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(quarta-feira, 19 outubro, 2005 às 3:44 pm por Anica)
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Olha s que coisa batuta: o DVD do terceiro filme da srie Star Wars chega dia primeiro de novembro, com extras e tudo o mais. Finalmente poderei assistir hehehe. Como no poderia deixar de ser, o filme tem cenas cortadas e todo aquele blablabla que todo mundo tanto gosta.

Mais sobre o tal do DVD (incluindo a lista das cenas cortadas) aqui.

Por falar em Star Wars e nerdices desse naipe…

Ask Vader

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(to morrendo de sono, horrio de vero sux)

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(terça-feira, 18 outubro, 2005 às 10:16 am por Anica)
Postado na categoria Geral

Fs do Mr. Gaiman, preparem os bolsos!

Como se no bastasse as edies lindrrimas de Preldios e Noturnos e A Casa de Bonecas, decidem lanar agora uma verso de luxo de Orqudea Negra. E, digamos assim, o precinho de nenhuma dessas HQs l muito camarada, he he…

E agora chegamos ao ponto: vale a pena? Beeeeem… um tanto complicado. Se voc gostou de Sandman, provavelmente gostar de Orqudea Negra, mesmo porque uma das primeiras dobradinhas Gaiman/Mckean. Mas a histria no to bem amarrada quanto a escrita posteriormente, e tem como ponto alto mais a Arte do que o Texto.

Eu diria que trata-se de ‘artigo de colecionador/f que t nadando na grana’, e no exatamente um “must have” como os encadernados que esto saindo do Sandman. Trocando em midos: espera mais um tico que o preo vai baixar.

***

Eu ia roubar do As Dez Mais, depois do Eu Diria Que mas demorei e agora estou roubando do Covil do Drago.

(Antes que eu me esquea, ontem enquanto mexia no layout da Emily - rosa, hehe, assim posso ler - atualizei os links de blogs: o povo que no atualizava desde junho eu tirei fora, hmmkay? Se voltarem a escrever gritem)

Ok, ento vamos ao furto. Sete coisas a meu respeito. Seven shall be the number thou shalt count, and the number of the counting shall be seven. Eight shalt thou not count, neither count thou six, excepting that thou then proceed to seven. Nine is right out. Once the number seven, being the seventh number, be reached, then lobbest thou thy Holy Hand Grenade of Antioch towards thy foe, who, being naughty in my sight, shall snuff it. (hihihihi)

7 coisas que eu odeio fazer ou de que tenho medo
Tenho medo de ladro
Odeio falar em Ingls
Odeio coisa mal resolvida
Tenho medo do Gil
Tenho medo de vacas
Odeio falar ao telefone
Tenho medo de fogos de artifcio

7 coisas que gosto
Literatura
Filmes de terror
Gatos
Tardes de outono
Caf (com amigos, de preferncia)
Bloody Mary
Silncio

7 coisas importantes no meu quarto
Meus livros
Minhas HQs
Meus tarots
Meu computador
Meu cobertor roxinho
Meu Lancelote
Minha caixa de recordaes

7 fatos quaisquer sobre mim
Eu fao um strogonoff ma-ra-vi-lho-so
Tenho problemas com cola e l
Dou risada se estou sozinha num elevador
No sei dirigir
Queria aprender a tocar sax
Poucas pessoas me viram sem salto alto
Dano e canto Moonlight Drive no chuveiro

7 coisas que eu planejo fazer antes de morrer
Aprender Francs
Viajar para a Inglaterra
Me formar (hihihi…)
Dar aulas de Literatura
Aprender a dirigir (e dirigir uma Ferrari, hohoho)
Terminar de ler Ulisses (aff.)
Ir a um show dos Rolling Stones

7 coisas que eu sei fazer
Yakimeshi
Interpretaes de poesia
Mexer no vBulletin (hehehe)
Chantilly
Imitar o Gelia
Coreografa de ‘Toxic’ e ‘Last Kiss’
Fingir

7 coisas que eu no sei ou no vou fazer
Colar l sobre um nmero 9
Comer bucho novamente
Fazer clculos de cabea
Passar roupa (no sei e no quero fazer hehe)
Falar ‘northstar’ sem me embananar
Usar o Excel
No vou danar a macarena na frente do Presidente, I’m sure.

7 coisas que eu acredito
Que um dia existiu Confetti menta
Que acar demais estraga o caf
Que eu tenho tendncia a repetir erros
Que algumas pessoas fazem xixi em piscina pblica por pura maldade
Que a Bblia reflexo de um determinado perodo histrico e no deve ser interpretada ao p da letra
Que fantasmas s existem da meia noite at s seis da manh
Que o poder corrompe e por isso no acredito em qualquer sistema de governo que concentre o poder na mo de poucos

As 7 coisas que eu mais falo
Bagarai
‘Malditos Gremilins!’
Tipo
Loco de bom
Opa!
Tudibom
Putiada

7 celebridades por quem tenho um apreo especial
Oscar Wilde
Voltaire
Neil Gaiman
Morrissey
Edgar Allan Poe
Joey Ramone
Tarantino

7 pessoas que tm que responder isso AGORA

Bleh.

