada adora tirar os ecessos da sombrancelha, da barba, do bigode…
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Newspaper Editor
08 de julho, 2006 às 18:32
Na itlália as milheres parecem homens. Existe até um movimento das fazedoras de pizza para se voltar a depilar as partes mais cabeludas, mas em geral essas mulheres são todas lésbicas.
Em fim, uma tragédia.
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Skywalker
08 de julho, 2006 às 19:29
Lukaz, tua namorada é o Chewbacca?
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Omykron
09 de julho, 2006 às 03:33
lukaz owned
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Lukaz
10 de julho, 2006 às 02:58
É, faltou um “meus” antes do excessos.
Too late! :doh:
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Lupippin
12 de julho, 2006 às 10:27
Tem um capítulo no primeiro Bridget Jones que é hilário…..diz exatamente isso aí..o quanto temos que sofrer e o que (supostamente) temos que sofrer por causa de homens ou pela própria pressão da sociedade.
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