Blow out

(quinta-feira, 16 fevereiro, 2006 às 9:28 am por Anica)
Postado na categoria Música

In my mind.
And nailed into my hands
All the time
Killing what I fed
And everything I touch turns to stone.
And everything I touch turns to stone.

I am fused
Just in case I blow out
I am glued
Just in case I crack out
And everything I touch turns to stone.
And everything I touch turns to stone.

Afinal, qual o problema do Alencar?

(quarta-feira, 15 fevereiro, 2006 às 1:10 pm por Anica)
Postado na categoria Literatura

Como já devo ter comentado por aqui, estava lendo Ao Vencedor As Batatas do Roberto Schwarz para minha monografia em Português e, embora não tenha conseguido achar muita coisa que possa utilizar dentro do que estou pesquisando, achei algo bem interessante sobre o José de Alencar.

Eu nunca escondi e conheço várias pessoas (inclusive alguns professores de Literatura) que classificam o senhor Alencar como “chato”. Para não usar outros adjetivos pouco lisonjeiros, claro. E eis que no livro do Schwarz me deparo com o óbvio sobre qual é o problema do Alencar.

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Meu vizinho toca o tema do James Bond

(terça-feira, 14 fevereiro, 2006 às 1:57 pm por Anica)
Postado na categoria Música

Eu achei isso foda, gostaria de tocar o tema do James Bond também. Na verdade, eu gostaria que o tema do James Bond tocasse na minha vida, em algum momento de perigo, hehe. Piras a parte, não era sobre isso que queria falar, só comentei porque estou ouvindo meu vizinho tocar agora.

Eu queria falar mesmo sobre músicas que grudam na cabeça e não desgrudam. Normalmente quando isso acontece, a música é RUIM de dar dó. E aí você fica até com peso na consciência por ficar cantarolando a música chicletão. Mas aí, tem aqueles casos em que a música é boa, então você ouve VÁRIAS vezes e fica feliz, azar do vizinho lá embaixo que tem que tocar James Bond para parar de ouvir a música chiclete. :D

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Efeito Barrichello

(segunda-feira, 13 fevereiro, 2006 às 12:59 pm por Anica)
Postado na categoria Esportes

Com o começo da temporada 2006 de F1 se aproximando, é lógico que a Rede Plimplim está investindo horrores em comerciais e pequenas reportagens, preparando campo e tentando atrair a atenção dos brasileiros para um esporte que já não costuma chamar a atenção por essas bandas desde 1994.

Não acho que a Globo esteja errada em tentar promover nossos pilotos, como o Massa e o Barrichello. Na verdade, o que incomoda é que tentam vender uma ilusão, e não um fato: dão a entender que a qualquer momento um brasileiro pode voltar a vencer como nos tempos do Senna, quando não é bem por aí.

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Meninos, eu vi (’to divagando)

(sexta-feira, 10 fevereiro, 2006 às 10:21 am por Anica)
Postado na categoria TV

Eu estou fazendo um esforço sobrenatural para esquecer que os Stones tocarão aqui (de graaaaça, no vascãããão!!) e eu não os verei (deve ser o que, terceira oportunidade perdida?). Vale o mesmo para U2 e Franz Ferdinand. E também para, no futuro, Depeche Mode e Echo & the Bunnymen (segundo o Luciano). Mas vocês acham que a mídia deixaaaaaa?? Nãããão!!!

Eles têm que esfregar duzentas mil reportagens, com todas as músicas que eu mais gosto de fundo (opa, isso rende um top5!), fazendo com que eu lembre como sou miserável por, às vezes, morar no lugar errado ou não ser, digamos assim, rica.

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Avenida Dropsie

(quarta-feira, 08 fevereiro, 2006 às 1:41 pm por Anica)
Postado na categoria HQs, Teatro

Se você vem de uma cidade grande, a rua na qual você nasceu, cresceu e amadureceu foi sua “terra natal”, e ela sempre foi conhecida como sua “vizinhança”. A residência definiu você tão certo quanto sua origem nacional e lhe deu uma afiliação vitalícia numa fraternidade que se manteve unida pelas memórias.

Esse primeiro parágrafo da Introdução que Will Eisner escreveu para sua HQ “Avenida Dropsie” quase que já entrega tudo o que se verá nas outras páginas da revista. O charme da história não fica por conta do mote “a história de uma vizinhança”, mas de como ela se desenvolve.

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Dá uma preguiça…

(terça-feira, 07 fevereiro, 2006 às 11:01 am por Anica)
Postado na categoria Literatura

baby bookNa Valinor tem um tópico de 22 páginas no qual as pessoas falam dos piores livros que já leram. E claro, algumas respostas tem mais a ver com a pessoa não gostar de determinado estilo, ou simplesmente achar a história pavorosa mesmo (isso para não falar das citações óbvias aos livros de auto ajuda que, como todos sabem, são patéticos).O problema é que não consigo entender gente colocando um “Dom Casmurro” (Machado) ou um “A Hora da Estrela” (Lispector) em uma lista assim. Não dá, sério. Principalmente porque junto com o nome do livro vem o fatídico… “tive que ler para a escola“.

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