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(segunda-feira, 17 outubro, 2005 às 11:44 am por Anica)
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zombiesOoooook. Eis que tenho o pior pesadelo da minha vidinha e ento percebo que na verdade tenho assistido filmes demais. Srio, o sonho foi uma superproduo hollywoodiana com direo do Lorde Moldador, bizarro. Tinha comeo, meio e fim, fim, fim (isso, trs finais diferentes para os extras do dvd, he he).

Basicamente foi assim: zumbis dominaram a Terra e eu ficava fugindo para l e para c, buscando um lugar seguro. Nesse meio tempo seguem momentos como eu correndo de um zumbi que estava quase me alcanando e a penso “O Fbio bem que ficou indignado com os zumbis corredores do filme novo do Romero” e a o zumbi parava de correr. Ou ainda, eu fingindo ser zumbi para despist-los como em Shaun of the Dead.

Ento, ficam as lies do dia:

1. Pare de ver filme de zumbi se voc facilmente impressionvel
2. No coma pizza mexicana um pouco antes de ir dormir
3. Se tiver sonhos cinematogrficos, anote tudo para depois vender a idia

E isso amiguinhos. *Miolooooos* hehehehe

Shaun

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(sexta-feira, 14 outubro, 2005 às 9:46 am por Anica)
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Sabe, tem um lado voyeur meu que est se divertindo s pampas com esse negcio.

***

E como esse calor dos infernos est derretendo meu crebro e no consigo pensar em nada por mais de 10 minutos, um link bacaninha para vocs se divertirem:

Curtas da Pixar - Adoro o “Boundin’”

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(quinta-feira, 13 outubro, 2005 às 2:32 pm por Anica)
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Algumas perguntas:

  • Por que as luas dos outros planetas tem nome, mas a nossa chamada s de lua?
  • Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais fora quando a pilha est fraca?
  • Se crcere e priso so sinnimos, por que carcereiro e prisioneiro no so?
  • Por que o Pateta, que cachorro, anda ereto, veste roupas e fala, e o Pluto, que tambm um co, no faz nada disso?
  • Por que, Deus, POR QUE eu vou fuar em coisas que sei que vo me deixar mal?

    Lio para o futuro: no saber (ou lembrar) de tudo o que nos deixa ok, de vez em quando.

  • ***

    Stereo MC’s foda. Lembrei disso vendo aquela propaganda da Claro na TV, na qual toca a msica Connected (trechinho em audio l da Amazon). Alm de lembrar de uma poca bacana da minha vida, devo dizer que morro de vontade de danar sempre que escuto essa msica.

    If you make sure you’re connected
    The writing’s on the wall
    But if your mind’s neglected
    Stumble you might fall
    Stumble you might fall

    *Anica mexendo involuntariamente os ps*

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    (quarta-feira, 12 outubro, 2005 às 1:50 am por Anica)
    Postado na categoria Geral
    O dia em que no fui na minha formatura…

    Ok, acabo de lembrar da formatura do 2 grau: como tinha mudado na metade do ano do Nossa Senhora de Lourdes para o Dom Bosco (porque se continuasse no Lourdo reprovaria em Matemtica, Fsica e Qumica - hehehe), fiquei de fora da formatura. Assisti a formatura dos meus amigos quando deveria estar me formando com eles.

    E no que sete anos depois a cena se repete? Hoje fui formatura das minhas amigas da faculdade, gente que conheci em 2001. Me desmanchei de tanto chorar durante toda a colao, como se estivesse em minha prpria formatura. Porque quando a Ledinha fez piada sobre dificuldade inicial com Teoria de Literatura, eu sabia o que ela queria dizer. Quando falaram “ms” eu sabia a qual professor se referiam. E bem, eram meus amigos e meus professores naquele palco, no s um bando de estranhos como costuma acontecer quando vamos assistir formatura de parente ou um amigo s.

    E foi to lindo, lindo, lindo…

    A Ana Tezza abraando o pai, caraca. Fiquei pensando em como ficaria feliz de estar assistindo a formatura do meu filho no palco, e no na platia. O discurso fofo da Ledinha citando “os que no tiveram muita pressa” - depois ela veio falar pra gente que era de ns que ela falava, que queria muito que estivssemos nos formando com ela). O Clodoaldo, que mereceu um monte de aplausos (ele cego). A Elisa chorando na hora da homenagem aos pais, a Alice com um discurso lindo para os amores, o professor Benito como paranifo e a Luci como homenageada da turma de Ingls… e nossa, ver a Alice, a Ana, a Jana, a Ledinha, a Elisa, a Glau e tanta gente com quem convivi nos ltimos anos, foi mesmo de apertar o corao.

