• Das andanças pelos Googles da vida II…


  • Sobre ontem o que eu posso dizer…

    … É docinho, mas não é suquinho.

    Bom, estava tudo maravilhoso, até o Barreado ficou uma delícia (não sobrou na-di-ca!). O clima estava ótimo, jogamos Jogo da Vida e conversa fora. Tudo ótimo. Mas realmente, tomei mais caipirinha de morango do que devia (sério, perdi a conta do número de taças, só sei que foi meio litro de vodka e quase uma garrafa inteira de licor), comi mais gelatina de vodka do que devia, e o resultado foi que eu passei mal no final da noite.

    Aff.

    Quando a gente pensa que cresceu e que essas bobagens ficam por conta da adolescência, lá vem a caipirinha de morango Tudo bem, tudo bem, nada que tenha estragado meu dia.

    Aliás: pessoal, amei o almoço e tudo mais. Vamos fazer de novo (com menos caipirinhas, please!)

    E hoje eu fui ver Tróia (viu só, nem acordei de ressaca ). Deixo os comentários sobre o filme para depois. Agora vou tentar esquentar meus dedos (frio do capeta!).


  • O Guia do Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams)

    Hmmmkay, finalmente acabei. Sabe como é, prioridades literárias e uma pusta preguiça de ler coisas em Inglês. Mas tudo bem, finalmente vou poder devolver o livro para o Fábio ^^

    Bom, vamos ao livro. Pensem no Monty Python. Pensem nos diálogos nonsense do Monty Python. Agora botem uma pitada de ficção científica e um pouco mais de humor nonsense. Tcharam! Esse é o “Guia do Mochileiro das Gal�xias”!

    A história gira em torno principalmente de Arthur Dent, um inglês que no mesmo dia tem casa e planeta destruídos. Quem o ajuda a se salvar da destruição do planeta Terra é Ford Prefect, alienígena que se passava por um ator desempregado há 15 anos. É a partir dessa ‘fuga’ que começa a aventura.

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  • Ufaaaaa!!

    A quinta foi terrível, eu ainda não acredito que sobrevivi. A reunião com a chefinha acabou às 22hrs O lado bom é que eu e a Jô descobrimos onde se vende Fake Nhá Benta por 75 centavos a caixinha E agora, o que me deixou mais aliviada ainda, é que acabei de terminar a interview de Oral IV. Tá aí uma coisa que me stressa bagarai, é horrível a sensação de estar sendo avaliada pela banca… pelo menos a avaliadora foi a Mariza, meu chuchuzinho.

    Bom, o que me resta para essa tarde de sexta é ler o livro que ganhei do Alex (nhaaaaaai!!!!!! ), descansar, e à noite tentar fazer o Barreado que eu prometi para o pessoal aqui em casa. Não sei se o Barreado rola, mas que a caipirinha de morango vai dar certo, ahhhh isso vai!


  • Identidade

    Eu acabo de me dar conta que, mesmo gostando muito de Agatha Christie, eu nunca li “O Caso dos Dez Negrinhos”. Mas de qualquer forma, o que eu ouvi dizer é que esse filme foi levemente baseado no livro.

    A história é, em teoria, bem comum no gênero: dez pessoas ficam presas em um motel, e passam a ser assassinadas uma a uma. Como já disse, em teoria. Mas é óbvio que não vou ficar me estendendo muito nisso, já que qualquer coisa que eu fale em um filme de suspense pode… hmmm… acabar com o suspense.

    Antes de mais nada, nota 10 para a atmosfera criada. A chuva que não acaba, a luz que em dado momento se apaga, os relâmpagos, o motel pequeno… tudo converge para uma sensação de claustrofobia. Os atores também tem mérito nisso: aquela coisa de se surtar e simplesmente não ter para onde ir foi bem representado.

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  • Ouch

    FOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOODA-SE TUDO

    Essa droga tá doendo.


  • You Are The Quarry

    Ok, eu ando *bem* desligada musicalmente falando, mesmo porque nem sabia que o Moz estava gravando esse álbum. Mas como amo de paixão os trabalhos desse cara, não tem como não ficar felicíssima com a notícia.

    Infelizmente, You Are The Quarry só chega no Brasil em junho (sabe-se lá o motivo). Já fui atrás para conhecer um tico e só posso dizer uma coisa: tá foda bagarai!!

    Por foda bagarai entenda-se: “continua sendo a trilha sonora ideal para momentos de deprê”. Mas daquele jeito estiloso que só o Moz consegue fazer.

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  • Agora eu me superei.

    Estou babando há semanas no cartaz do Morgue Story e fiz uma coisa que mereceria 100 chibatadas do V: não procurei o nome do responsável pela arte do cartaz.

    Aí, veio aquele comentário no meu post logo abaixo com esse link aqui. E claro, fui visitar. E aí quando bati o olho pensei “Pô, parece com a arte do cara que fez o cartaz do Morgue Story

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  • Filmeco e boteco

    Então… Van Helsing não é tão ruim quanto pintam. Se for comparar com o Underworld, pelo menos foi um filme bem feito. Não é tosco, aliás, bem pelo contrário, tem momentos que são realmente *bonitos* de se ver (tipo a Paris do século XVIII). Bacaninha, acho que serve para alugar.

    Depois do filme…

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  • Sliiiiiiide…