Confesso que ontem quando a Jo entregou uma daquelas tabelas promocionais da copa, com todos os jogos, horários, cidades sede e afins soprou um ventinho futebolístico e pumft: entrei em clima de Copa do Mundo. Em menos de meia hora já tinha programado um possível churrasco para às 13h do dia 18/06 (Brasil x Austrália) e já pensava em como era bom não ter aula às 18:30h na terça (dia do jogo de estréia do Brasil).
Acabei me animando tanto que na peregrinação pelas bibliotecas da cidade em busca de algo que servisse para minhas monografias, acabei encontrando o livro Febre de Bola do Nick Hornby (sim, o autor de Alta Fidelidade). E obviamente, acabei levando esse (junto com O Som e a Fúria e Teoria da Literatura do Eagleton). Por desencargo de consciência comecei lendo os dois últimos citados, mas no final das contas larguei mão e comecei o Febre de Bola.
Antes de mais nada, vou logo avisando que eu não tenho muita paciência com filmes, documentários e o que for sobre a Segunda Guerra Mundial, muito menos se cai naquele blablabla do Holocausto. Perdi a paciência com isso, porque é sempre tudo igual, e é sempre MUITO raro alguém “contar a história” de um jeito diferente.
Que só a
O nerd juniores gosta um montão do
Não é que eu não conhecesse a figura, ouvi falar muito dele. Inclusive em uma optativa que fiz sobre Sátira alguém levou uma página cheia de detalhes biográficos e citações do sujeito. Poréééém, nunca tinha lido nadica de nada dele. E eu tenho noção de que não poderei ler todos os livros do mundo, mas fico feliz por deixar a lista um tanto menor, então aproveitei o intervalo entre “O Continente” e “O Retrato” para a aula de Ficção e História, para ler
Ok, não direi “hard day“, porque se eu aindei meio sumida foi porque estava praticando aquele difícil exercício da sociabilização durante o feriado. Show do Echo (lindo!!), casamento de prima, churrascada com amigos (xiboquinha!!!), rpg, aniversário do irmão… Enfim, pouco parei por essas bandas, mas a notícia boa é que tenho bastante novidades, hehe.