    At a J chorou.

    ***

    Enfim, depois fomos ao Dona Helena, e nos empanturramos de vinho, polenta e franguinho frito.

    Na mesa, “os que no tiveram tanta pressa” (eu, Alex e J) e “os que tiveram pressa” (Grau e Edir). Fazia tanto tempo que no conversava com eles que tinha at esquecido de como era bom. Foi muito divertido, valeu cada minuto (e valeu ter sado embaixo do maior tor tambm, he he).

    E j que comecei o post com uma recordao, fecho com outra: to bom voltar para casa de txi altinha de vinho e feliz com a noitada. Um mundo de txis para casa s cinco da manh…

    ***

    Instalei o tal do Extreme Tracking no Br. Quase morri do corao ao ver que ISSO foi um meio atravs do qual chegaram ao meu blog.

    “Coisas fofas”, ? Tipo, o que leva algum a usar uma ferramenta de busca para procurar “Coisas fofas”?

    Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, deixa eu ir dormir.

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    (terça-feira, 11 outubro, 2005 às 12:29 pm por Anica)
    Postado na categoria Geral, Poetry from the Strange

    Confesso que no come�o das discuss�es sobre o referendo eu levantei a bandeira do SIM e achava um absurdo pessoas defenderem o N�O. Mas pensando bem em pr�s e contras, pesando argumentos e tudo o mais (e ignorando solenemente a propaganda imbecil que est� passando na TV e nos r�dios), minha preocupa��o agora � exatamente qual barulho a urna eletr�nica far� se eu apertar o 3 (porque veja bem, eu sou uma pessoa t�mida e n�o quero passar vergonha com b�����s e tal).A situa��o para mim � a seguinte: o que exatamente vai mudar com o ’sim’ ou com o ‘n�o’? Armas ser�o devolvidas se o ’sim’ ganhar? Acontecer� uma procura hist�rica por armas caso o ‘n�o’ ganhe? N�o sei, acho que em nada esse referendo alterar� as probabilidades de qualquer um de n�s morrer com um tiro na cabe�a por causa de um babaca qualquer. Na verdade, deveria existir algum tipo de referendo sobre a exist�ncia dos babacas na Terra, he he…

    No final das contas acabo concordando com o Tio Churchill: “A democracia � a pior forma de governo imagin�vel, � exce��o de todas as outras que foram experimentadas”.

    ***

    Para comemorar meu 9,0 em Literatura Inglesa II vamos para o momento…

    GEE, EU AMAVA POESIA E N�O SABIA!!

    Lemos hoje em sala de aula uma poesia extremamente linda do e.e. cummings, chamada “somewhere i have never travelled, gladly beyond”. A Luci, que � uma professora batuta, levou para a aula uma vers�o em portugu�s e musicada que o sr. Zeca Baleiro fez dessa poesia que - pasmem - ficou linda tamb�m.

    Vou colocar a poesia em Ingl�s e depois a vers�o do Zeca, porque eu sei que se s� coloco os links a pregui�a impera e s� o Higor l�

    Vers�o Original

    somewhere i have never travelled, gladly beyond
    any experience, your eyes have their silence:
    in your most frail gesture are things which enclose me,
    or which i cannot touch because they are too near

    your slightest look easily will unclose me
    though i have closed myself as fingers,
    you open always petal by petal myself as Spring opens
    (touching skillfully, mysteriously) her first rose

    or if your wish be to close me, i and
    my life will shut very beautifully, suddenly,
    as when the heart of this flower imagines
    the snow carefully everywhere descending;

    nothing which we are to perceive in this world equals
    the power of your intense fragility: whose texture
    compels me with the colour of its countries,
    rendering death and forever with each breathing

    (i do not know what it is about you that closes
    and opens; only something in me understands
    the voice of your eyes is deeper than all roses)
    nobody, not even the rain, has such small hands.

    Vers�o do Zeca Baleiro - Nalgum Lugar

    Nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente al�m
    de qualquer experi�ncia, teus olhos t�m o seu sil�ncio: no teu gesto mais fr�gil h� coisas que me encerram,
    ou que eu n�o ouso tocar porque est�o demasiado perto
    teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
    embora eu tenha me fechado como dedos, nalgum lugar
    me abres sempre p�tala por p�tala como a primavera abre
    (tocando sutilmente, misteriosamente) a sua primeira rosa (2X)
    ou se quiseres me ver fechado, eu e
    minha vida nos fecharemos belamente, de repente
    assim como o cora��o desta flor imagina
    a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
    nada que eu possa perceber neste universo iguala
    o poder de tua intensa fragilidade: cuja textura
    compele-me com a cor de seus continentes,
    restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
    (n�o sei dizer o que h� em ti que fecha
    e abre; s� uma parte de mim compreende que a
    voz dos teus olhos � mais profunda que todas as rosas)
    ningu�m, nem mesmo a chuva, tem m�os t�o pequenas.