Estou roubando a idéia do Calvin (ahn, como é que eu te chamo na blogosfera?!!), porque eu achei muito divertida e confesso que já tinha pensado nisso algumas vezes, mas sempre de forma meio quebrada por exemplo, pensar em trilha sonora ou em qual atriz deveria fazer o papel de Anica. Enfim, vamos lá.
Se minha vida fosse um filme, o roteiro teria que ser do Charlie Kaufman, ou seja, uma comédia romântica meio nonsense e cheia de um sarcasmo corrosivo. Para manter (ou acentuar?) o clima nonsense mas dar um ar meio “cabeça” para o filme, o diretor seria David Lynch.
Há uns seis anos atrás caiu em minhas mãos uma obra do Mark Twain da qual eu nunca tinha ouvido falar. Chamava-se
Ok, agora estou confusa. Quando era uma criancinha bem serelepe e estava cursando a primeira série do primeiro grau, lembro que a tia Valéria pediu para que desenhássemos algo sobre Curitiba, por causa do aniversário da cidade. Eu lembro nitidamente do meu desenho: era uma boca aberta num sorrisão bem bonito (dentro do que meus conhecimentos de desenho na época permitiam) e dentro do sorriso alguns prédios (incluindo o “CCI”) e o Passeio Público.
Ano passado estava procurando um presente de natal para minha sobrinha e, pensando na idade e tudo o mais, achei que o ideal seria dar algum livro que marcou minha infância para ela, já que a Bibi (para meu orgulho) também tem o bom hábito de ler. Aí fiquei na dúvida: dou para ela
Eu sei que prometi fazer uma restrospectiva de 1981 até 2006 para a celebração de nossa querida Anica, mas o fato que com a grana que ela deu, eu não faria 25 episódios mais nem morrrto! Ganho muito mais no Big Brother! 



